sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bolinhos mornos de chocolate



Quando a Suzana nos fez o seu relato de um almoço em Nova Iorque eu fiquei de nariz colado ao monitor, depois e como se isso não bastasse para me picar, ela conta que o provador disse que este era o melhor bolo de chocolate do mundo, ora aí é que eu não me segurei e fui a correr untar forminhas, derreter chocolate e misturar ovos com açúcar.
Acompanhei com gelado de baunilha e fingi estar em Nova Iorque a almoçar com a Suzana.





Usei:



115g de manteiga sem sal
2 c sopa de farinha
120g de chocolate amargo (70% cacau)
2 Ovos inteiros + 2 gemas
¼ Chávena de açúcar



Fiz assim:



Unte com manteiga e polvilhe com cacau 6 formas de queques.
Pré aqueça o forno a 220º.

Derreta o chocolate com a manteiga em banho-maria. Reserve.
Bata os ovos com as gemas e o açúcar, até obter uma mistura fofa e esbranquiçada, junte o chocolate fundido e misture bem. Junte a farinha e misture rapidamente.
Divida a massa pelas formas e coloque no forno durante 6 ou 7 minutos, até a massa estar fixa nas bordas mas o centro húmido.
Retire do forno, inverta cada uma das formas num prato, deixe repousar um minuto e depois desenforme e sirva imediatamente.


Notas:


Ao usar cacau para polvilhar as formas evita que o bolo fique com manchas brancas depois de pronto.
Receita original: Jean-George’s warm chocolat cake

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Bagels




Os bagels têm uma consistência que eu gosto bastante, o seu miolo é compacto e a crosta lisa e brilhante.

Perto da casa onde mora o Gaston em Londres, há uma loja que serve os melhores bagels que já comi, este fim de semana e num ataque de saudades decidi fazer esta receita da Nigella e digo-vos que não me desiludiu, bem pelo contrário ficaram deliciosos.
A receita indicada dá para mais ou menos 15 bagels.










Usei:



1 Kg de farinha para pão
1 c sopa de sal
7 g de fermento de padeiro seco
2 c sopa de açúcar
1 c sopa de óleo de girassol ou outro sem sabor
500 ml de água morna
2 c sopa de malte em pó ou açúcar para escaldar os bagels
Sementes várias para polvilhar (opcional)



Fiz assim:


Misture a farinha com o sal e com o fermento.
Junte o açúcar e o óleo à água morna, abra uma cova nos ingredientes secos e deite aí os líquidos à medida que vai misturando tudo numa massa.
Amasse bem durante uns 10 minutos até obter uma massa elástica.
A massa é um pouco dura mas é mesmo assim.
Forme uma bola, coloque numa tigela untada, cubra com película e deixe levedar durante 1 hora.
Espalme a massa algumas vezes e depois divida-a em 3, forme um rolo com cada um dos pedaços de massa e volte a dividir cada rolo em 5 pedaços.
Com esses pedaços mais pequenos, volte a formar um rolo e depois uma argola.
Coloque as argolas em tabuleiros forrados com papel vegetal e ligeiramente untados, cubra com um pano e deixe levedar durante mais 45m.
Entretanto coloque ao lume uma panela de água a ferver com o malte ou o açúcar.
Pré aqueça o forno a 220º.
Deite um bagel de cada vez na água a ferver, vire-o e volte a colocar no tabuleiro, (esta operação demora 1 minuto por cada bagel).
Polvilhe com sementes, (sésamo, papoila, linhaça ou outras), e leve ao forno quente durante 15 ou 20 minutos.
Retire e deixe arrefecer sobre uma grade.



Notas:

Versão maquina do pão: Use a máquina para amassar e levedar, e siga a receita a partir do momento de moldar os bagels.
Pode também amassar a massa na batedeira usando para isso o gancho de massa pesada.


Ligeiramente adaptado de: “How to be a domestic goddess” de Nigella Lawson

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Coxas de frango no forno com bacon mel e soja



Foi quase há um ano que a Pipoka publicou esta receita, o que quer dizer que foi há mais de um ano que tivemos aquela conversa sobre receitas fáceis e infalíveis.
Depois dessa conversa testei a receita para um jantar de 8 pessoas e confirmou-se o sucesso deste prato.
Fácil, delicioso, diferente e rápido, digo-o com conhecimento de causa, pois já repeti este prato várias vezes, vale a pena tomar nota desta receita.








