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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Portobellos recheados

No dia que a Elvira publicou este pitéu eu tinha uns cogumelos portobello no frigorífico a contar de fazer um risotto, escusado será dizer que os meus planos foram alterados e não me arrependi. Os cogumelos foram servidos como entrada numa das tertúlias de segunda-feira e todos se renderam a esta delícia.
Aprovado e recomendado, como aliás todas as que tenho feito da Elvira.


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

6 Cogumelos portobello médios
3 Fatias de fiambre de peru
2 c sopa de migalhas de pão fresco
1 Fatia grossa de queijo chévre
Azeite q.b.
Sal & pimenta
Mozarela ralado a gosto
Ervas frescas a gosto

Fiz assim:

Escove os cogumelos para lhe retirar qualquer vestígio de terra e retire-lhes o pé.
Pique os pés dos cogumelos e o fiambre e misture.
Junte o queijo desfeito com um garfo e as migalhas de pão.
Tempere de sal e pimenta e reserve.
Coloque a aquecer no fogão uma chapa ou frigideira de fundo espesso, disponha os cogumelos com a abertura virada para cima e aguarde até começarem a verter liquido. Retire do lume.
Transfira os cogumelos para um recipiente de forno e recheie com a mistura preparada.
Regue cada um deles com um fio de azeite e por cima coloque umas farripas de mozarela e as ervas picadas, (usei cebolinho).
Leve ao forno pré aquecido a 180º a gratinar.
Sirva de imediato.

Notas:
Receita original: aqui.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Salada de grão-de-bico com romã

Os frutos que outrora eram dádiva da natureza são agora explorados e inflacionados, graças também à moda de cozinhar (ainda bem, a moda, não a inflação). Um desses frutos é a romã, no meu tempo de criança árvores de frutos como a romã, o figo ou o marmelo eram frutos de todos e de ninguém, estavam à beira do caminho ou na extrema dos quintais para que todos lhes chegassem, agora aparecem nas grandes superfícies a preços proibidos e com camadas de cera para que fiquem brilhantes.
Um destes dias o preço das romãs importadas da Índia era mais de €8.00 o kilo.
Felizmente no meu jardim tenho uma romãzeira adolescente ainda, e prometo que não negarei a ninguém os seus frutos.
Cheira a Outono! E eu feliz da vida, gosto das cores, dos cheiros da luz do Outono.
Para celebrar, uma salada simples, deliciosa e com um visual lindo.



Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

250g de grão-de-bico
4 c sopa de azeite
3 Dentes de alho picados
3 c sopa de melaço de romã
2 dl de água a ferver da cozedura do grão
1 Pitada de açafrão
Ervas frescas para servir (de preferência coentros)
1 Romã (sementes)
Sal & pimenta

Fiz assim:

Depois de demolhado, cozer o grão aproveitando a água da cozedura.
No wok aquecer o azeite e fritar ligeiramente o alho, juntar o grão escorrido, o melaço, a água a ferver e o açafrão.
Deixe ferver até evaporar a água, (mais ou menos 10 minutos), baixe o lume e deixe o grão caramelizar um pouco.
Temperar de sal e pimenta.
Servir morno ou frio polvilhado de ervas frescas picadas.

Notas:

Se não tiver a água da cozedura do grão, use água a ferver ou
caldo de legumes.
Se o grão for jovem não necessita de ser demolhado, tal como o feijão ou a ervilha seca. Chama-se jovem quando é da colheita desse ano.
Quando cozer grão faça-o apenas com água, coza uma grande quantidade, divida em porções e congele, é muito mais saboroso e barato que grão enlatado.

Veja outras receitas com romã.
Fonte

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Beringela e cogumelos marinados

Cheguei à conclusão que faço parte de uma família de bons garfos.
Seja por que motivo for que nos juntemos é sempre em volta da mesa, e mesmo que não sejam horas de almoço ou jantar, há sempre qualquer coisa, nem que seja pão e azeitonas.
À segunda-feira ao jantar é a minha vez de receber, é assim uma espécie de rentrée da semana, a tertulia de 2ª feira. È praticamente impossível fotografar comida, com pessoas à espera para comer, mas como fiz esta entrada de véspera pude com toda a calma tentar captar uma imagem reveladora do seu agradável sabor.

Infelizmente terei de me ausentar mais uma vez, e espero ser apenas durante uma semana. Conforme vos tinha dito no passado dia 1, este mês será assim: a meio gás e em "piloto automático".


