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segunda-feira, 2 de junho de 2008

Choquinhos fritos

Mais uma receita tipicamente portuguesa.
Um prato que nos remete ás memórias do tempo quente e ao cheiro a mar.
O único problemas deste prato é que sabe sempre a pouco. E para quem ainda pensa que há algum segredo ou dificuldade na sua confecção, engana-se. È fácil de fazer e o único segredo é a qualidade dos ingredientes.

Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita



Usei:

1 kg de chocos pequenos ou médios
2 dl de azeite virgem
2 folhas de louro
6 dentes de alho
1 dl de vinho branco
sal
pimenta

Fiz assim:

Lavam-se e amanham-se impecavelmente os chocos mantendo-os inteiros.
Num recipiente com tampa que vede bem, deita-se o azeite, os dentes de alho esmagados com a lâmina da faca e o louro.
Deixa-se aquecer sem fritar.
Estando o azeite bem quente juntam-se os chocos e tapa-se hermeticamente, deixa-se fritar.
Quando os chocos se tornarem vermelhos, tempera-se de sal e pimenta e refresca-se com o vinho.
Tapa-se novamente e deixa-se acabar de cozinhar.
Os chocos estão prontos quando o azeite voltar a ficar transparente.
Sirva com limão e salada.

Notas:

Se os chocos forem grandes, retire sempre o saco da tinta, e corte-os em pedaços.
Esta prato quando confeccionado com chocos pequenos ou médios podem estes ser com ou sem tinta. Eu prefiro a versão sem tinta.
Para além da salada, pode também ser acompanhado com batata cozida.

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Quinoa com especiarias

A minha curiosidade ás vezes irrita-me!
Se me aparece algum ingrediente desconhecido não descanso enquanto não fico a saber mais, como usar, quais os benefícios e principalmente ao que é que sabe. Enfim, quero saber tudo, depois sim posso dizer com toda a convicção se gosto muito ou gosto pouco.

Desta vez gostei muito.
Hoje apresento-vos a quinoa. A receita é da Saberes & sabores que lhe chama o grão de ouro.
Repararam? Quinoa com especiarias!

Clique aqui para a versão de impressão e arquivo desta receita

Usei:

½ Cebola
2 Dentes de alho
1 Alho francês
1 Malagueta vermelha grande
¼ de pimento vermelho
1 chávena de ervilhas
1 chávena de quinoa
350 ml de água
1 c café gengibre moído
1 c café de cominhos moídos
1 c café de coentros moídos
1 c café de curcuma ralada (açafrão das índias)
1 c chá de canela em pó
1 fio de azeite
sal
coentros picados

Fiz assim:

Piquei os alhos, a cebola, o alho francês e a malagueta.
No wok aqueci o azeite e juntei os legumes até amolecerem.
Juntei as especiarias e deixei libertar o aroma, mais ou menos 2 minutos.
Lavei e escorri a quinoa num passador sobre água corrente, e juntei aos legumes. Adicionei também as ervilhas e o pimento cortado em tiras muito finas.
Cobri com a água, tapei o wok e deixei cozinhar em lume brando durante 15 minutos, ou até a quinoa absorver a água.
Perfumei com os coentros picados, envolvi com um garfo de madeira, e depois foi só degustar como acompanhamento de carnes ou simplesmente como refeição ligeira.

Notas:

Proveniente da América central, a quinoa era considerada um alimento sagrado.
Rica em proteínas, equilibrada em aminoácidos essenciais o seu sabor assemelha-se ao da avelã. Quase que se pode considerar uma proteína completa. De digestão fácil, é uma boa fonte de fibras, minerais e vitaminas.
A NASA incluiu a quinoa na dieta dos astronautas.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Salteado de vermicelli e carne de caranguejo

Diferente, aromático e reconfortante são os adjectivos que me ocorrem para descrever este prato.
Os aromas, as texturas e os sabores asiáticos há muito que me conquistaram por isso de vez em quando lá estão eles na minha mesa.
Este teve uma ajudinha da minha
amiga secreta, pois entre as maravilhas que me enviou estavam uma embalagem de vermicelli de soja e uma lata de carne de caranguejo.

Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui



Usei:

100 g de vermicelli de soja
2 c sopa de óleo
2 chalotas em laminas finas
3 dentes de alho picados
2 caules de erva limeira fatiados
½ pimento vermelho em tiras finas
150g de carne de caranguejo
2 c sopa de molho de peixe
2 c sopa de sumo de lima
2 c chá de açúcar de palma
Cebolinho picado para servir

Fiz assim:

Coloquei a massa a hidratar em água quente até ficar macia. Escorri e cortei em pedaços com uma tesoura.
Depois é só:
Aquecer o óleo no wok, juntar as chalotas, o alho e a erva limeira e deixar saltear durante 2 minutos em lume forte. Junta-se o pimento e o vermicelli e mexe-se.
Tapa-se e deixa-se cozinhar 1 minuto, só o suficiente para a massa ficar quente.
Junta-se a carne de caranguejo, o molho de peixe, o sumo de lima e o açúcar, envolva bem com 2 garfos de madeira ou com pauzinhos.
Rectifica-se o tempero, e serve-se salpicado com o cebolinho.