Ingredientes:



12 Coxas de frango sem pele
12 Fatias de bacon
9 c sopa de molho de soja*
3 c sopa de mel*
Sementes de sésamo para polvilhar



*Quantidades aproximadas costumo usar 3 partes de soja para 1 de mel.





Preparação:



Prepare o molho misturando bem o mel com o molho de soja. Reserve.
Forre um tabuleiro com papel vegetal e pré aqueça o forno a 200º.
Enrole cada um dos pedaços de frango numa fatia de bacon e coloque no tabuleiro.
Pincele com o molho de mel e salpique com sementes de sésamo.
Leve ao forno durante mais ou menos 45 minutos, ou até o frango estar bem cozinhado.
No início convém cobrir com folha de alumínio para não queimar o bacon e perto do final destapar para alourar.



Notas:

A carne de aves deve ser consumida bem passada, para saber se o frango está assado espete um palito na zona do osso, se sair um liquido ensanguentado deve deixar assar mais um pouco, se o liquido for límpido, o frango está no ponto.

Receita original no Three fat ladies

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Bolo de creme de coco


Na minha cozinha o coco é mais usado em pratos salgados do que doces, a minha mãe fazia um molho de caril com coco seco ralado pelo qual eu me perdia, agora que falo nisso… tenho de lhe pedir a receita.

Voltando à receita de hoje, este bolo que também serve para aproveitar claras tem um sabor a coco muito suave e uma textura maravilhosa, eu não gosto de bolos muitos secos por isso reduzi um pouco o tempo de forno, mas acredito que ficaria muito bom regado com uma infusão morna de leite e coco ralado ligeiramente doce.
Como o meu mano R. completa hoje mais um aniversário este bolo é para ele, com mil beijocas da mana.




Usei:


2 + ¼ Chávena de farinha
1 Ovo + 5 claras
1 Chávena de creme de coco
¼ Chávena de água
1 c chá extracto de baunilha
1 + ½ de açúcar
1 c sopa de fermento
1 Pitada de sal fino
180g de manteiga sem sal amolecida



Fiz assim:


Desmanche o ovo e as claras com um garfo, junte a água, o extracto de baunilha, o creme de coco e misture bem. Reserve.
Na tigela da batedeira, coloque a farinha peneirada com o fermento, o açúcar e o sal, ligue a batedeira em velocidade baixa e junte a manteiga aos poucos. Adicione depois um pouco da mistura de ovo, aumente a velocidade e junte o restante.
Deite a massa numa forma muito bem untada e polvilhada, e leve ao forno pré aquecido a 180º durante 20 minutos. Faça o teste do palito antes de retirar do forno.
Deixe arrefecer durante 10 minutos antes de desenformar para uma grade e arrefecer assim por completo.



Notas:


Se tiver dificuldade em encontrar o creme de coco, use 1 iogurte com aroma de coco e junte um pouco de coco ralado.
Se fizer este bolo em forma sem buraco forre o fundo com papel vegetal.
Adaptado de: “Cozinha para quem não tem tempo” de Mafalda Pinto Leite.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Conchas recheadas de batata doce sálvia e requeijão



Já recebi no correio o nº 47 da Donna Hay Magazine e ainda estou a explorar o número anterior, aquele que me encheu as medidas, lembram-se?
Esta entrada tanto pode ser servida no prato como em colheres de degustação ou até como canapés (finger food).
Gosto muito de batata-doce assada, quando era criança a minha avó assava as batatas-doces no forno do pão e eu delirava com aquele sabor, esta entrada trouxe-me essas boas recordações e a satisfação de um prato diferente e delicioso.






Usei:



18 Conchas
1 Batata-doce grande (+ ou – 200g)
Azeite q.b.
1 Requeijão de 200g
4 c sopa de leite
¾ Chávena de parmesão ralado na hora + um pouco para servir
1 Dente de alho esmagado
2 c sopa de raspa de limão
2 c sopa de sumo de limão
100g de manteiga
18 Folhas de sálvia



Fiz assim:



Descasque a batata-doce e corte-a em cubos.
Pincele um tabuleiro com azeite e coloque por cima a batata-doce. Leve ao forno quente até a batata ficar macia.
Leve ao lume as conchas em bastante água fervente com sal, assim que estiverem ao dente escorra e reserve.
Esmague a batata-doce com o requeijão, o leite, a raspa de limão, ½ chávena de parmesão e o alho.
Unte um recipiente de forno e com uma colher encha as conchas com a mistura de batata-doce e coloque uma folha de sálvia em cada uma delas.
Derreta a manteiga com o sumo de limão e regue as conchas, reservando um pouco para servir, salpique com mais um pouco de parmesão e leve ao forno a gratinar.
Sirva regado com molho de manteiga e salpicado com parmesão.