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

1 Beringela pequena
200g de cogumelos
1 dl de azeite
4 Dentes de alho picados
Sal & pimenta preta de moinho
Salsa picada a gosto
½ Copo de vinho branco
Sumo e raspa de 1 limão
1 Haste de tomilho


Fiz assim:

Lave a beringela, corte-a em rodelas, polvilhe de sal grosso e reserve durante mais ou menos 20 minutos.
Escove os cogumelos e corte-os em quatro.
Escorra e beringela, lave-a em água corrente, e seque-a com um pano.
Unte um recipiente de forno com azeite, disponha dentro a beringela, polvilhe com 2 dentes de alho picado, tempere de pimenta e regue com um fio fino de azeite.
Leve ao forno pré aquecido a 200º durante 35 minutos.
Retire do forno, deixe arrefecer e envolva a salsa picada. Reserve.
Numa frigideira, aqueça um pouco de azeite e salteie os cogumelos até alourarem, polvilhe com o restante alho picado, regue com o vinho e o sumo de limão, junte também a raspa e o tomilho, deixe apurar até reduzir, rectifique o sal e a pimenta.
Retire do lume e deixe amornar.
Envolva a beringela e os cogumelos, e deixe a marinar pelo menos durante 1 hora antes de servir.
Sirva com fatias de pão rústico torradas.

Notas:

Veja também: pepino agridoce.
Na foto um garfo que herdei da minha avó paterna, da qual guardo memórias de pão quente e queijo de cabra caseiro.
Receita do livro: “Antipasti”da Naumann & Göbel.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Pão de besan

Besan ou farinha de grão-de-bico, é usado na cozinha indiana para o fabrico de pão, bhajias (fritos de legumes num polme) e também para engrossar molhos e estabilizar o iogurte quando este é adicionado a pratos quentes.
Estes pães são uma delícia quentinhos, servem de petisco ou como entrada para uma refeição.
São fáceis e rápidos de fazer, e para além disso são mais uma maneira de consumir esta maravilhosa leguminosa que é o grão-de-bico e da qual eu gosto bastante.



Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

2/3 chávena de farinha ata ou trigo integral
½ chávena de besan
½ c chá de sal
1 cebola pequena picada
¼ molho de coentros picados (caules inclusive)
2 malaguetas verdes sem sementes e picadas
2/3 chávena de água
2 c chá de ghee ou manteiga

Fiz assim:

Peneire as farinhas, junte o sal e misture bem.
Junte a cebola, a malagueta, os coentros e a água e misture até obter uma massa macia.
Pode ser necessário ajustar com água ou farinha dependendo do tamanho e humidade dos vegetais.
Cubra a tigela, e deixe repousar durante 15 minutos.
Passado esse tempo amasse durante 5 ou 7 minutos, (pode usar o gancho da batedeira).
Divida a massa em 8 pedaços iguais e com as mãos molde bolas, sobre a bancada enfarinhada e com a ajuda de um rolo, abra a massa em forma de discos, não muito finos.
Aqueça a seco uma frigideira pesada e de preferência anti-aderente e coloque os discos virando-os pelo menos 3 vezes e de cada uma das vezes untando-os com ghee.
Coloque num prato e sirva quente.

Notas:

Pode encontrar besan em mercearias indianas ou nas boas lojas de produtos diatéticos.
Como outra farinha qualquer, convém guardar em local fresco, escuro e em recipiente hermético.
Veja também:
chapatis.

Fonte: "Cozinha indiana"

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Pepino agridoce

No dia que vi este petisco neste blog, tinham-me oferecido uma cesta de pepinos enormes. Deixei alguns de parte para as saladas típicas do Verão e com dois deles preparei esta iguaria.
È uma delicia como entrada, e se misturado numa salada serve também de tempero.
Uma sugestão que tem tudo a ver com o tempo quente, os pic-nic’s e os churrascos.



Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.

Usei:

2 ou 3 pepinos grandes
½ Chávena de açúcar amarelo
1 Chávena de vinagre de vinho branco
1 Chávena de óleo de amendoim
2 c sopa de sal
1 Malagueta aberta ao meio
1 Pedaço de gengibre laminado
1 Pimentão verde sem sementes e cortado em tiras


Fiz assim:

Lave os pepinos muito bem.
Corte ao meio e depois abra-os no sentido do comprimento, retire as sementes e corte em palitos.
Coloque os palitos de pepino num recipiente fundo de plástico e polvilhe com o sal.
Deixe repousar fora do frigorífico durante 3 horas.
Passado esse tempo, escorra e seque os pepinos muito bem com um pano.
Junte o pimento, o gengibre, o açúcar e o vinagre, envolva muito bem.
Aqueça o óleo com a malagueta. Quando estiver quente e a malagueta dourada, retire do lume e deite sobre os pepinos, misture muito bem.
Deixe arrefecer, tape e guarde no frigorífico.
Espere 24 horas antes de consumir.
Polvilhe com sementes de sésamo.


Notas:

Guarde no frigorífico em recipiente tapado, e está sempre pronto a servir.
Use em sandes e combine com atum ou salmão fumado.
Receita original: Chá com arroz
.

