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segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Portobellos recheados

No dia que a Elvira publicou este pitéu eu tinha uns cogumelos portobello no frigorífico a contar de fazer um risotto, escusado será dizer que os meus planos foram alterados e não me arrependi. Os cogumelos foram servidos como entrada numa das tertúlias de segunda-feira e todos se renderam a esta delícia.
Aprovado e recomendado, como aliás todas as que tenho feito da Elvira.


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

6 Cogumelos portobello médios
3 Fatias de fiambre de peru
2 c sopa de migalhas de pão fresco
1 Fatia grossa de queijo chévre
Azeite q.b.
Sal & pimenta
Mozarela ralado a gosto
Ervas frescas a gosto

Fiz assim:

Escove os cogumelos para lhe retirar qualquer vestígio de terra e retire-lhes o pé.
Pique os pés dos cogumelos e o fiambre e misture.
Junte o queijo desfeito com um garfo e as migalhas de pão.
Tempere de sal e pimenta e reserve.
Coloque a aquecer no fogão uma chapa ou frigideira de fundo espesso, disponha os cogumelos com a abertura virada para cima e aguarde até começarem a verter liquido. Retire do lume.
Transfira os cogumelos para um recipiente de forno e recheie com a mistura preparada.
Regue cada um deles com um fio de azeite e por cima coloque umas farripas de mozarela e as ervas picadas, (usei cebolinho).
Leve ao forno pré aquecido a 180º a gratinar.
Sirva de imediato.

Notas:
Receita original: aqui.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Mousse de lima

Embora o Inverno se aproxime a passos largos e pareça um pouco descabido uma mousse fresca de sabor cítrico numa altura destas, eu não podia deixar de partilhar convosco esta delícia.
Lembram-se quando vos disse que
eu e o limão nos reconciliamos?! Pois é, agora andamos enamorados e tem sido bom para ambas as partes :-)
Esta sobremesa foi eleita pelo provador oficial cá de casa como a melhor dos últimos tempos, não sei se é a minha opinião pois eu continuo fiel ao meu chocolate, o limão é um flirt, mas que é bom isso eu vos garanto!


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.

Usei:

2 c chá de gelatina neutra em pó
¼ Chávena (mal medida) de água fria
3 Ovos
80g + 30g e açúcar branco granulado fino (caster)
1,5 dl de sumo de lima (3 limas aproximadamente)
2 dl de natas frescas

Fiz assim:

Coloque a gelatina a hidratar na água e reserve.
Separe as gemas das claras, e bata as gemas com os 80g de açúcar até ficarem fofas e esbranquiçadas.
Leve a gelatina ao microondas durante, (mais ou menos), 20 segundos e na potência máxima.
Junte a gelatina derretida com o sumo de lima e mexa para misturar e amornar.
Adicione a mistura de gelatina e sumo ao creme de gemas e misture bem.
Bata as claras em castelo firme, junte o restante açúcar e bata mais um pouco até ficarem espessas.
Adicione as claras batidas a pouco e pouco ao creme de gemas, comece por adicionar uma colher de claras, envolva delicadamente e repita a operação até esgotar as claras.
Bata as natas até espessarem e adicione-as à mousse.
Coloque em taças ou copos e reserve no frigorífico até servir.

Notas:

A receita original pede 4 folhas de gelatina, no entanto eu prefiro sempre a gelatina granulada, pois não se corre o risco de encontrar vestígios desagradáveis no doce.
O cálculo da quantidade de gelatina tem sido até agora a “olho”, numa proporção de 1 colher de chá de gelatina, para 1 chávena de creme.

Adaptado de: Revista Saberes & Sabores nº 171 de Maio/2008

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Mini clafoutis de courgete, feta e azeitonas

O clafoutis doce é muito apreciado cá em casa, principalmente o de maçã, no entanto a versão salgada ainda não tinha sido colocada à prova.
Fiz esta receita na semana que ainda estava meio convalescente e já farta da comida não preparada na minha cozinha, o resultado agradou-me tanto que já estou a pensar usar a mesma receita sobre uma base de massa quebrada ou folhada.
Delicioso! O clafoutis salgado foi aprovado com distinção.


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

2 Courgetes pequenas
2 Ovos
60g de farinha
200 ml de leite
½ Fatia de queijo feta
Azeitonas pretas descaroçadas, a gosto
Sal & pimenta q.b.
Azeite q.b.
Ervas da província q.b.


Fiz assim:

Prepare as courgetes, lavando-as, retirando-lhe a parte central, e cortando-as em pedaços pequenos.
Saltear as courgetes num pouco de azeite quente, e reservar.
Prepare a base do clafoutis dissolvendo previamente a farinha no leite para não criar grumos e depois batendo os ovos com o leite.
Tempere de sal (pouco por causa do queijo) e pimenta e misture.
Unte 4 ramequins com um pouco de azeite.
Distribua as cougetes, o feta cortado em cubos e as azeitonas.
Polvilhe com as ervas aromáticas e cubra com o creme de ovos.
Leve ao forno pré aquecido a 180º durante 30 minutos.