Notas:


Usei requeijão em vez de ricotta conforme pede a receita original.
Se preferir servir este prato como prato principal, cubra com molho bechamel para ficar mais húmido e substancial e sirva com uma salada de legumes crus.


Adaptado de “Donna Hay magazine” nº 46

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Gelado de baunilha



Assim que vi este gelado no Gourmets amadores tive a certeza absoluta que era o gelado de baunilha perfeito.

Fiz, provei, combinei-o com outras coisas boas e a certeza tornou-se absoluta e inabalável.
Obrigada Suzana, nunca mas mesmo nunca mais eu como outro gelado de baunilha a não ser este.
Estou já a renovar o repertório de receitas para aproveitamento das claras que irei armazenar.







Usei:



250ml de leite
1 Pitada de sal
¾ Chávena de açúcar
1 Vagem de baunilha
500ml de natas
5 Gemas



Fiz assim:


Abra a vagem de baunilha ao meio e raspe as sementes com a ponta de uma faca.
Leve ao lume o leite, o sal e o açúcar, junte as sementes e a vagem de baunilha e deixe aquecer até querer ferver. Retire do lume.
Retire a película que reveste as gemas e bata-as à medida que vai adicionando o leite quente a pouco e pouco.
Volte a colocar a mistura na caçarola e retome ao lume mexendo com colher de pau até engrossar um pouco e cobrir as costas da colher.
Retire do lume, deixe arrefecer completamente e reserve no frigorífico durante umas horas, o ideal será de um dia para outro.
Bata as natas até espessarem e junte ao creme de baunilha, retire a vagem e envolva muito bem.
Coloque na sorveteira ou leve ao congelador num tabuleiro de alumínio retirando de 2 em 2 horas e desfazendo os cristais de gelo com um garfo até estar completamente solidificado.


Notas:


Lave e seque a vagem de baunilha e coloque-a dentro de um recipiente com açúcar ou num frasco com vodka, desta forma terá açúcar baunilhado e extracto de baunilha sempre pronto.

Receita original no Gormets Amadores.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Tarte de batata cebola e sálvia


Os pratos simples e com poucos ingredientes agradam-me bastante para as refeições do dia-a-dia, por isso quando vi esta tarte marquei logo a receita.
È uma tarte para ser comida fria, mas morna é muito boa também, o único problema é que ao cortar se desmancha, para isso terá de ser servida dentro do recipiente de forno.
Acompanhe com uma salada de legumes crus e um vinagrete bem aromático.






Usei:


2 Cebolas médias cortadas em laminas
100g de manteiga
800g de batatas em rodelas muito finas (com pele)
120g de queijo chedar ralado
1 Punhado de folhas de salvia
Sal & pimenta



Fiz assim:


Amoleça a cebola em metade da manteiga e tempere de sal e pimenta. Reserve.
Unte um pirex redondo, ou use uma forma de anel forrada com papel vegetal.
Pré aqueça o forno a 180º.
Forre o fundo do recipiente com uma camada de batata, sobreponha algumas rodelas para cobrir o fundo completamente.
Disponha depois um pouco da cebola amolecida e algumas folhas de salvia, mais ou menos 4, parte do queijo e regue com um pouco de manteiga derretida.
Repita as camadas até esgotar os ingredientes terminando com rodelas de batata.
Pincele com manteiga e cubra com folha de alumínio.
Leve ao forno durante 1 hora, destape e deixe alourar bem.
Retire do forno e deixe arrefecer.

Sirva com salada.