(Publicação previamente agendada, blogueira ausente até 01/09/2008)

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Falafel e hummus


Esta publicação poderia chamar-se: festival do grão-de-bico.
O grão-de-bico é um alimento riquíssimo e é também conhecido como carne dos pobres, pois ao longo dos tempos foi base na alimentação dos povos mais carenciados satisfazendo as necessidades mais básicas.
As ou os falafel são umas bolinhas deliciosas, podem servir de entrada ou como recheio de pão pita quentinho.
O hummus é uma pasta muito apreciada em todo o Médio Oriente, serve-se também com pão pita e legumes da época.


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.



Para os falafel

Usei:


250g de grão-de-bico seco
1 Cebola grande
3 Dentes de alho
2 c sopa de farinha
2 c sopa de coentros picados
1 c chá de cominhos moídos
¼ c chá de pimenta de caena
Sal & pimenta preta de moinho
Óleo para fritar


Fiz assim:

De véspera colocar o grão-de-bico de molho em água fria.
Pele-o e desfaça-o no robot de cozinha ou picadora.
Ainda com o robot a funcionar, junte a cebola partida de forma grosseira, os alhos e os restantes ingredientes.
Quando tiver um preparado homogéneo guarde no frigorífico e deixe repousar durante uma hora.
Passado esse tempo, molde bolinhas do tamanho de nozes e frite em óleo quente, (180º).
Escorra sobre papel absorvente.

Para o hummus

Usei:

300g de grão-de-bico cozido
3 Dentes de alho
3 c sopa de tahini (pasta de sésamo)
1 Limão
Sal

Para servir:

1 c chá de paprica
1 c sopa de azeite
1 c chá de salsa picada
Cominhos moídos

Fiz assim:

Escorra o grão e passe-o por água fria corrente, reserve alguns inteiros e reduza os restantes a puré, junte os alhos e reduza-os também. Adicione a tahini e o sumo de limão, tempere de sal e de pimenta de caena e misture muito bem.
Se necessário junte um pouco da água da cozedura do grão.
Deite numa taça, decore com a paprika desfeita no azeite, os grãos inteiros, salsa picada e polvilhado com os cominhos.

Notas:

Para retirar as cascas ao grão, deite-os sobre um pano, feche-o e esfregue bem.
A pasta de tahini encontra-se À venda em mercearias de produtos exóticos, ou em lojas de produtos naturais e dietéticos.
Fonte: “Cozinhar com vegetais”


(Publicação previamente agendada, blogueira ausente até 01/09/2008)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Salada de queijo de cabra


No início do Verão almocei com um grupo de amigas num terraço com uma vista maravilhosa sobre o rio Tejo. Comi uma salada parecida com esta e acompanhei com muita conversa animada.
Continuando o espírito de Agosto em que tudo é leve, fresco e fácil, proponho-lhes fazer esta delícia.

Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.



Usei:

2 Fatias de pão de passas
2 Fatias de chévre
Um punhado de rucúla
3 Tomates cereja (ou mais se preferir)
6 Bagos de uva
Passas, sultanas e miolo de noz
Mel
Flor de sal

Fiz assim:

Torre as fatias de pão.
Coloque-as no prato e por cima disponha as fatias de queijo, leve ao forno a gratinar por uns instantes até o queijo começar a derreter.
Monte o prato colocando a rucúla, o tomate, os bagos de uva, salpique com os frutos secos, regue com um fio de mel e polvilhe a rucúla com flor de sal.

Notas:

Sirva como entrada ou como refeição leve.
Substitua a rucúla por outras folhas verdes a gosto.

Veja também: outras saladas.

(Publicação previamente agendada, blogueira ausente até 01/09/2008)

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Chapatis

No princípio de Abril almocei com umas amigas queridas num restaurante indiano, a comida estava uma delícia, as cervejas bem geladinhas, e a conversa super animada.
Antes de almoço, e como donas de casa apaixonadas pela confecção e degustação culinária, tínhamos ido ás compras. O tema foi: ingredientes exóticos. Foi o máximo!
Se é homem, e se está a ler isto a comparação é: ir ao estádio com os amigos assistir a uma final em que a equipe das suas cores vence com um golo no último minuto!
Tendo na memória esse encontro, lembrei-me de fazer um caril, e para acompanhar: chapatis. Fáceis, deliciosos e muito rápidos de preparar. Bom apetite.


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

1 + 1/3 de chávena de farinha ata
1 c chá de sal
1/3 de chávena de água

Fiz assim:

Numa tigela, colocar a farinha.
Fazer uma cova ao meio e deitar a água com o sal.
Amasse bem, até obter uma massa maleável.
Passe para a bancada enfarinhada e continue a amassar durante 10 minutos.
Deixe repousar durante 30 minutos.
Divida a massa em pequenas bolas e depois estenda com o rolo em pequenos discos.
Coloque ao lume uma chapa de ferro ou frigideira antiaderente, e quando estiver quente coloque o disco de massa.
Quando começar a empolar volte e pressione com um pano de cozinha dobrado, depois de estar alourado dos dois lados, retire e mantenha quente.
Repita a operação até esgotar a massa.