Notas:

Indico duas corgetes pequenas em vez de uma média, por estas serem mais tenras e logo, mais saborosas.
Não descasquei as courgetes e quando o seu uso é outro que não sopa, gosto de lhes retirar a maior parte das sementes, pois vertem muito líquido.

Fonte: Papilles et pupilles.

sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Pannacotta de chocolate branco e maracujá

Até há algum tempo atrás, não achava grande graça a esta sobremesa, depois comecei a aperceber-me que para além de ser uma delícia podia adquirir inúmeras versões de aromas e acompanhamentos.
È um doce relativamente fácil de fazer e que tem a vantagem de poder ser confeccionado com antecedência.
Esta de chocolate branco e maracujá foi um sucesso estrondoso com direito a bisar brevemente num jantar próximo.




Versão de impressão e arquivo desta receita aqui




Usei:

2 Chávenas de natas frescas
1/3 Chávena de açúcar branco granulado fino (caster)
100g de chocolate branco de culinária picado grosseiramente
¼ Chávena de água
2 c chá de gelatina neutra em pó
Polpa de maracujá para servir


Fiz assim:

Numa tigela pequena, coloque a gelatina a hidratar na água. Reserve.
Leve a lume médio, as natas e o açúcar, deixe levantar fervura, baixe o lume e deixe borbulhar durante 5 minutos.
Retire do lume, junte o chocolate, e mexa até fundir e ficar com uma mistura lisa.
Leve a água com a gelatina ao microondas durante 30 ou 45 segundos, mexa, e junte ao preparado de natas e chocolate.
Leve o preparado de novo ao lume, e depôs de começar a borbulhar, aguarde um minuto mexendo sempre e retire.
Prepare 6 formas com capacidade de + ou – 1.5 dl, passando-as por água fria.
Deite a pannacotta nas formas, deixe arrefecer, e guarde no frigorífico pelo menos durante 4 ou 6 horas.
Para desenformar, mergulhe o fundo da forma em água muito quente, descole com a ponta de uma faca, e vire a forma sobre o prato.
Regue com polpa de maracujá.

Notas:

Se usar natas espessas dilua com um pouco de leite.
Pode também acompanhar com coulis de frutas vermelhas, ou outra fruta da sua preferência.
Costumo fazer a pannacotta de um dia para o outro.
Veja também:
Pannacotta com creme de pêssego.
Adaptada de “Cozinha para quem não tem tempo” de Mafalda Pinto Leite.

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Lassi aromático

Esta deliciosa bebida encerra o tema dominante do mês de Agosto: Frescas, fáceis e boas.
A receita é da minha parceira do intercâmbio culinário a
Renata. Tal como eu a Renata é uma fã da culinária do Médio Oriente, e este lassi aromatizado com cardamomo e flor de laranjeira para além de ser um substituto de refeição é também ideal para ser tomado a seguir a um caril.


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.



Usei:

1 Iogurte grego
½ Chávena de água mineral fresca
4 Ou 5 cubos de gelo
8 Folhas de menta (mais um pouco para decorar)
1 c café de sementes de cardamomo moídas
1 c sopa de água de flor de laranjeira
Mel a gosto


Fiz assim:


Coloque todos os ingredientes no copo liquidificador e processe até o gelo estar desfeito.
Verta em copos altos, decore com folhas de menta.
Sirva de imediato.

Notas:

Pode substituir o iogurte grego por iogurte natural açucarado ou não.
A menta pode ser substituída por hortelã vulgar.
Veja também:
sangria com especiarias.
Receita original em:
Geleia de rosas.

(Publicação previamente agendada, blogueira ausente até 01/09/2008)

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

Salada de queijo de cabra


No início do Verão almocei com um grupo de amigas num terraço com uma vista maravilhosa sobre o rio Tejo. Comi uma salada parecida com esta e acompanhei com muita conversa animada.
Continuando o espírito de Agosto em que tudo é leve, fresco e fácil, proponho-lhes fazer esta delícia.

Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.



Usei:

2 Fatias de pão de passas
2 Fatias de chévre
Um punhado de rucúla
3 Tomates cereja (ou mais se preferir)
6 Bagos de uva
Passas, sultanas e miolo de noz
Mel
Flor de sal

Fiz assim:

Torre as fatias de pão.
Coloque-as no prato e por cima disponha as fatias de queijo, leve ao forno a gratinar por uns instantes até o queijo começar a derreter.
Monte o prato colocando a rucúla, o tomate, os bagos de uva, salpique com os frutos secos, regue com um fio de mel e polvilhe a rucúla com flor de sal.