Notas:


Usei a mandoline para fatiar as cebolas e as batatas em laminas muito finas.
As melhores batatas para esta receita são as de pele vermelha.
Fonte: Revista “Olive” Junho de 2009.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Salada Capri



Conforme vos tinha prometido, esta é outra receita que costumo fazer com as bases frango e legumes assados, uma outra é a tarte de frango, basta para isso fazer um creme de ovos e natas ou leite e deitar sobre o frango e os legumes dispostos sobre uma base de massa da vossa preferência.
Decidi chamar-lhe salada Capri porque na última vez que estive fora de casa em formação costumava ir comer uma salada de massa em jeito de lanche ajantarado num restaurante com este nome.
Doidinha por massas como eu sou, delicio-me com este petisco.



Usei:



1 Peito de frango assado
1 + ½ Chávena de legumes assados
200g de penne
½ Chávena de azeitonas descaroçadas e cortadas ás rodelas
1 Chávena de bocconcini (mini mozzarella)
2 Dentes de alho (grandes) esmagados
Azeite a gosto
Orégãos secos para servir



Fiz assim:


Coza a massa em água a ferver temperada de sal até ficar ao dente ou siga as instruções da embalagem. Escorra, mantenha quente e reserve. Reserve também parte da água da cozedura.
Aqueça o azeite no wok e quando estiver quente deite o alho esmagado, use o esmagador e não a lâmina da faca.
Deixe fritar, junte depois o frango desfiado, os legumes e as azeitonas e salteie tudo muito bem. Adicione a massa e se necessário rectifique com um pouco de água da cozedura. Quando estiver bem quente junte a mozzarella e envolva. Retire do lume e sirva polvilhado de orégãos.



Notas:


Para um sabor mais acentuado e rústico use massa integral.
Uma boa ideia é, congelar um frango assado em doses individuais e já desfiado e livre de pele e ossos é, sem margem de dúvida, um bom desenrasca para 1001 receitas.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Bolo de figos


Todos os anos é assim, chega a época dos figos ao fim e eu sem conseguir fazer nenhuma receita com eles.

Vou comendo um aqui outro ali e quando dou por mim já não há. Felizmente este ano e com as figueiras a dar os últimos aos passarinhos e aos insectos, eu graças a uma amiga que me trouxe uns figos lindos, deliciosos e fresquíssimos consegui em boa hora fazer este bolo.
O quadrado que aparece cortado na foto foi comido na hora e ainda morno, uma delícia.




Usei:


12 Figos cortados ao meio
225g de manteiga sem sal amolecida
3 Chávenas de açúcar
6 Ovos
2 Chávenas de farinha
2 c chá de fermento
1 Chávena de sêmola de milho fina
1 Chávena de amêndoa moída
1 c chá de canela em pó
Raspa de 1 limão

(para finalizar)


1/2 Chávena de doce de figo (usei doce de figos secos)
¼ Chávena de água



Fiz assim:


Unte uma forma, forre com papel vegetal e volte a untar. (Usei uma forma de silicone).
Corte os figos ao meio e disponha no fundo da forma, voltados para baixo.
Pré aqueça o forno a 180º.
Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme, junte os ovos batendo entre cada adição.
Junte a raspa de limão e a canela e envolva na massa as farinhas, (trigo, sêmola e amêndoa) com o fermento.
Coloque na forma, alise com uma espátula e leve ao forno durante 50 minutos.
Leve o doce de figo ao lume com a água até dissolver.
Deixe o bolo arrefecer um pouco e depois de desenformar pincele com a calda de doce de figo.


Notas:


Usei sêmola de milho, o que em conjunto com a amêndoa conferiu textura ao bolo.
Pode se preferir usar farinha de milho integral.
O bolo não fica seco, nem cresce muito. È um bolo robusto mas sem ser pesado.

Adaptado daqui.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Costoletas com salva laranja e cabeça de nabo


O projecto 4 por 6 tem sido um exercício com óptimas consequências na minha cozinha, entre o poupar e o variar, a introdução de outros sabores em ingredientes tão banais como por exemplo as costoletas e o nabo tem sido muito bem recebidos pelos comensais e muito gratificantes para a cozinheira.


Este menu dá as boas vindas ao Outono e aos dias frescos e de luz fraca, dias de Outono que me deixam muito bem disposta e cheia de vontade de “torturar” o fogão e o forno.


Vamos então ao menu do dia:








E para prato principal a carne que já vem com acompanhamento.




Bom apetite.