Notas:

Possíveis substituições:
Vermicelli de soja por vermicelli de arroz ou nodles.
Açúcar de palma por açúcar mascavado.
Erva limeira por gengibre.
Molho de peixe por molho de soja ou de ostras.
Chalotas por cebola.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2008

Cuscuz com grão e legumes crocantes

Como resistir quando uma tentativa de reciclar sobras se torna num prato versátil, saudável e delicioso?
O cuscuz é assim, versátil, saudável, delicioso e melhor ainda: rápido!
Esta receita pretende ser mais do que uma receita a tomar nota, mas sim uma sugestão pois os ingredientes podem ser tão variados como a sua imaginação ou o conteúdo do frigorífico.
Atrevam-se, e não vão querer outra coisa!

Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

1 Chávena de café de cuscuz
1 Courgete
1 Cenoura
1 Chalota


1/2 Pimento vermerlho
1 Punhado de grão cozido
Azeite
Cominhos
Pimenta
Sal
Sementes de ½ romã

Fiz assim:

Hidratei o cuscuz num pouco de caldo, usei caldo do cozido. Reserve.
Prepare os legumes a seu gosto, neste caso cortei em juliana fina retirando a parte das sementes à courgete para que não ficasse muito húmido.
No wok, coloque um fio de azeite e deixe alourar ligeiramente a chalota picada, coloque os legumes e vá salteando até alourarem. Junte o grão e os cuscuz, e deixe incorporar os sabores.
Tempere com os cominhos, a pimenta e o sal. Envolva bem e abafe um pouco antes de soltar os grãos de cuscuz com um garfo.
Passe para o prato de servir e junte as sementes de romã.

Notas:

Pode hidratar o cuscuz com qualquer caldo a seu gosto, usar a água de cozer o grão ou simplesmente água quente.
Se gostar, tempere o cuscuz com uma colher de sopa de tahine, (pasta de sementes de sésamo).



Confeccione este prato com bulgur, ou arroz selvagem pois fica igualmente saboroso.

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Salteado de bulgur sementes e legumes


Nunca gostei muito de acompanhamentos tradicionais, principalmente batatas fritas ou simplesmente cozidas. E ainda por cima de vez em quando entro na fase da falta de apetite, onde só me apetece, sopa, sumos naturais ou saladas, acho que deve ser o “interruptor” que desliga temporariamente, pois tenho outras fases de devorar chocolate à boca cheia, ou pratos enormes de massa com “oceanos” de molho. Enfim… adiante!
Este foi o meu segundo ensaio com bulgur, o primeiro tinha sido apenas hidratado em água quente e incorporado numa salada, pois queria conhecer o verdadeiro sabor. Este delicioso ingrediente foi-me dado a conhecer pela minha querida amiga
Lídia do Cozinha Turca, passem por lá e confiram as deliciosas receitas.


Usei:

1 chávena de café de bulgur
½ couve chinesa
1 Courgete
1 Alho francês
1 Cenoura
1 Chávena de chá de rebentos de soja
2 C sopa de óleo de sésamo
1 Rodela de gengibre
4 C sopa de sementes de sésamo pretas
Q.b. molho de soja para temperar

Fiz assim:

Cobri o bulgur com água muito quente, e deixei hidratar.
Enquanto isso, ralei a cenoura e dei-lhe uma fervura.
Preparei os outros legumes, cortando-os o mais finamente possível, no caso da courgete, antes retirei a parte das sementes que contêm muita água, e não iria permitir a textura crocante desejada.
No wok deitei o óleo, depois de quente juntei as sementes, quando começaram a crepitar, juntei os legumes e salteei, depois de bem incorporados juntei o bulgur e deixei-o tomar o gosto dos legumes, no final temperei com um pouco de molho de soja.

Notas:

Da próxima vez irei temperar com sal pimenta e cominhos, para um sabor mais "quente".
Este prato pode servir como acompanhamento de carne, peixe ou salgadinhos, ou ainda de refeição ligeira morno ou frio.

O bulgur encontra-se à venda nas lojas de produtos naturais e diatéticos, mas também já vi em hipermercados junto ao arroz.

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Frango com molho de iogurte


Quando o tempo é escasso, o ânimo para cozinhar teima em não dar um ar da sua graça, e a família está esfomeada, o que fazer?
Esta é uma pergunta que qualquer dona de casa faz pelo menos uma vez na vida.
Para as emergências convêm ter reservas “quase” prontas do tipo: salgadinhos congelados ou então uma lista de receitas testadas como esta que é tão fácil, tão rápida, que parece impossível que resulte, mas resulta, e muito bem!