Notas:

Sirva como entrada ou como refeição leve.
Substitua a rucúla por outras folhas verdes a gosto.

Veja também: outras saladas.

(Publicação previamente agendada, blogueira ausente até 01/09/2008)

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Tosta de salmão e feta

Tal como anunciado na rubrica: "próximos ensaios", o mês de Agosto será mais de sugestões do que receitas a seguir à risca.
Esta tosta é uma sugestão de refeição leve, e ao mesmo tempo uma delicia.
Acompanhe com salada de folhas cruas e um copo de sumo natural, depois coloque no saco da praia umas cenouras descascadas e uns frutos secos e vá petiscando ao longo do dia.
Não se esqueça: carregue sempre consigo uma garrafa de água mineral!

Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui.

Usei:

Fatias de pão integral com passas
Queijo feta
Salmão fumado
Cebolinho picado
Pimenta preta de moinho

Fiz assim:

Torrar o pão.
Esmagar o queijo com um garfo, misturar com o cebolinho e temperar com a pimenta.
Barrar as fatias de pão com o queijo, por cima colocar as fatias de salmão fumado.
Polvilhar com o cebolinho.

Notas:

Veja também: tosta de salmão com ovo mexido.
Bom Verão!


sexta-feira, 1 de agosto de 2008

Gelado de pêssego com cardamomo


Depois de ter ficado fascinada com a tarte de pêssego com cardamomo, voltei a juntar o duo de sabores numa sobremesa típica de Verão.
Este gelado é de ingredientes e preparação básicos, a única coisa a ter em atenção é o facto de solidificar bastante se ficar guardado no congelador, feito na sorveteira fica com a consistência ideal para ser consumido na hora.


Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui.



Usei:

1 Iogurte natural
2 Pêssegos maduros
½ Chávena de leite
sementes de 2 vagens de cardamomo moídas
Mel a gosto


Fiz assim:

Pele e retire o caroço aos pêssegos.
Bata do copo liquidificador ou com a varinha mágica todos os ingredientes.
Ou, se preferir, esmague os pêssegos grosseiramente, e incorpore os restantes ingredientes.

Na sorveteira:

Coloque o preparado na sorveteira e siga as instruções do fabricante até atingir a consistência desejada.

No congelador:

Coloque o preparado em caixa com tampa, e leve ao congelador.
Passado 45 m retire e desfaça os cristais de gelo com o garfo, repita a operação passados 30 minutos.

Antes de servir, retire do congelador pelo menos 15 ou 20 minutos antes.
Sirva decorado com pedaços de fruta.

Notas:

O mel pode ser substituído por seiva de agáve, à venda em lojas de produtos naturais, ou ainda por açúcar mascavado.
Veja também:
sorvete de laranja.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Queques de arando e laranja

O arando ou uva-do-monte, (cramberry) não é um fruto vulgar entre nós e nunca o encontrei fresco, mesmo a sua versão em seco não é muito fácil de encontrar, no entanto a minha curiosidade sobre este fruto era grande e quando consegui encontrar um pacote de arandos secos quis saber o seu sabor em receitas doces e salgadas. Foi assim na versão doce que os provei a primeira vez e realmente as famosas bagas tem razões para o ser, pois são uma delícia, conferiram a estes queques um ligeiro travo de acidez muito agradável.

Versão de impressão / arquivo desta receita: aqui.
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Usei:

1 chávena de arandos secos
¼ chávena de sumo de laranja
2 chávenas de farinha
2 c chá de fermento para bolos
¼ c chá de sal fino
½ chávena de chá de manteiga (ou creme vegetal) à temperatura ambiente
raspa de ½ laranja
½ chávena de açúcar granulado
2 ovos grandes à temperatura ambiente
1 iogurte natural

Fiz assim:

Pré aqueça o forno a 180º.
Coloque 12 formas de papel dentro de formas de muffins / queques / empadas, e reserve.
Coloque os arandos dentro de um tacho pequeno com o sumo de laranja, e leve a lume brando até começar a querer levantar fervura. Retire do lume, escorra e reserve o líquido. Deixe arrefecer enquanto prepara a massa.
Na tigela da batedeira, coloque a manteiga, a raspa de laranja e o açúcar, bata durante mais ou menos 2 minutos ou até ficar uma mistura fofa e esbranquiçada. Raspe os lados da tigela com uma espátula e junte os ovos um a um batendo entre cada adição.
Retire a tigela da batedeira.
Peneire a farinha junto com o fermento e o sal.
Misture a farinha no creme de manteiga alternando com o iogurte e o sumo de laranja. Misture apenas até incorporar. Adicione os arandos e mexa para os espalhar pela massa.
Coloque a massa nas formas preparadas até 2/3 da sua capacidade.
Polvilhe o topo com um pouco de açúcar granulado, e leve ao forno durante mais ou menos 25 a 30 minutos.
Retire, e deixe arrefecer em cima de uma grade.