Notas:

Pode substituir a farinha ata por farinha de trigo integral fina e peneirada.
Se não tiver tempo de deixar a massa repousar, pode fazer os chapatis imediatamente, sem grande prejuízo no resultado final.
Os chapatis normalmente são consumidos assim que ficam prontos, por isso mantenha-os quentes até servir.Acompanha caril de legumes e outros.

(Publicação previamente agendada, blogueira ausente até 01/09/2008)

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

Salada de magret com amêndoas

Mais uma sugestão leve, fresca e rápida.
A ideia surgiu inspirada nas sobras do magret com molho de framboesa, mas vale a pena preparar um peito de pato especialmente para esta salada.
Acompanhe com o que mais lhe apetecer mas não deixe de colocar as lâminas de amêndoa, o leve croncante das mesmas em contraste com a maciez do magret é o trunfo
desta salada.



Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.



Usei:

½ Peito de pato
1 Punhado de amêndoas laminadas
Tomate cereja
Bagos de uva preta
Fatias de pão de sementes
Folhas de rucúla selvagem
Mostarda de Dijon
Mel

Fiz assim:

Prepare o magret na frigideira, como explicado nesta receita.
No forno, torrei as fatias de pão e as lâminas de amêndoa.
Misture a mostarda com o mel, proporção de 1 c sopa de mostarda para 1 c chá de mel.
Coloque no prato, as folhas verdes, o magret cortado em fatias finas, o tomate e as uvas. Polvilhe com as lâminas de amêndoa, e regue com um fio de molho.
Acompanhe com as fatias de pão torrado.


Notas:

Veja aqui molhos para saladas.

(Publicação previamente agendada, blogueira ausente até 01/09/2008.)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Tosta de salmão e feta

Tal como anunciado na rubrica: "próximos ensaios", o mês de Agosto será mais de sugestões do que receitas a seguir à risca.
Esta tosta é uma sugestão de refeição leve, e ao mesmo tempo uma delicia.
Acompanhe com salada de folhas cruas e um copo de sumo natural, depois coloque no saco da praia umas cenouras descascadas e uns frutos secos e vá petiscando ao longo do dia.
Não se esqueça: carregue sempre consigo uma garrafa de água mineral!

Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui.

Usei:

Fatias de pão integral com passas
Queijo feta
Salmão fumado
Cebolinho picado
Pimenta preta de moinho

Fiz assim:

Torrar o pão.
Esmagar o queijo com um garfo, misturar com o cebolinho e temperar com a pimenta.
Barrar as fatias de pão com o queijo, por cima colocar as fatias de salmão fumado.
Polvilhar com o cebolinho.

Notas:

Veja também: tosta de salmão com ovo mexido.
Bom Verão!


segunda-feira, 21 de julho de 2008

Salada de bulgur com arandos secos

Depois de ter feito os queques de arando e laranja, sobrou uma mão cheia de arandos secos, (dry cramberries), depois do ensaio doce, queria agora provar os arandos numa receita salgada.
Decidi-me por uma salada, pois nesta altura do ano elas são presença constante à mesa.
Ainda bem, gostei muito, ao ponto de não vos ser capaz de dizer se a minha preferência vai para o doce ou para o salgado.
Não coloquei nenhum molho, pois para mim ficou perfeito assim, apenas o sabor do azeite com as cebolinhas e o sumo de limão a temperar os frutos secos e bulgur que esteve quase a ser trocado pelo trigo-sarraceno.

Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui.

Usei:

1 Chávena de café de bulgur
½ Chávena de chá de arandos secos
2 c sopa de pinhões
2 c sopa de nozes
1 Cebolinha nova
Sal & pimenta
Sumo de ½ limão
Azeite

Fiz assim:

Hidratar o bulgur juntamente com os arandos em caldo quente da sua preferência, ou apenas em água, durante pelo menos 4 horas, (se for mais não faz mal).
Escorrer e reservar.
Numa frigideira de fundo espesso e de preferência anti-aderente, torrar ligeiramente os pinhões e as nozes picadas de forma grosseira. Retire do lume e reserve.
Na mesma frigideira, deitar um fio de azeite, quando estiver bem quente, deitar a cebolinha picada e deixar murchar.
Junte o bulgur e os arandos e salteie durante uns minutos, até os sabores incorporarem.
Tempere com um pouco de sal e pimenta preta acabada de moer, e incorpore os frutos secos.
Regue com o sumo de limão, envolva e sirva morno.

