È também chamado de Sericaia, e é normalmente acompanhado por ameixas de Elvas em calda, uma delicia!
Antigamente era cozido nos fornos dos padeiros, os únicos que garantiam a temperatura elevada de que necessita para abrir fendas.
O meu forno, mesmo sendo novinho, não vai além dos 250º por isso as fendas no meu doce apenas ameaçaram aparecer, mas não deixou de estar uma perdição.
Versão de impressão e arquivo desta receita: aqui
Usei:
5 dl de leite
65g de farinha de trigo sem fermento
6 ovos
250g de açúcar
1 tira de casca de limão
1 pau de canela
2 c chá de canela em pó
1 pitada de sal
Fiz assim:
Batem-se as gemas com o açúcar até se obter um creme fofo.
À parte dissolve-se a farinha no leite que foi previamente fervido com a casca de limão, o pau de canela partido em pedaços e o sal.
Adiciona-se o creme de gemas e mexe-se.
Leva-se a engrossar sobre lume brando. Retira-se do calor e deixa-se arrefecer.
Batem-se as claras em castelo e juntam-se cuidadosamente ao preparado anterior, que nesta altura deverá estar frio ou ligeiramente morno.
Tem-se um prato de barro, ou outro que possa ir ao forno, e deita-se aí o doce ás colheradas. Este aspecto é importante, não se limitem a apenas despejar o creme no prato.
Polvilha-se a superfície abundantemente com canela, e vai ao forno previamente aquecido ao máximo.
Retira-se quando começar a abrir fendas e a crescer à volta do prato.
Notas:
A receita original diz que quando o creme vai ao lume a engrossar deverá ver-se o fundo do tacho, eu no entanto acho que a textura do doce fica mais agradável se não se deixar engrossar tanto. De qualquer das formas aqui fica a nota para quem quiser respeitar.
Fonte: “Cozinha tradicional portuguesa” da editorial Verbo.
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