Notas:

Se usar manteiga com sal, não adicione o sal à receita, o mesmo acontece com a farinha, se usar farinha com fermento reduza a quantidade para 1 c chá.
A receita original refere ½ chávena de leite em vez do iogurte, e descarta o sumo de laranja.
Fonte

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Pescada gratinada com puré de legumes

Os miúdos (e alguns graúdos) costumam torcer o nariz ao peixe cozido com legumes, mas com alguma imaginação pode dar-se a volta a uma refeição tornando-a agradável à vista, saudável, saborosa e fácil de comer.
Foi o que aconteceu com este jantar, uma simples pescada, uma mão cheia de legumes, e um toque de inovação no puré fizeram da mesa uma festa.
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(Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita)
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Usei:

750g de pescada
3 Cenouras
1 Alho francês
1 Folha de louro
½ Ramo de salsa
½ Copo de vinho branco
Agua q.b.
500g de batatas
Sal & pimenta
Noz-moscada a gosto
1 Iogurte natural
2 dl de leite
Sementes de sésamo para polvilhar

Fiz assim:

Numa panela com água, coloquei a pescada, 1 cenoura, a rama verve do alho, o louro, a salsa, o vinho. Tempera-se com uns grãos de pimenta e sal, e vai ao lume até a pescada estar cozida.
À parte cozem-se as batatas em rodelas, as restantes cenouras raladas e a parte branca do alho cortada em rodelas finas.
Depois do peixe estar cozido, retira-se do caldo e limpa-se de pele e espinhas.
Desfaz-se em lascas grossas e reserva-se.
Unta-se um recipiente de ir ao forno e à mesa com um pouco de manteiga, no fundo dispõem-se algumas das batatas, por cima coloca-se o peixe.
As restantes batatas e os legumes depois de escorridos esmagam-se até ficarem em puré.
Mistura-se o leite e o iogurte bate-se bem e incorpora-se nos legumes, tempera-se de sal, pimenta e noz-moscada.
Cobre-se o peixe com este puré, salpica-se com sementes de sésamo, e leva-se ao forno a gratinar.

Notas:

Congele o caldo do peixe para utilizações futuras.
Pode ser salpicado com queijo ralado em vez das sementes.
Os legumes do puré podem ser alterados conforme o gosto pessoal e a necessidade.
As camadas de batata, peixe e puré podem ser intercalas com folhas verdes.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Brownies marmoreados de ricotta

Quando vi esta receita neste delicioso blog não resisti, o efeito de contraste entre as cores é bonito, mas melhor ainda é o sabor e a textura macia quase cremosa.
São muito fáceis e rápidos de fazer, não tem qualquer segredo ou técnica complicada de confecção.
Os bolinhos ficaram aprovados e vão surgir mais vezes na minha mesa, aqui fica a receita como a fiz.



Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita.


Usei:

Para a massa de ricotta

250g de ricotta
150g de queijo fresco batido *
½ chávena de açúcar branco fino (caster sugar)
1 c chá de extracto de baunilha
2 ovos
120g (1 chávena) de leite talhado (buttermilk)
2 c sopa de farinha
1 c café de fermento para bolos

Para a massa de chocolate

200g de manteiga (ou creme vegetal)
300g de chocolate amargo em barra
6 ovos
200g de açúcar granulado branco
1 c chá de extracto de baunilha
150g de farinha
1 c chá de fermento para bolos
1 pitada de sal (se usar manteiga sem sal)

Fiz assim:

Prepare um tabuleiro de bordas altas, forrando-o com papel vegetal e untando com manteiga ou spray desmoldante. Reserve.
Pré aqueça o forno a 180º.

Massa de chocolate:
Derrete-se o chocolate com a manteiga em banho Maria, tendo o cuidado de não deixar o recipiente tocar na água do banho. Não mexa o chocolate até este estar praticamente fundido. Retire do lume, mexa para que fique homogéneo e reserve até amornar.
Na batedeira coloque o açúcar, os ovos e a baunilha e bata bem até ficar uma mistura pálida.
Peneire a farinha junto com o fermento e o sal e reserve.
Retire a tigela da batedeira e adicione o creme de chocolate, misture com uma espátula até a massa ficar com uma cor uniforme. Junte a farinha peneirada e incorpore delicadamente.

Massa de ricotta:
Coloque todos os ingredientes numa tigela e bata com vara de arames até estar homogéneo.
Deite a massa de chocolate no tabuleiro, e por cima deite delicadamente a massa de ricotta. Com os dentes de um garfo ou com dois palitos de madeira, faça movimentos circulares sobre a massa de forma a provocar o efeito marmoreado.