Notas:

Se não encontrar arando seco, substitua por passas de uva, não é que seja parecido em sabor mas tem quase a mesma consistência e combina muito bem com o bulgur, as nozes e os pinhões.
Caldos caseiros,
aqui.
Outras saladas com sêmolas:
Couscous com grão de bico, bulgur com sementes e legumes, quinoa com especiarias.
Adaptado daqui.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Nós de alho amanteigados

Ao tempo que eu não fazia pão!
Fazer pão é algo que me relaxa e fascina. Relaxa-me o trabalhar a massa e fascina-me o processo de fermentação e o aroma do pão.
O alho é adorado ou odiado, eu faço parte dos que gostam muito, um dos meus petiscos preferidos é uma fatia de pão caseiro tostada e morna onde se esfrega um dente de alho, ou quem não conhece as famosas fatias de
pão de alho?! Ou a açorda alentejana?!
Pois é, alho e pão sabem bem juntos, por isso aqui fica esta sugestão para uma entrada ou petisco ou até como acompanhamento de uma sopa.
O formato de nó é apenas uma sugestão, podem muito bem ser moldados de outra forma.


Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui

(Versão máquina do pão mais abaixo)
Receita para 18 pãezinhos pequenos

Usei:

Massa:

½ chávena de leite meio gordo
90g (6 c sopa) de manteiga sem sal
¼ cávena de água morna
½ c chá de açúcar + 1 c sopa (separadas)
1 c sopa de fermento em pó instantâneo ou 25g de fermento de padeiro fresco
1 ovo grande à temperatura ambiente
1 c chá de alho seco moído
3 chávenas de farinha de trigo s/ fermento (pode ser necessário mais um pouco)
1 c chá de sal

Para guarnecer:

Manteiga amolecida q.b.
3 ou 4 dentes de alho picados finamente

Fiz assim:

1. Leve ao lume o leite com a manteiga em pedaços, e deixe a manteiga fundir sem o leite ferver. Retire do lume e deixe amornar. Reserve.
2. Misture a água morna com o fermento e ½ c chá açúcar, (se usar fermento fresco desfaça-o na água), e deixe repousar por 5 minutos.
3. Bata o ovo com a c sopa de açúcar.
4. Peneire a farinha com o sal e o alho em pó para cima da bancada e faça uma cova no meio, deite o ovo batido e a mistura de fermento, vá envolvendo na farinha a pouco e pouco até incorporar. Amasse até obter uma massa fofa e elástica não muito seca. Se a massa estiver demasiado húmida, vá juntando colheres de farinha até atingir a consistência desejada.
Se tiver uma batedeira de gancho, use-a para amassar.
5. Com as mãos e a bancada enfarinhada, molde uma bola.
6.Unte uma tigela com manteiga, e dentro, coloque a massa fazendo-a rodar até ficar completamente untada na manteiga.
Cubra com película aderente e deixe repousar em locar abrigado até a massa dobrar de volume.
7. Passado esse tempo, espalme a massa e pincele-a com manteiga derretida, dobre a massa ao meio e pincele novamente e mais uma vez volte a dobrar.
Tape a massa com um pano e deixe repousar mais um pouco. (mais ou menos 45m).

Versão máquina do pão

Coloque na máquina os ingredientes seguindo a ordem:

- Leite
- Manteiga
- Ovo
- Farinha
- Açúcar
- Sal
- Alho moído
- Fermento

Programe a máquina no ciclo amassar e levedar.
Passe para o passo 7, e prossiga.

Moldar os nós

Vá retirando pequenas porções de massa e depois de formar um cordão, dê-lhe um nó. Ou então, estenda a massa com o rolo e com um cortador de pizza ou uma faca afiada corte tiras de massa, e molde os nós a partir daí.
Disponha os pãezinhos num tabuleiro forrado com papel vegetal separados entre si, cubra com um pano e deixe repousar enquanto o forno aquece a 200º.
Enquanto isso, derreta um pouco de manteiga, e pique o alho.
Pincele os pães com a manteiga e polvilhe com o alho picado.
Leve ao forno durante 15 a 20 minutos ou até que fiquem corados.

Notas:

Substitua a manteiga da receita por 2 c sopa de azeite.
Para além do alho, polvilhe com parmesão ou outro queijo a gosto e / ou ervas finas picadas.

Adaptado de: Bon appetit
Receita:
aqui.

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Kufta

Um dos últimos livros de culinária que comprei foi um livro sobre gastronomia do médio oriente. O que a principio me chamou a atenção no livro é o facto de nos transportar numa viagem de tradições e histórias onde os costumes culinários nos são apresentados de uma forma muito informal. As receitas são fáceis e apelativas.
Esta foi feita para um petisco de fim-de-semana, é de confecção fácil e agradou a todos.