Usei:





1,2 Kg de costoletas do lombo
800g de cabeça de nabo (pequenas)
2 Laranjas (sumo e raspa)
1 Cebola picada
Azeite q.b.
Salva a gosto



Fiz assim:


Descasque o nabo, corte em quartos e ferva-os durante uns minutos em água a ferver temperada de sal. Reserve.

Leve ao lume o azeite, e quando estiver quente amoleça a cebola. Retire e coloque no fundo de um recipiente de forno.

Frite rapidamente as costoletas no mesmo azeite, tempere de sal e pimenta e junte o nabo.

Salpique com a raspa de limão, junte as folhas de salva e deixe absorver os sabores.

Coloque a carne e o nabo por cima da cebola.

Deite o sumo de laranja na frigideira quente e raspe os sucos da frigideira com uma espátula, deite este molho sobre a carne e leve ao forno quente durante 20 ou 30 minutos.





Vamos a contas:






Notas:


A salva veio do meu jardim, e ao fazer a pesquisa do preço para a incluir nas contas fiquei ainda mais feliz por a ter à disposição, o preço é realmente muito elevado.
A salva é uma planta perene e todo o ano tem folhas que podem ser usadas na cozinha.
Dá-se muito bem num vaso, gosta do nosso clima e a única coisa a ter em atenção é a geada.


Por lapso não inclui a cebola das costoletas nas contas por isso ao custo total deveremos considerar mais 0,5€.


Fonte: Suplemento da revista OLIVE de Outubro de 2009

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mojito


Hoje é feriado por isso vamos todos relaxar e tomar uma bebida que é uma das minhas top 10.
Já houve uma época em que eu era uma verdadeira self-made-barmaide e gostava de preparar cocktails quando recebia pessoas em casa, depois com o tempo esse gosto esmoreceu, mas na minha biblioteca culinária continuam a repousar muitos livros sobre o tema.
Este por ser um clássico e com doses meio “a olho” já nem me lembro onde o aprendi, quando a hortelã começa a querer espigar, um mojito é uma boa opção para as folhas menos tenras.






Usei:



1 Dose de rum branco (+ ou – 1 copo de shot)
1 c sopa de açúcar
Sumo de 1 lima
1 Ramo de hortelã (+ ou – 10 folhas)
Água com gás
Gelo picado



Fiz assim:



Coloque o açúcar e a hortelã num copo, esmague com um pilão até a hortelã estar desfeita, junte o sumo de lima e mexa.
Encha o copo até 2/3 com gelo picado e complete com água gaseificada.
Sirva com palhinha estilo caipirinha e decore com folhas de hortelã.



Notas:

Seja responsável, beba com moderação!

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Bavaroise de chocolate com praline de avelãs

Esta é uma receita velhinha, velhinha daquelas que eu prometi a mim mesma passar do meu caderno manuscrito de criança para este arquivo virtual.
Não resisti no entanto a fazer-lhe uma pequena alteração, que foi substituir as amêndoas raladas da receita tal como estava escrita, pelo praliné de avelã, por isso reduzi um pouco o açúcar e ficou uma delicia com os pequenos crocantes do praliné a desfazerem-se na língua.

Usei:

200g de chocolate amargo
5 dl de leite
100g de açúcar branco fino
2 c chá de gelatina neutra granulada
4 Gemas
2 dl de natas
½ Chávena de praliné de avelã moído fino

Fiz assim:

Bater as gemas com o açúcar até obter uma mistura fofa e esbranquiçada, juntar ½ dl de leite e misturar bem.
Leve o restante leite ao lume com o chocolate em pedaços, e mexa até o chocolate fundir, retire do lume antes de ferver.
Deite o leite quente com o chocolate em fio sobre as gemas mexendo sempre, leve este preparado a lume brando e vá mexendo até o creme cobrir as costas da colher. Retire do lume.
Demolhe a gelatina em 2 c sopa de água, e funda-a no microondas durante uns segundos, junte depois ao creme de chocolate e misture bem.
Deixe o creme arrefecer até à temperatura ambiente e depois envolva o praliné e as natas batidas.
Coloque numa forma previamente passada por água fria e guarde no frigorifico pelo menos durante 4 horas antes de desenformar.
Sirva bem frio polvilhado de praliné.

Notas:
Pode substituir o praliné por amêndoas, avelãs ou nozes picadas, neste caso aumente um pouco a quantidade de açúcar.