Leve ao forno durante mais ou menos 35 minutos até ficar firme.
Retire e deixe arrefecer antes de desenformar.
Corte em cubos e sirva simples ou com uma bola de gelado.

Notas:

* Queijo fresco batido, encontra-se á venda nos supermercados junto aos queijos e em embalagens de 500g (especialidade francesa), tem uma textura cremosa como creme fraiche. Não usem queijos frescos normais.
Para substituir o leite talhado (buttermilk): Nata espessa ou leite integral com 1 c sopa de sumo de limão (repousa 10 minutos), iogurte natural sem soro, leite fermentado (à venda em alguns supermercados junto aos iogurtes naturais) ou kefir.
Se usar farinha com fermento não adicione o fermento indicado na receita.
Usei um tabuleiro quadrado com 30 cm X 30 cm.



Veja também: Beijinhos de sogra.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

Canelonis de espinafres ricotta e nozes

Pela foto mais parece uma lasanha, e poderia ser bastaria para isso não enrolar as placas de massa. O que é importante é o sabor e a textura deste prato.
Pelo menos 2 ou 3 vezes por semana as refeições são vegetarianas e são muito bem vindas, basta um pouco de imaginação para confeccionar os inumeros ingredientes ao nosso dispor.
Os espinafres e o queijo combinam na perfeição, e as nozes conferem-lhe textura.
Uma delicia!

Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita


Usei:

6 Placas de massa fresca
1 Molho de espinafres
200g de ricotta
1 Chávena de miolo de noz
Molho bechamel q.b.
Molho de tomate q.b.
½ Cebola picada
3 Dentes de alho picados
1 Fio (generoso) de azeite
1 c sopa de manteiga
Sal, pimenta e noz-moscada
Mozarela para gratinar

Fiz assim:

Lave os espinafres e reserve apenas as folhas.
Numa frigideira, coloca-se o azeite, a cebola e o alho. Depois de refogar um pouco junte os espinafres e salteie até amolecer.
Junte as nozes picadas grosseiramente, e a manteiga. Deixe alourar mais um pouco e depois incorpore o queijo ricotta esmagado com um garfo e tempere de sal, pimenta e noz-moscada.
No fundo do tabuleiro espalhe o molho de tomate.
Coloque recheio de espinafres suficiente numa folha de massa, e enrole de maneira a ficar com um canudo recheado. Coloque no tabuleiro sobre o molho de tomate.
Proceda da mesma maneira para as restantes placas de massa.
Regue os canelonis com o bechamel suficiente para os cobrir, e polvilhe com mozarela.
Leve a forno moderado até a massa estar al dente e a superfície ligeiramente dourada.

Notas:

Pode substituir o queijo ricotta por requeijão.
Pode também ser usada rucola em vez de espinafres.
Veja também:
Strudel de espinafres com requeijão.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Tiramisu

Sobejamente conhecido e apreciado, este é mais uma daquelas receitas que eu em criança almejava provar.
Todos conhecem, todos já provaram, quase todos já fizeram, mas de qualquer forma aqui fica a receita que costumo fazer para conhecimento de gerações futuras, porque acredito que um dia seja mais fácil ver a minha filha ou futuros netos, a ler o meu blog do que a procurar nos cadernos onde também escrevo as receitas que gosto.
“Puxa por mim!” È um dos significados de tiramisu, e um dos doces mais populares da gastronomia italiana, por ser tão conhecido existem variadas receitas e versões a partir da base: bolo / mascapone. Esta receita foi a primeira que fiz, gostamos tanto dela que nunca a modifiquei, quer dizer… as especiarias não estavam no original, mas vocês conhecem-me e por isso perdoam-me, certo?

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Usei:

3 ovos
6 c sopa de açúcar
250g de queijo mascapone
1 pitada de sal
3 dl de café forte
5 c sopa de rum escuro
1 pau de canela
1 vagem de cardamomo verde
200g de palitos de rainha
cacau em pó para polvilhar

Fiz assim:

Prepare o café, junte o rum, o pau de canela e a vagem de cardamomo, e deixe em infusão.
Bata as gemas com o açúcar até ficar um creme fofo e esbranquiçado.
Junte o queijo e envolva bem.
È importante bater bem as gemas para que o creme não fique granuloso devido ao açúcar.
Bata as claras em castelo firme com uma pitada de sal, e incorpore delicadamente no creme de queijo.
Prepare o recipiente onde vai servir o doce, (podem ser individuais).
Vá molhando os palitos no café e disponha no fundo, por cima deite o creme de queijo.
Vá fazendo camadas alternadas, ou pode só colocar os biscoitos ensopados no fundo com o creme por cima.
Guarde no frigorífico.
Antes de servir polvilhe com cacau em pó.

