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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Parker House Rolls

O jovem chef Dave Lieberman apresenta uma série no Food Network sobre como cozinhar de uma forma económica. Num desses programas ele preparou este pão adocicado e de textura fora do que estamos habituados, e logo a minha veia de padeira ficou a palpitar.
Como disse é um pão de textura diferente, e óptimo para ser consumido morno com manteiga ou doce, é assim uma boa sugestão para um lanche de fim-de-semana que vai saber muito bem nestas tardes frias de inverno.

Usei:

1 Chávena de água morna
2 c Sopa de açúcar
1 Quadradinho de fermento fresco de padeiro, ou 1 pacote de fermento seco
2 Chávenas de farinha
1 c Chá de sal
2 c Sopa de manteiga derretida
1 Ovo + 1 gema
1 Gema para pincelar
Sal para polvilhar (opcional)

Fiz assim:

Misture o fermento com a água morna e o açúcar e deixe fermentar pelo menos durante 5 a 10 minutos.
Numa tigela grande, misture a farinha com o sal e faça uma cova ao meio. Deite o ovo e a gema e bata ligeiramente. Adicione o fermento e misture tudo com colher de pau até obter uma massa. Transfira para a bancada e amasse até obter uma massa elástica, junte mais um pouco de farinha se necessário.
Volte a colocar na tigela, tape e deixe repousar em lugar abrigado até duplicar o volume, mais ou menos 30m.
Unte uma forma redonda. Reserve.
Divida a massa em 4 porções e tenda cada uma delas num rolo, divida esse rolo em 4 e com cada um dos pedaços forme uma pequena bola. Coloque na forma.
Depois da massa toda tendida, tape a forma e deixe levedar durante 1 hora em lugar abrigado.
Pincele com gema de ovo e polvilhe de sal (flor de sal é o mais indicado).
Leve ao forno pré aquecido a 200º durante 25 minutos.

Notas:

Pode optar por cozer as bolinhas em tabuleiro de maneira a que fiquem separadas, dessa forma, diminua um pouco o tempo de cozedura.
Guarde em recipiente hermético.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Bolo de café com leite


Este foi sempre o bolo presente nos lanches da minha infância.
Não sei onde a minha mãe o aprendeu a fazer, é daquelas receitas que se fazem até se lhe perder a conta.
O motivo para a minha mãe fazer este bolo era sempre o mesmo, só leva um ovo. E quando a minha paixão pela cozinha me começou a consumir, eu sonhava que ainda um dia iria fazer bolos com dúzias de ovos, é claro que nessa atura o colesterol não fazia parte das minhas preocupações.



Usei:

250g de açúcar amarelo
1 Chávena de café com leite (forte e aromático)
1 c chá de canela
250g de farinha
1 c chá de fermento
Raspa de 1 limão
1 Ovo
Miolo de noz a gosto

Fiz assim:

Bate-se o açúcar com o ovo até obter uma mistura cremosa.
Junta-se o café com leite, canela e a raspa de limão. Mistura-se bem.
Incorporam-se as nozes e finalmente adiciona-se a farinha peneirada com o fermento.
Deita-se a massa em forma untada de manteiga e polvilhada de farinha, e vai ao forno previamente aquecido a 180º, durante mais ou menos 40 minutos.
Confirme a cozedura com um palito, e deixe arrefecer sobre uma grade antes de desenformar.

Notas:

Se usar a batedeira para a mistura de açúcar e ovo, o bolo fica mais leve e fofo.
Se pelo contrario preferir o bolo com uma consistência mais “enqueijada”, bata o açúcar e o ovo com colher de pau.

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Rolinhos de pecan, maçã e caramelo

Manhãs frias e preguiçosas pedem pantufas, sofá e bolinhos quentes… Eu gosto tanto de dias assim, dias que parecem passar a correr quando afinal vi dois filmes, fiz uma fornada de bolos, e ainda dei um avanço no actual livro de mesa-de-cabeceira.
Quando me lembrei de fazer estes rolinhos não me conseguia decidir sobre o recheio, ora era maçã canela ou pecans caramelo, por isso saiu esta misturada e ainda bem…



Usei:

(massa)

½ Chávena de leite morno
2 c chá de fermento de padeiro seco
2 c sopa de açúcar amarelo
1 Ovo batido
2 + ½ Chávena de farinha
1 Pitada de sal

(recheio)

2 Maçãs
Açúcar & canela a gosto
1 Chávena de pecans picadas (reserve algumas para a cobertura)

(fundo)

½ Chávena de manteiga
½ Chávena de açúcar

Fiz assim:

