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segunda-feira, 16 de junho de 2008

Mini calzoni

Gosto tanto de petiscos salgadinhos, seja para um lanche ou como neste caso para levar de viagem quando o tempo para fazer uma refeição é muito limitado.
A massa teve por base uma receita da
Cinara, e preparada na máquina do pão, mas pode muito bem ser preparada de forma tradicional.
O recheio foi de improviso, neste aspecto vale o gosto pessoal e a disponibilidade de ingredientes, a imaginação não tem limites.
São deliciosos saídos do forno, mas depois de frios não perdem a graça e permanecem fofos.


Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita

Usei:
Massa

1 Chávena de água morna (200 ml)
2 c sopa de azeite
3 chávenas de farinha para pão
2 c chá de sal
1 c sopa de açúcar
1 c chá de alho em pó
1 c sopa de orégãos secos
1 pitada de pimenta preta de moinho
1 c sopa de fermento seco

Recheio

Molho de tomate ( receita aqui)
Azeitonas pretas em rodelas
Fatias finas de chourição
Tomate seco picado
Pimento vermelho picado
Mozarela ralado
Orégãos secos
Azeite

Fiz assim:

Na máquina do pão:
Coloquei os ingredientes da massa na máquina do pão pela ordem descrita, e seleccionei o programa amassar e levedar.

De forma tradicional:
De preferência, use fermento fresco.
Dissolva o fermento num pouco de água morna com o açucar.
Adicione o sal à restante água, misture e reserve.
Peneire a farinha para cima da bancada ou para dentro de uma tigela grande, faça uma cova no meio e deite aí o fermento, vá juntanto farinha em movimentos circulares, o azeite e a água onde previamente juntou também os restantes temperos. Amasse até ficar uma massa elástica, se necessário junte mais ou menos água. Tape a tigela e deixe dobrar o volume em ambiente resguardado, por exemplo dentro do forno desligado.

Depois da massa levedada, espalmar para retirar o ar e com um rolo esticar na espessura pretendida.
Cortam-se círculos usando um cortador redondo grande ou uma tigela virada ao contrário.
Barra-se cada círculo com o molho de tomate, por cima colocam-se os outros ingredientes do recheio, polvilha-se com orégão e rega-se com um pingo de azeite.
Dobre os círculos, (como rissóis) e com os dentes de um garfo pressione os bordos da massa de forma a colar e ao mesmo tempo decorar.
Disponha sobre um tabuleiro forrado com papel vegetal e leve ao forno pré aquecido a 180º até estarem dourados.

Notas:

Veja outra receita de massa aqui.
Na receita original a massa é temperada com uma mistura chamada de tempero italiano, é composto por: sal; alecrim; alho seco e pimenta preta. Outra versão: manjerona; tomilho; salva; orégãos; manjericão e segurelha.

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Fritas lêvedas

Aprendi a fazer estes bolinhos de bacalhau na véspera de Natal pelas mãos da Dª Mabilde uma senhora transmontana e cozinheira de mão cheia.
A Dª Mabilde esteve todo o dia na cozinha sempre com boa disposição, e a tudo dizia que sim que se fazia, sem nunca se atrapalhar ou reclamar.
Fazem lembrar as pataniscas de bacalhau mas como se diz em Trás-os-montes, “para cá do Marão, mandam os que cá estão”.
Estes bolinhos típicos podem ser feitos sem a massa levedar, foi assim que os provei nessa ocasião, de uma maneira ou de outra são uma delícia.

Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita

Usei:

1 Lombo de bacalhau
300g de farinha sem fermento
10g fermento fresco
Agua da cozedura do bacalhau
2 ou 3 ovos
1 ramo de salsa
Sal & pimenta
Azeite e óleo para fritar

Fiz assim:

Cozi o bacalhau. Escorri e reservei parte da água da cozedura.
Desfiz o fermento num pouco da água da cozedura ainda morna, e deixei em repouso enquanto retirei a pele e a espinha do bacalhau, desfazendo-o em lascas não muito pequenas, pois com o amassar este irá desfazer-se por si.
Peneirei a farinha para dentro de uma tigela, e no centro coloquei a mistura de fermento, os ovos e um pouco de sal e pimenta preta de moinho. Misturei com um pouco de farinha que ia “puxando” dos lados. Junta-se o bacalhau e a salsa picada e mais água da cozedura ao ponto de formar uma massa pouco densa, ou seja, a massa não deve ficar compacta como uma bola mas sim um polme grosso para ser frito ás colheradas.
Tapei a tigela com película, e deixei levedar mais ou menos 40 minutos.
Numa frigideira funda, aqueci uma mistura de azeite e óleo e fritei colheradas de massa.
Escorre-se sobre papel absorvente, e serve-se.

Notas:

Os bolinhos feitos com massa lêveda ficam com a consistência de pãezinhos e podem ser consumidos quentes ou frios.
Se os fizer sem levedar, substitua o fermento fresco por fermento químico para bolos ou use farinha com fermento.
Pode aproveitar sobras de bacalhau para fazer as fritas.
Podem ser fritos apenas em óleo, mas fritos em azeite ou numa mistura de óleo e azeite, ficam bem mais saborosos.

P.S. Continuarei ausente até Segunda Feira, mas tentarei responder a todos os mails logo que possível.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Camembert com doce de figos secos

Eu e a piolha, somos umas devoradoras de queijo, mas por vezes, “não há fome que não dê em fartura”, já diz o povo!
O coitado do camembert estava esquecido no frigorífico, e mesmo para duas glutonas, um queijo só assim simples de certeza que não “marchava” de uma vez só, por isso:

Usei:

1 Queijo camembert
4 c sopa de doce de figo seco
1 c sopa de azeite extra virgem
1 c sopa de orégãos secos
pimenta preta acabada de moer

Fiz assim:

Retirei uma tampa ao queijo.
Coloquei o queijo num prato que vá ao forno e à mesa.
Por cima espalhei o doce, o azeite, os orégãos e a pimenta.
Foi ao forno até a pasta do queijo e o doce se terem começado a fundir.
Servi com snacks de pão estaladiço de sementes e alecrim.

Notas:

Por norma todos os queijos maduros combinam com doce de frutos pouco ácidos.Um queijo que não é maduro, pelo contrário, é fresco e combina muito bem com doce é o requeijão, principalmente com doce de abóbora.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Tosta de salmão com ovo mexido

Uma das regras cá por casa é de que Sexta-feira ao jantar a cozinheira está de folga.
Cada um vai para a cozinha e dá largas à imaginação, ou simplesmente prepara uma tosta ou uma sanduíche.
Por vezes os petiscos revelam-se mais trabalhosos do que os jantares do dia a dia, quando a “piolha” me diz: “embora fazer crepes?!” ou: “e se fosse waffles?”
Desta vez, ganhei eu, propus uma tosta de pão rústico, e a “piolha” lambeu o beiço!


Usei:

4 Fatias de pão caseiro ou 2 bolas abertas ao meio
1 Ovo grande
2 c sopa de manteiga
2 dentes de alho
4 pés de salsa
1 tomate

Fiz assim:

Coloquei uma chapa de ferro ao lume, (pode usar uma frigideira de fundo pesado), e tostei as fatias de pão.
Enquanto isso, a “piolha” bateu e mexeu o ovo, numa frigideira anti aderente sem gordura e deixando-o húmido.
Piquei os dentes de alho e a salsa o mais finamente possível e envolvi na manteiga que convêm estar à temperatura ambiente.
A intenção era usar fatias de salmão fumado, mas estavam temporariamente indisponíveis no meu frigorífico, por isso usei salmão ao natural em conserva, que também piquei um pouco.
Barrei a fatia de pão com a manteiga de alho e ervas, de seguida o salmão, em cima uma rodela de tomate e o ovo mexido, decorei com uma folha de salsa.