Usei:

1 Frango
2 Iogurtes naturais
200ml natas
1 Embalagem sopa de cebola

Fiz assim:

Corte o frango em pedaços, se for muito grande faça uns golpes nas coxas e sobre coxas, e disponha no fundo de um tabuleiro que possa ir ao forno e à mesa.
Bata os iogurtes e as natas com um garfo e incorpore a sopa de cebola de maneira a formar um molho.
Regue o frango com este preparado, e leve ao forno pré aquecido até o frango estar cozinhado.

Notas:

A meio da cozedura pode haver a necessidade de voltar os pedaços do frango.
Se achar que começa a alourar demasiado cedo, cubra com uma folha de papel de alumínio.
Aproveite o facto de estar a usar o forno, e prepare para acompanhar uns legumes nos papelotes *.
* Receita
aqui.
Pode fazer papelotes com folha de alumínio, ou usar sacos para assados no forno.
Neste caso, acompanhei com arroz cozido no vapor, que também dispensa vigilância.

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Rizotto de couve lombarda e salsichas frescas


Este foi o meu primeiro ensaio de rizotto!!

Ao tempo que andava tentada a aventurar-me por este sabor. Li muitas receitas, dei atenção ás notas pessoais nos blogs que visitei, comprei os ingredientes, li as instruções da embalagem do arroz arbóreo, e finalmente deitei mãos à obra.

Não segui nenhuma receita de rizotto das que pesquisei, ou das que tenho em livros, decidi fazer uma receita simples de arroz que normalmente faço, mas com arroz arbóreo e juntando alguns ingredientes que são quase sempre constantes no rizotto, tal como o vinho e o queijo.

Acho que tomei a decisão certa, pois já conhecendo o resultado final da receita, em textura e sabor, foi mais fácil e muito emocionante fazer depois a comparação.

Afinal, a nossa gastronomia tradicional tem muitas receitas de arroz que podem ser confeccionadas desta maneira, todas as receitas que conhecemos e que chamamos de arroz “malandrinho” são adequadas ao arroz arbóreo. Por exemplo: o arroz de pato ou outra ave, (dês de que não vá ao forno), o arroz de polvo de marisco de bacalhau ou outro peixe, no fundo o nosso tão português arroz carolino deve ser “parente” do italiano arbóreo.
(Qualquer dia ainda me arrisco a fazer arroz doce.)


Usei:

4 salsichas frescas
½ embalagem de bacon em cubos
2 cenouras raladas
½ couve lombarda em Juliana
1 fio de azeite
1 chávena de chá de arroz arbóreo
1 copo de vinho branco
1 pedaço de queijo parmesão ralado
1 noz de margarina vegetal
1 pitada de noz-moscada
1 litro de caldo de carne
1 chalota picada

Fiz assim:

Cortei as salsichas em pedaços e salteei-as no azeite juntamente com o bacon.
Adicionei a chalota e deixei alourar um pouco.
Juntei a cenoura e a couve, e tapei para deixar suar os legumes durante mais ou menos 5 minutos.

Temperei com uma pitada de noz-moscada e quando voltou a estar bem quente adicionei o arroz, envolvi e deixei o arroz absorver os sucos dos legumes.
Reguei com o vinho e deixei evaporar.
Fui então deitando conchas de caldo à medida que o mesmo ia evaporando, passados mais ou menos 20 minutos o arroz estava na consistência ideal.
Rectifiquei os temperos.
Retirei do lume, juntei a margarina e o queijo, envolvi cuidadosamente e servi de imediato.

Notas:

Não menciono o sal, porque o caldo estava temperado e o bacon fica salgado depois de salteado.
Uma técnica excelente para cortar as salsichas frescas de maneira que elas não se desmanchem é usar uma tesoura.
O queijo parmesão que se vende já ralado, não é o ideal para o rizotto, deve ralar-se o queijo na hora.
Uso sempre caldos caseiros que preparo quando surge a oportunidade, congelo e depois vou usando.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Costoletas de cebolada

Esta receita faz parte do meu dia a dia, para além de ser rápida, pode ser feita com varios tipos de carne, eu pessoalmente prefiro costoletas de porco da parte do cachaço, na minha opinião e na opinião da autora, são mais tenras e saborosa não ficam secas.
A receita foi-me dada pela minha querida tia Maria que é uma cozinheira de mão cheia.
Então cá vai:

    Usei:
  • Costoletas 1 grande ou 2 por pessoa
  • Cebolas em rodelas
  • 2 dentes de alho esmagados
  • manteiga
  • sal e pimenta
  • vinho branco
  • polpa de tomate
Fiz assim:

Tempera-se a carne com sal e pimenta.
Numa frigideira derrete-se a margarina com os alhos, e frita-se ligeiramente a carne.
Num tacho á parte, coloca-se uma camada de cebola, e por cima a carne que vai alternando com a cebola. Por cima coloca-se a polpa de tomate, rega-se com o vinho branco e com a gordura que ficou na frigideira.
Deixa-se estufar com o tacho tapado, lentamente e abanando de vez em quando.
Notas

Gosto de acompanhar com esparguete, pois sou louca por massas, mas liga com qualquer acompanhamento.
Este prato pode ser confeccionado na panela de cozedura lenta.