Versão de impressão / arquivo desta receita: aqui.

Usei:

1 Chávena de café de bulgur
1 Cebola grande
3 Dentes de alho
1 c sopa de massa de pimentão
1 c sopa de massa de malagueta
300g de carne de vaca picada
1 molho de salsa
1 c chá de cominhos moídos
Sal & pimenta

Fiz assim:

Deite o bulgur numa tigela e cubra com água quente ou caldo da sua preferência. Deixe hidratar durante pelo menos 4 horas.
Pique a cebola e os alhos e junte à carne picada. Escorra o bulgur e junte também. Misture bem.
Tempere com o sal, a pimenta e os cominhos, e junte a massa de pimentão e a malagueta. Pique a salsa e junte ao preparado.
Amasse muito bem até estar ligado. Molde bolas do tamanho de almôndegas e frite numa mistura de azeite e óleo. Escorra sobre papel absorvente.
Polvilhe com malagueta em flocos, e sirva.

Notas:

Se não conseguir ligar a massa, junte umas colheres do caldo de hidratar o bulgur.
Pode substituir a massa de pimentão por paprica, e a massa de malagueta por pimenta de caena, como estes ingredientes são secos pode ter de ajustar a massa com o caldo mencionado.

quarta-feira, 11 de junho de 2008

Salada de beterraba com laranja


A minha mãe ensinou-me que a maior falta de educação perante a comida é dizer: “não gosto!”
Perante isto, eu digo sempre que gosto muito ou gosto pouco, são muito poucas as coisas a que eu digo: “ gosto pouco”, e isso deve-se à educação de paladar a que fui sujeita na infância, sim, porque o paladar educa-se e habitua-se com a continuação.
Agora sou eu que de alguns anos para cá estou no papel de educadora, por isso esforço-me por dar a provar uma grande variedade de ingredientes à “piolha”, a principio o entusiasmo não era grande, mas agora já diz: “Ò mãe não te preocupes, sabes que eu provo tudo!”

A beterraba em estado sólido foi introduzida com esta salada deliciosa e linda, a receita é da Fer do blog Chucrute com salsicha.


Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita


Usei:

2 Beterrabas
2 Laranjas
1 c sopa de vinagre de champagne
5 c sopa de óleo de noz
Sal e pimenta preta de moinho a gosto

Fiz assim:

Aproveitando o forno enquanto preparava outras coisas, coloquei a assar as beterrabas por descascar e embrulhadas em papel de alumínio.
Ficaram a repousar no frigorífico, até serem usadas na salada.

Descasquei as laranjas retirando todas as peles brancas, e cortei em rodelas e depois em quartos aproveitando o sumo que ia escorrendo. Juntei as beterrabas cortadas em cubos e envolvi bem.
À parte misturei bem, o sumo de laranja, o vinagre e o óleo. Temperei com o sal e a pimenta, e deitei sobre a salada envolvendo tudo muito bem.
Distribui por duas taças e servi bem fresco.

Notas:

Diferente da receita original está o tempero com sal e pimenta.
Conforme as palavras da autora, qualquer óleo de nozes ajuda a intensificar o sabor da beterraba.
O vinagre pode ser de vinho branco.


quarta-feira, 21 de maio de 2008

Creme aveludado de couve flor

Poderia começar por vos dizer que por aqui a Primavera anda tímida e a chuva e o frio ainda fazem parte do dia a dia para justificar esta sopa, mas na verdade é que eu gosto muito de sopa, é a minha entrada de eleição para uma refeição mais elaborada, ou um prato único de uma refeição ligeira.
Este creme é delicioso mas nada fotogénico, pois a sua cor pálida não se deixa captar nem com luz nem sem luz.
Fica no entanto o meu testemunho escrito de que é veludo que acaricia as papilas gustativas.


Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receitaUsei:

1 Couve-flor pequena
1 Courgete
1 Cebola média
1,5 l de caldo a gosto (usei de aves)
1 dl de leite
2 c sopa manteiga
1 c sopa de farinha
1 gema de ovo
sal
quadrados de pão torrado e ovo cozido para servir

Fiz assim:

Ferve-se a couve em água temperada de sal durante 5 minutos, escorre-se e substitui-se por parte do caldo a ferver.
Junta-se a cebola em pedaços e a courgete descascada e também em pedaços.
À parte derrete-se a manteiga, junta-se a farinha mexendo para ligar. Adiciona-se um pouco de caldo quente até fazer um creme fluido que se deita na panela onde estão os legumes, perfazendo assim a totalidade do caldo pedido na receita.
Deixa-se ferver em lume brando até a couve estar cozida.
Retira-se do lume e passa-se com a varinha mágica ou tritura-se no copo liquidificador, reservando uns raminhos para decorar.
Liga-se com a gema e o leite, e volta ao lume mexendo sempre só até querer levantar fervura, rectifica-se de sal, e serve-se decorado com os raminhos de couve, os croutons e o ovo cozido à parte.