Nota:

Tenha manteiga de alho, ou de ervas preparada antecipadamente.
Depois de agregados os ingredientes, enrole a manteiga em papel vegetal ou alumínio, mantenha no frigorífico e na hora de usar corte em fatias.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Amêijoas à Bulhão Pato

Para comemorar uma série de acontecimentos felizes, um deles as melhoras da Brida Francisca, apeteceu-me um petisco, um daqueles “finger food” regado com umas cervejolas e acompanhado de pão caseiro.
Não sou especialista a cozinhar marisco, optei por esta receita típica do Norte de Portugal, e gostei do resultado, para além de ser muito simples e sem muitos ingredientes.

Usei:

1.200Kg de amêijoas
1 Molho de centros
4 Dentes de alho
2 Limões (sumo)
Pimenta preta moída q.b.
1 Punhado de sal
Azeite q.b.

Fiz assim:

Colocam-se as amêijoas em água e sal durante umas horas, se forem frescas coloque 1c sopa de farinha de milho para largarem a areia, lave muito bem em várias águas.
Dê uma pancada nos alhos, descasque-os e pique os coentros.
Leve ao lume num tacho largo o azeite, coloque os alhos e deixe fritar sem queimar, coloque os coentros e quando começarem a estalar, deite as amêijoas.
Sacuda o tacho e tape, vá sacudindo de vez em quando até as amêijoas abrirem.
Depois de todas abertas, polvilhe com a pimenta acabada de moer e regue com o sumo de limão e polvilhe com coentros picados.

Nota:

Para colocar as amêijoas de molho pode usar água do mar.
Guarde-a num garrafão num lugar fresco e escuro.


Aproveite o caldo das amêijoas para preparar arroz.



Com o Outono "adiado" continua a apetecer petiscar!!!!

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Pão de alho supremo


Este é mais um petisco para completar uma refeição ligeira, uma entrada saborosa, ou simplesmente quando apetece um lanche diferente.
Este pão não têm qualquer segredo, pretende apenas ser uma sugestão.
È daquelas coisas que são sempre um sucesso, e que é impossível comer uma só.
Espero que gostem.

Usei:

1 Baguete grande
3 Dentes de alho
½ Pacote manteiga dos Açores
Queijo mozzarella q.b.
Orégãos q.b.

Fiz assim:

Cortei a baguete em fatias obliquas e da grossura de dois dedos, para que fique com mais área a cobrir pelo recheio.
Descasquei os alhos, e dei-lhe uma pancada com a lâmina da faca.
Numa frigideira levei ao lume brando a manteiga e depois de quente juntei os alhos, deixei fritar sem queimar. Retirei do lume.
Dispus as fatias de pão num tabuleiro de forno coberto com papel vegetal.
Com um pincel, pincelei com a manteiga de alho, por cima coloca-se o queijo ralado grosseiramente e polvilha-se com orégãos.
Vai ao forno até fundir o queijo.
Serve-se imediatamente.

Notas:

Esta receita funciona melhor com pão do dia anterior.
Pode ser recriada com outro tipo de coberturas.

A manteiga de alho também pode ser preparada a frio, batendo a manteiga à temperatura ambiente com o alho picado muito fino.

Na foto pequenina, os oregãos do meu jardim, foto tirada na Primavera.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

Requeijão assado


Quando a refeição é mais leve, do tipo só uma sopinha para confortar, sabe bem uma coisinha mais para ir "picando".
O requeijão é um dos meus ingredientes favoritos, simples, salgado ou doce, cai sempre bem.
Esta receita foi inspirada numa que vi na revista Blue Cooking do passado mês de Agosto. No entanto vou descrevê-la tal como fiz, pois isto são ensaios, não é verdade?