Notas:

Não há necessidade de adoçar o café, pois os palitos são cobertos com açúcar.
Pode não aromatizar o café com as especiarias, ou trocar por outras a gosto. Na minha opinião a canela e o cardamomo são as que melhor ligam com o sabor do café.
Tente não substituir o cacau por chocolate, pois o contraste doce amargo é uma das coisas que melhora esta sobremesa.
Palitos de rainha = palitos de la reine ou de champanhe.


segunda-feira, 26 de maio de 2008

Gratinado de batata e cenoura

A imaginação nos acompanhamentos é muita das vezes um problema maior do que o que fazer. Por exemplo. Batatas: cozidas ou fritas. Arroz: branco ou com legumes, e aí por diante.
Este acompanhamento usa dois ingredientes que temos sempre em casa, as batatas e as cenouras, no entanto é muito diferente e delicioso.
Pode também servir como acompanhamento de leguminosas para uma dieta ovo-lacto-vegetariana.
Nós por cá gostamos muito, e fica uma delícia mesmo no dia seguinte.

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Usei:

6 Ovos
2 dl de natas ou iogurte natural
2 dl de leite
sal
pimenta moída na hora
noz-moscada ralada
600g de batatas
2 cenouras
manteiga para untar
Mozarella em fios para polvilhar

Fiz assim:

Bater os ovos com as natas / iogurte e o leite.
Temperar de sal, pimenta e noz-moscada.
Descascar as batatas e as cenouras, e ralar no ralador grosso.
Juntar os legumes com o creme de ovos.
Untar um recipiente de louça ou pirex com a manteiga, e deitar dentro o preparado.
Alisar a superfície e polvilhar com o queijo.
Levar ao forno pré aquecido a 180º durante mais ou menos 45 minutos.

Notas:

Este gratinado pode ser feito em formato individual nos ramequins ou cocotes, neste caso reduza o tempo de cozedura.
Também pode ser feito com outros legumes de raiz.
Substitua a noz-moscada por mace (macis ou flor de noz moscada) e junte 1 c chá de canela.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Iogurte gelado de banana e mel

Saudável, delicioso e para saborear sem sentimentos de culpa.
O que mais se pode exigir de uma sobremesa? Ah… fácil de fazer, também é importante.
Este gelado é tudo isso. Nós cá em casa gostamos de bananas da Madeira, daquelas doces e pequeninas, se usar bananas grandes reduza a quantidade para uma.
No final polvilhei com nozes picadas e um pouco de canela em pó, mas poderá apenas servir simples ou com um fio de mel.

Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita


Usei:

2 Iogurtes naturais (125g cada um)
2 Bananas da Madeira
4 c sopa de mel
Sumo de ½ limão (amarelo)
nozes picadas grosseiramente e canela em pó para servir

Fiz assim:

Misturar o iogurte com o mel e o sumo de limão.
Esmagar as bananas com um garfo, e misturar com o iogurte.
Se tiver sorveteira, deite nela o preparado até ficar gelado e cremoso.
No congelador
: Deite o preparado numa caixa com tampa, coloque no congelador.
Passada uma hora retire e mexa vigorosamente para quebrar os cristais de gelo.
Volte a colocar no congelador e a repetir o procedimento quantas vezes forem necessárias até o gelado solidificar de forma a ficar cremoso.
Molde bolas e polvilhe com nozes picadas grosseiramente.
Opcionalmente poderá polvilhar com canela e / ou regar com um fio de mel.

Notas:

Há quem use fazer o gelado com uma clara de ovo batida em castelo, para assim conferir leveza.
Se o fizer, incorpore-a a seguir à primeira congelação.
Rende 4 doses.


segunda-feira, 28 de abril de 2008

Cestinhas de chévre com ameixas em xarope de vinho tinto

A história de vez em quando repete-se.
Uma ida ás compras e um caso de inspiração junto à prateleira dos frescos. Uma embalagem de massa filo e um queijo chévre sorriram para mim.
No final fico sempre a pensar na minha figura, será que as pessoas repararam que eu estava em estado “catatónico” com um queijo na mão?
Saiu isto. Sobremesa, entrada, guloseima? Tanto faz, é bom!

Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita

Usei:

6 folhas de massa filo
1 queijo chévre
8 ameixas secas sem caroço
½ chávena de vinho tinto
¼ chávena de açúcar
1 pau de canela
1 cravinho da Índia
1 vagem de cardamomo
1 folha de louro
manteiga para untar

Fiz assim:

Cortei as folhas de massa até ficar com a forma de quadrados.
Untei cada um dos quadrados com um pouco de manteiga e sobrepus sobre ramequins, para que, cada um deles ficasse com 3 ou 4 folhas sobrepostas.
Levei ao lume o vinho com as ameixas, as especiarias o açúcar e o louro.
Deixei fervilhar em lume brando até atingir a consistência de xarope fraco.
Cortei o chévre em rodelas grossas e distribui pelos ramequins, em cada um deles coloquei 2 ameixas e reguei com um pouco da calda de vinho, não muita para não ensopar em demasia o fundo.
Levei ao forno, até o queijo fundir e a massa atingir uma cor dourada.