Nota:

Aproveite o pão endurecido para fazer os croutons.
Corte quadradinhos de pão e leve em tabuleiro ao grill do forno.

Opcionalmente pode salpicar com azeite, ervas aromáticas e flor de sal.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Caldo de poejos com ovos escalfados

Fiz este caldo no jantar do meu aniversário, a apresentação não é bonita, mas o sabor é muito do meu agrado, talvez devido ás minhas origens ou pelo carinho que tenho ao que é tradicional português.
A gastronomia alentejana reflecte as dificuldades de outros tempos, a ausência de ingredientes e especiarias é muito bem compensada pelos sabores da terra vindos das ervas aromáticas como neste caso o poejo.

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Usei:

100 g de toucinho entremeado salgado (ou bacon)
2 colheres de sopa de banha
1 cebola
1 dente de alho
1 molho grande de poejos
1 folha de louro
sal
pimenta
200 g de pão de 2.ª duro
4 ovos

Fiz assim:

Cortei o toucinho em tirinhas e fritei-o sobre lume brando com a banha.
Juntei a cebola picada e o alho esmagado e deixei refogar um pouco. Juntei os poejos em raminhos e o louro. Deixei estalar durante cerca de 2 minutos. Reguei com a água suficiente e temperei com sal (atenção ao sal do toucinho), deixei ferver tapado durante cerca de 30 minutos.
Entretanto, cortei o pão em fatias e coloquei numa terrina.
Escalfei os ovos no caldo da sopa, e coloquei-os na terrina sobre o pão.
Reguei com o caldo, deixei abafar durante 5 minutos e servi.

Notas:

Pode ser acompanhada com queijinhos frescos.
Esta sopa faz-se também com a gordura resultante de fritar o toucinho de porco e temperada com massa de pimentão em vez de banha simples.
A essa gordura dão os alentejanos o nome de banha corada.


quarta-feira, 7 de maio de 2008

Fritas lêvedas

Aprendi a fazer estes bolinhos de bacalhau na véspera de Natal pelas mãos da Dª Mabilde uma senhora transmontana e cozinheira de mão cheia.
A Dª Mabilde esteve todo o dia na cozinha sempre com boa disposição, e a tudo dizia que sim que se fazia, sem nunca se atrapalhar ou reclamar.
Fazem lembrar as pataniscas de bacalhau mas como se diz em Trás-os-montes, “para cá do Marão, mandam os que cá estão”.
Estes bolinhos típicos podem ser feitos sem a massa levedar, foi assim que os provei nessa ocasião, de uma maneira ou de outra são uma delícia.

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Usei:

1 Lombo de bacalhau
300g de farinha sem fermento
10g fermento fresco
Agua da cozedura do bacalhau
2 ou 3 ovos
1 ramo de salsa
Sal & pimenta
Azeite e óleo para fritar

Fiz assim:

Cozi o bacalhau. Escorri e reservei parte da água da cozedura.
Desfiz o fermento num pouco da água da cozedura ainda morna, e deixei em repouso enquanto retirei a pele e a espinha do bacalhau, desfazendo-o em lascas não muito pequenas, pois com o amassar este irá desfazer-se por si.
Peneirei a farinha para dentro de uma tigela, e no centro coloquei a mistura de fermento, os ovos e um pouco de sal e pimenta preta de moinho. Misturei com um pouco de farinha que ia “puxando” dos lados. Junta-se o bacalhau e a salsa picada e mais água da cozedura ao ponto de formar uma massa pouco densa, ou seja, a massa não deve ficar compacta como uma bola mas sim um polme grosso para ser frito ás colheradas.
Tapei a tigela com película, e deixei levedar mais ou menos 40 minutos.
Numa frigideira funda, aqueci uma mistura de azeite e óleo e fritei colheradas de massa.
Escorre-se sobre papel absorvente, e serve-se.

Notas:

Os bolinhos feitos com massa lêveda ficam com a consistência de pãezinhos e podem ser consumidos quentes ou frios.
Se os fizer sem levedar, substitua o fermento fresco por fermento químico para bolos ou use farinha com fermento.
Pode aproveitar sobras de bacalhau para fazer as fritas.
Podem ser fritos apenas em óleo, mas fritos em azeite ou numa mistura de óleo e azeite, ficam bem mais saborosos.

P.S. Continuarei ausente até Segunda Feira, mas tentarei responder a todos os mails logo que possível.