Usei:

1 requeijão

Os restantes ingredientes são a gosto:

Malaguetas secas
Azeite
Flor de sal
Mistura de pimentas
Oregãos secos
Malagueta vermelha fresca
Cebolinho

Fiz assim:

Pincelei ligeiramente com azeite um prato que vá ao forno e á mesa.
Coloquei o requeijão, temperei com as malaguetas secas picadas, oregãos, sal, pimenta moída na hora e um fio de azeite.
Coloquei em forno quente, (ver temperaturas de forno na barra lateral), até ficar dourado e firme, mais ou menos 15 ou 20 minutos.

Enquanto estava no forno, abri ao meio a malagueta, retirei as sementes e piquei. Piquei também o cebolinho, coloquei numa tigela pequena e juntei mais um pouquinho de azeite.
Quando retirei o requeijão do forno, voltei a salpicar com mais um pouco de flor de sal e pimenta, e reguei com o molho.

Servi com fatias de pão de centeio e sementes.

È uma delicia!!!!

Notas:


Fui apanhada a alindar o prato, pois é que os olhos são os primeiros a saborear.
Embora não tenha ficado muito douradinho, estava mesmo muito bom.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Pizza louca

Está a aproximar-se o fim de semana, e a vontade de cozinhar está condicionada pelo calor intenso que se faz sentir por estes lados, por isso hoje um prato muito informal, que nasceu do facto de não privar a família da chamada "fast food".

Esta pizza costuma aparecer de vez em quando na nossa mesa do jantar nos dias de relax, ou para convívio informal com amigos. Aqui em casa gostamos da massa alta e fofa, daí estar indicada a quantidade de 1 Kilo de massa, deverá ser menos para quem prefere massa fina e estaladiça. Os ingredientes que usamos reflecte a nossa preferência pelos sabores tradicionais e mediterrânicos, claro que, e quando falamos de pizza, a versatilidade dos ingredientes proporcionam uma infinidade de combinações. O nome é da autoria da minha F. há também um amigo que a chama de “bolo-rei” devido ao aspecto e ao tamanho. Espero que gostem!


Cá vai:

Ingredientes

• Massa de 1 pão de Kilo
• 300 ml de molho de tomate *
• Chouriço espanhol
• Bacon em cubos
• Azeitonas pretas
• Pimento verde
• Pimento vermelho
• Fiambre
• Queijo
• Orégão
• Azeite


Preparação

Prepara-se a massa na máquina do pão.
Depois de levedada, estende-se com as mãos de maneira a ficar com a forma pretendida. (Tenho uma forma rasa e redonda para o efeito, mas o tabuleiro do forno serve perfeitamente, no entanto aconselho a forrar com papel vegetal).
Colocam-se pedaços de queijo Mozzarela ou outro a gosto no rebordo, enrola-se para cima e faz-se pressão para prender.
Espalha-se o molho de tomate * por toda a superfície.
Dispõem-se os pimentos cortados em tirinhas, (ingrediente importante para cortar o sal das carnes fumadas), as rodelas de chouriço, os cubos de Bacon, o fiambre esfarrapado e as azeitonas descaroçadas e cortadas em rodelas.
Cobre-se generosamente toda a superfície com queijo, polvilha-se com orégão e rega-se com um fio de azeite.
Vai ao forno.


• *Molho de tomate:

Refoga-se ligeiramente 1 cebola e dois dentes de alho em um pouco de azeite, junta-se tomate sem pele e sem grainhas, mantém-se o lume baixo, tempera-se de sal e pimenta, e vai-se juntando água morna só para não secar, perto do final da cozedura junta-se orégão ou manjericão.
Tritura-se tudo com a varinha mágica ou no copo de batidos.
Pode ser feito em grande quantidade aproveitando a época do tomate, e depois de frio ser congelado em doses individuais.


Tenho o trabalho facilitado desde que adquiri a máquina de pão, pois enquanto a massa prepara posso ir tratando dos ingredientes.



Antes, ou preparava a massa manualmente, ou então adquiria a massa na padaria.








Bom fim de semana!