Notas:

Em vez de fazer o xarope de vinho com a fruta, pode usar ameixas d'Elvas e regar com um pouco da calda.
Da próxima vez retirarei a casca ao queijo, pois a apresentação fica um pouco comprometida ficando a casca do queijo vazia dentro do cesto.
Veja também:
camembert com figos secos.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Lasanha de bacalhau

Uma mão cheia de espinafres, um pedaço de broa de milho a ficar dura, e uma embalagem de migas de bacalhau de molho.
"È o que tens para fazer o jantar hoje, Marizé. Agora desenrasca-te!"
Fiz a massa para a lasanha usando os espinafres, mas não desanimem por isso. Usem massa de lasanha normal e coloquem os espinafres no recheio.
Vale a pena, é uma delícia.

Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita

Usei:

1 receita de massa fresca de espinafres.

Recheio
2 postas de bacalhau ou uma embalagem de migas, previamente demolhado
Azeite q.b.
1 cebola
3 dentes de alho
Salsa
1 lata pequena de tomate pelado
1 embalagem de miolo de camarão
Sal & pimenta preta moída na hora
1 malagueta ou molho picante
1 punhado de azeitonas pretas picadas

Molho
Manteiga
Farinha
Pimenta & noz-moscada
Agua da cozedura do bacalhau

Cobertura
Miolo de broa ou pão ralado
Azeitonas descaroçadas
Azeite
1 c sobremesa de paprika

Fiz assim:

Preparei a massa conforme este ensaio, deixando-a em placas finas (posição 5 ou 6 do cilindro).
Se usar massa pré confeccionada, amoleça-a em água temperada de sal, ou coza-a, conforme as instruções da embalagem.
Neste caso, e como fiz a massa fresca, cozi as placas em água temperada de sal durante 4 minutos.

Misture um pouco de azeite com a paprika e reserve. Vai servir para regar a lasanha no final.

Coloquei o bacalhau num tacho com água a ferver, deixei retomar fervura e apaguei o lume abafando o tacho.
Passados 15 ou 20 minutos, retirar o bacalhau reservando a água da cozedura.

Preparei um molho bechamel da seguinte forma:
Num tacho ou frigideira, derreter um pouco de manteiga, polvilhar com farinha e mexer bem com vara de arames até a farinha adquirir um tom dourado claro, ir colocando conchas de água da cozedura do bacalhau mexendo sempre, até atingir a consistência desejada. Neste caso não muito espessa.
Temperar com pimenta preta e noz-moscada.

No wok deita-se azeite, cebola e alho picado. Depois da cebola amolecer, junta-se o bacalhau em lascas e o miolo de camarão. Após o bacalhau tomar o sabor do azeite, acrescenta-se o tomate esmagado, a pimenta e a malagueta, rectifica-se de sal e por ultimo juntam-se as azeitonas e a salsa picada. Deixa-se apurar.

Untar com um pouco de manteiga ou azeite um recipiente de pirex.
Forrar o fundo com as folhas de massa previamente cozidas, por cima colocar um pouco do recheio de bacalhau e regar com um pouco de molho.
Voltar a colocar uma camada de massa e repetir as camadas até ao topo. A última camada deverá ser de molho.
Polvilhe generosamente a superfície com a broa esfarelada, e regue com o azeite de paprika. Decore com algumas azeitonas.
Vai ao forno previamente aquecido a gratinar.

Notas:

Junte espinafres esfarrapados ao recheio de bacalhau.
Pode substituir o miolo de broa por uma mistura de pão ralado e queijo também ralado.
Tenha sempre em atenção o sal do bacalhau, no molho não indico quantidade de sal por este ter sido confeccionado com a água da cozedura do peixe.
Pode optar por molho bechamel de compra se quiser tornar mais prática a receita. O molho também pode ser misturado ao recheio, fazendo-se assim apenas camadas de massa e recheio, no entanto deverá reservar uma parte para a cobertura final.


sexta-feira, 18 de abril de 2008

Bolo crocante de baunilha

Um dos meus primeiros bolos bem sucedidos foi o bolo de iogurte, eu devia ter uns 8 anos, e a receita está escrita num livrinho forrado a tecido amarelecido pelo tempo.
Depois de tanto tempo apeteceu-me “reciclar” o bolo de iogurte.
No frigorifico: 2 iogurtes no termo da validade. Como a receita original leva apenas 1 tive de adaptar, mas correu muito bem.
Nas notas finais explico a receita original que pode ser aromatizada ao gosto de cada um.