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Ervilhas de quebrar com molho cremoso de balsamico

Embora a Primavera não seja a minha estação do ano favorita, (sou mais a dar para a melancolia e cor do Outono), tenho que me render ás ofertas da terra nesta altura.
Os legumes estão no auge da sua cor, beleza e sabor. Para mim a melhor maneira de desfrutar de legumes tenros e saborosos é numa salada.
Sendo assim, saiu esta deliciosa refeição inspirada numa receita do livro: “cozinhar com vegetais".
No original. O molho é feito com natas, mas na minha opinião o iogurte liga bastante melhor com a frescura dos verdes.

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Usei:

500g de ervilhas de quebrar
Batatinhas novas a gosto (opcional)
1 haste de segurelha
3 c sopa de pinhões
2 c sopa de nozes partidas grosseiramente
Sal

Molho
1 iogurte natural
2 c sopa de vinagre balsâmico
1 c sobremesa de mostarda de Dijon
sal & pimenta

Fiz assim:

Prepare as ervilhas retirando-lhe o fio.
Introduza-as num tacho com água a ferver temperada com sal e com o raminho de segurelha. Deixe cozer apenas 5 minutos. Retire do lume, escorra e passe as ervilhas por água fria.
Coza também as batatinhas (se forem pequeninas e tenras podem cozer junto com as ervilhas), e proceda da mesma forma.
Reserve.
Numa frigideira anti aderente, torre os pinhões até terem uma cor dourada.
Coloque as ervilhas e as batatas numa saladeira, e polvilhe com os pinhões e as nozes.
Prepare o molho numa taça à parte, da seguinte forma:
Misture muito bem o iogurte com o balsâmico, incorpore a mostarda e volte a misturar bem. Tempere com sal e pimenta preta moída na hora.
Sirva à parte, ou envolva nos legumes antes de deitar os frutos secos, polvilhando-os no final.

Notas:

Vinagre balsamico di modena.
Use de preferência iogurte grego, é muito mais cremoso.
Pode também usar natas ou creme fraiche.
Faça com antecedência e sirva bem fria.


segunda-feira, 28 de abril de 2008

Cestinhas de chévre com ameixas em xarope de vinho tinto

A história de vez em quando repete-se.
Uma ida ás compras e um caso de inspiração junto à prateleira dos frescos. Uma embalagem de massa filo e um queijo chévre sorriram para mim.
No final fico sempre a pensar na minha figura, será que as pessoas repararam que eu estava em estado “catatónico” com um queijo na mão?
Saiu isto. Sobremesa, entrada, guloseima? Tanto faz, é bom!

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Usei:

6 folhas de massa filo
1 queijo chévre
8 ameixas secas sem caroço
½ chávena de vinho tinto
¼ chávena de açúcar
1 pau de canela
1 cravinho da Índia
1 vagem de cardamomo
1 folha de louro
manteiga para untar

Fiz assim:

Cortei as folhas de massa até ficar com a forma de quadrados.
Untei cada um dos quadrados com um pouco de manteiga e sobrepus sobre ramequins, para que, cada um deles ficasse com 3 ou 4 folhas sobrepostas.
Levei ao lume o vinho com as ameixas, as especiarias o açúcar e o louro.
Deixei fervilhar em lume brando até atingir a consistência de xarope fraco.
Cortei o chévre em rodelas grossas e distribui pelos ramequins, em cada um deles coloquei 2 ameixas e reguei com um pouco da calda de vinho, não muita para não ensopar em demasia o fundo.
Levei ao forno, até o queijo fundir e a massa atingir uma cor dourada.

Notas:

Em vez de fazer o xarope de vinho com a fruta, pode usar ameixas d'Elvas e regar com um pouco da calda.
Da próxima vez retirarei a casca ao queijo, pois a apresentação fica um pouco comprometida ficando a casca do queijo vazia dentro do cesto.
Veja também:
camembert com figos secos.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Pãezinhos de polvilho com queijo


O que é que se espera, quando a receita é da Neide, e já foi feita por metade da blogosfera? Sucesso garantido!
Deliciosos os pãezinhos quentinhos, e tão fácil e rápido de fazer.
Não alterei em nada de nada o original, mas fiquei com vontade de experimentar com fécula de batata, mozarela e orégãos.


Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui



Usei:

½ chávena de leite
¼ de azeite extra virgem
1 ovo
1 chávena de polvilho doce
2 c sopa de parmesão ralado na hora
1 pitada de sal
Alecrim e flor de sal para polvilhar

Fiz assim:


Coloquei todos os ingredientes com excepção do alecrim e flor de sal, no copo liquidificador, bati até ficar homogéneo, (fica uma massa liquida), deitei em forminhas de queques não untadas.
Polvilhei com folhas de alecrim ligeiramente picadas e flor de sal.
Foram ao forno pré aquecido a 180º durante 20m.

Notas:
Coloque a massa a 1/3 da capacidade das forminhas pois os pãezinhos crescem bastante.
Receita original da
Neide.