Misture os ingredientes secos e abra uma cova ao meio.
Deite a manteiga derretida, o leite e o ovo e amasse bem até ter uma massa macia e elástica. (Pode usar a batedeira com o gancho para massas pesadas).
Faça uma bola e deite numa tigela untada, cubra e deixe a levedar em lugar abrigado durante 40 minutos, ou até dobrar o volume.
Descasque e corte as maçãs em cubos pequenos, polvilhe de açúcar e canela e deixe a repousar.
Derreta a manteiga com o açúcar numa frigideira até alourar e ficar com aspecto de areia. Deixe arrefecer um pouco e depois desfaça até obter torrões pequenos, deite a maior parte desses torrões numa forma e reserve.
Deite a massa na bancada e espalme-a, volte a formar uma bola e depois estenda com o rolo até obter um rectângulo.
Espalhe o recheio de maçã e a maior parte das pecans, enrole como se fosse uma torta mas não muito apertado, e corte fatias com mais ou menos 2 cm.
Disponha as fatias na forma, pincele com um pouco de gema batida com leite, e polvilhe com as restantes pecans e os torrões reservados do fundo.
Tape e deixe repousar durante mais 30 minutos.
Pré aqueça o forno a 180º e coloque os rolinhos a assar durante mais ou menos 30 minutos ou até dourarem.
Retire do forno e sirva morno.

Notas:

Versão maquina do pão: Coloque na cuba da máquina primeiro os líquidos e depois os secos, programe a máquina no programa massa e a partir daí continue com a preparação a partir do estender e rechear.

Adaptado de: “Cozinha para quem quer poupar”

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Bagels




Os bagels têm uma consistência que eu gosto bastante, o seu miolo é compacto e a crosta lisa e brilhante.

Perto da casa onde mora o Gaston em Londres, há uma loja que serve os melhores bagels que já comi, este fim de semana e num ataque de saudades decidi fazer esta receita da Nigella e digo-vos que não me desiludiu, bem pelo contrário ficaram deliciosos.
A receita indicada dá para mais ou menos 15 bagels.










Usei:



1 Kg de farinha para pão
1 c sopa de sal
7 g de fermento de padeiro seco
2 c sopa de açúcar
1 c sopa de óleo de girassol ou outro sem sabor
500 ml de água morna
2 c sopa de malte em pó ou açúcar para escaldar os bagels
Sementes várias para polvilhar (opcional)



Fiz assim:


Misture a farinha com o sal e com o fermento.
Junte o açúcar e o óleo à água morna, abra uma cova nos ingredientes secos e deite aí os líquidos à medida que vai misturando tudo numa massa.
Amasse bem durante uns 10 minutos até obter uma massa elástica.
A massa é um pouco dura mas é mesmo assim.
Forme uma bola, coloque numa tigela untada, cubra com película e deixe levedar durante 1 hora.
Espalme a massa algumas vezes e depois divida-a em 3, forme um rolo com cada um dos pedaços de massa e volte a dividir cada rolo em 5 pedaços.
Com esses pedaços mais pequenos, volte a formar um rolo e depois uma argola.
Coloque as argolas em tabuleiros forrados com papel vegetal e ligeiramente untados, cubra com um pano e deixe levedar durante mais 45m.
Entretanto coloque ao lume uma panela de água a ferver com o malte ou o açúcar.
Pré aqueça o forno a 220º.
Deite um bagel de cada vez na água a ferver, vire-o e volte a colocar no tabuleiro, (esta operação demora 1 minuto por cada bagel).
Polvilhe com sementes, (sésamo, papoila, linhaça ou outras), e leve ao forno quente durante 15 ou 20 minutos.
Retire e deixe arrefecer sobre uma grade.



Notas:

Versão maquina do pão: Use a máquina para amassar e levedar, e siga a receita a partir do momento de moldar os bagels.
Pode também amassar a massa na batedeira usando para isso o gancho de massa pesada.


Ligeiramente adaptado de: “How to be a domestic goddess” de Nigella Lawson

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Bolo de pera roquefort e noz

Para mim é quase impossível sair de uma livraria sem um livro de culinária no saco.
Resultado: dezenas de livros, centenas de receitas e cada vez menos tempo para as colocar em prática. Mas no meio de tanta sugestão há sempre aquelas que nos cativam de tal forma que se torna urgente traze-las para a mesa, foi o caso deste bolo salgado.
Estava eu ainda com a memória bem presente do sabor incrível de uma salada de endívias, roquefort e peras degustada na companhia de boas amigas quando vi que este bolo fazia uso da mesma dupla: roquefort e pêra. Uma delicia!