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Usei:

2 iogurtes cremosos naturais (125g cada um)
3 chávenas* de açúcar
3 chávenas de farinha
4 ou 5 ovos
1 c sopa de extracto puro de baunilha
4 c sopa de sementes de papoila
1 c chá de fermento em pó químico
1 chávena (mal cheia) de óleo de girassol ou colza
* copo do iogurte como medida

Fiz assim:

Mistura-se o iogurte com a baunilha e as sementes de papoila. Reserva-se.
Batem-se as gemas com 2 chávenas de açúcar até ficar uma mistura cremosa.
Junta-se o óleo e a mistura de iogurte, e envolve-se bem.
Batem-se as claras em castelo, quando começar a formar picos, deita-se o restante açúcar em chuva e bate-se mais um pouco.
Envolva as claras pouco a pouco na massa, alternando com a farinha peneirada juntamente com o fermento.
Vai ao forno pré aquecido a 180º em forma untada de manteiga e polvilhada de farinha, (ou spray desmoldante), durante mais ou menos 40 minutos. Verifique a cozedura com um palito de madeira espetado no centro do bolo, antes de retirar.
Deixe amornar em cima de uma grade e desenforme.

Notas:

A receita original:
1 iogurte de aroma; 6 ovos; 3 copos açúcar e farinha; 1 de óleo.
O método de preparação é igual.
Se usar farinha com fermento, não junte mais fermento à receita.

Este bolo sofreu influências daqui.

segunda-feira, 7 de abril de 2008

Forminhas de batata

Esta é a primeira receita dos anunciados: Ensaios Interblogs.
Ensaios interblogs porque as receitas apresentadas esta semana, tiveram a intervenção directa (não só inspiração), de outros food bloguers que são também amigos.
As forminhas de batata tiveram a “mão” da minha “musa inspiradora” dos biscoitos, a
Cinara, que me enviou uma revista brasileira de onde tirei esta receita.
Visitem o
Cinara's Place , o pior que vos pode acontecer é ficarem viciados com as delicias que encontrarem por lá.

Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui



Usei:

600g de batatas
1 c sopa de manteiga
sal a gosto, pimenta e noz-moscada
½ chávena de parmesão ralado na hora
1 c sopa de amido de milho
½ chávena de leite
2 ovos
mozarela para rechear
manteiga e pão ralado para as formas

Fiz assim:

Cozem-se as batatas em água temperada de sal.
Escorrem-se e ainda quentes esmagam-se com o esmagador ou passe vite.
Junta-se a manteiga e metade do queijo e envolve-se bem.
Desfaça ao amido de milho no leite morno e junte as gemas.
Adicione este preparado ao puré de batata e misture.
Bata as claras em castelo firme e reserve.
Tempere com pimenta e noz-moscada, e envolva as claras batidas em castelo.
Unte com manteiga 12 formas de empada e polvilhe com pão ralado.
Coloque uma colher de puré no fundo das formas e por cima coloque queijo mozarela em cubos, acabe de encher as formas com colheradas de puré, ou se preferir um efeito mais requintado, use o saco de pasteleiro.
No final polvilhe com o restante queijo parmesão e leve ao forno pré aquecido a 180º, até a superfície ficar dourada.

Notas:

Acompanha peixe no forno, carne assada ou grelhados.
O queijo para rechear é facultativo.
O puré pode ser enriquecido com ervas frescas picadas, junte-as quase no final da preparação.
Em vez do queijo para polvilhar pode também usar sementes de sésamo.
Fonte: Receita minuto.
Descobri depois e ao “vasculhar” os meus arquivos no bloglines que a
Luna já publicou estas forminhas.

segunda-feira, 17 de março de 2008

Pãezinhos de polvilho com queijo


O que é que se espera, quando a receita é da Neide, e já foi feita por metade da blogosfera? Sucesso garantido!
Deliciosos os pãezinhos quentinhos, e tão fácil e rápido de fazer.
Não alterei em nada de nada o original, mas fiquei com vontade de experimentar com fécula de batata, mozarela e orégãos.


Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui



Usei:

½ chávena de leite
¼ de azeite extra virgem
1 ovo
1 chávena de polvilho doce
2 c sopa de parmesão ralado na hora
1 pitada de sal
Alecrim e flor de sal para polvilhar

Fiz assim:


Coloquei todos os ingredientes com excepção do alecrim e flor de sal, no copo liquidificador, bati até ficar homogéneo, (fica uma massa liquida), deitei em forminhas de queques não untadas.
Polvilhei com folhas de alecrim ligeiramente picadas e flor de sal.
Foram ao forno pré aquecido a 180º durante 20m.

Notas:
Coloque a massa a 1/3 da capacidade das forminhas pois os pãezinhos crescem bastante.
Receita original da
Neide.