Usei:

180g de farinha
1 c sopa de fermento
3 Ovos
100g de queijo gruyére ralado
1 dl de óleo de girassol (ou outro sem sabor)
2 c chá de óleo de noz
1 dl de leite
150g de queijo roquefort esfarelado grosseiramente
2 Peras em cubos
1oog de miolo de noz picado grosseiramente
Sal & pimenta

Fiz assim:

Pré aqueça o forno a 180º e prepare uma forma de bolo inglês, untando-a com manteiga e polvilhando de farinha.
Peneire a farinha com o fermento e reserve.
Bata os ovos com os óleos e o leite e tempere de sal e pimenta.
Verta a mistura de ovos na farinha e envolva, misture o gruyére e misture bem, de seguida junte o roquefort, as peras e o miolo de noz e misture muito bem até ter um preparado homogéneo.
Deite a massa na forma preparada e coloque no forno durante 50 minutos.
Verifique a cozedura, e deixe arrefecer completamente antes de desenformar.

Notas:

Experimente usar formas individuais de empada, ficam lindos e práticos numa mesa de festa.
Pode substituir o gruyére por parmesão ralado na hora.

“Sai daí Joe Black!!!”


Fonte: "Quiches, cakes & Compagnie" da: Mrabout

quarta-feira, 18 de março de 2009

English muffins

A maior parte das vezes ao Domingo fazemos um “brunch” ou um pequeno grande almoço, como lhe costumo chamar, e estes pãezinhos são uma das iguarias mais disputadas da mesa, são de facto irresistíveis e mesmo no dia seguinte ligeiramente aquecidos na torradeira continuam uma delicia.
Podem ser servidos simples, com doce, com manteiga ou com queijo, ou podem também acompanhar um prato de ovos mexidos com bacon.
Para mim pode ser com manteiga e doce de alperce…



Usei:

3 Chávenas de farinha
1 c chá de fermento padeiro seco
½ Chávena de água
½ Chávena de leite
2 c chá de açúcar
1 c chá de sal
1 Noz de manteiga
Sêmola de trigo para polvilhar

Fiz assim:

Dissolva o fermento e o açúcar numa c sopa bem cheia de água morna. Reserve.
Aqueça o leite, a água, o sal e a manteiga. Quando a manteiga fundir apague o fogão e deixe amornar.
Peneire a farinha para dentro de uma tigela.
Faça uma cova no meio e deite aí os líquidos e o fermento. Com um garfo comece a misturar a farinha com os líquidos pouco a pouco, depois de estar tudo misturado deite a massa na bancada e amasse durante 5 ou 10 minutos, até que a massa fique lisa, enxuta e elástica.
Forme uma bola, volte a colocar na tigela e deixe levedar coberto em local abrigado até dobrar o volume, mais ou menos 2 horas.
Deite a massa na bancada e espalme-a com as mãos, sempre usando as mãos abra a massa até ter a espessura de 0,5 cm. Use um cortador redondo liso ou um copo e corte discos de massa.
Polvilhe um tabuleiro com sêmola e coloque dentro os discos de massa.
Cubra com um pano e deixe levedar pela segunda vez, mais ou menos 45 minutos.
Aqueça uma chapa no fogão, (ou use uma frigideira anti aderente bem pesada) e coloque os discos de massa, deixe ficar 3 ou 4 minutos de um lado, volte com uma espátula e deixe assar do outro lado.

Notas:

Versão máquina do pão:
Deite os líquidos à temperatura ambiente, depois a manteiga, a farinha, o sal, o açúcar e finalmente o fermento.
Escolha o programa amassar e levedar.
Passe depois à segunda fase da receita.

Receita adaptada do livro de receitas da máquina do pão

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Queques de banana e aveia

Aproveito sempre as férias para colocar os livros e o cinema em dia, e prefiro fazê-lo no Outono ou no Inverno, livros e televisão combinam com aconchego, lareira e pantufas, e combinam também com bolinhos e biscoitos acabadinhos de fazer.
Decidi juntar xarope de ácer ou plátano (maple sirup) com a banana e a aveia, e o resultado foi excelente quase que não deu tempo dos bolinhos arrefecerem.




Usei:

3 Chávenas de farinha
2 Chávenas de açúcar mascavado claro
2 c chá de fermento
1 c chá de bicarbonato
½ c chá de sal
¼ Chávena de manteiga derretida (+ ou – 60g)
2 Ovos grandes
2 Bananas maduras e esmagadas
1 Chávena de flocos de aveia
¾ Chávena de leite
1 c sopa de xarope de plátano


Fiz assim:

Pré aqueça o forno a 180º.
Peneirar a farinha, açúcar, fermento, bicarbonato e sal, juntar a manteiga, misturar bem e reservar.
Em outra tigela misturar os ovos, o leite, o xarope e as bananas.
Juntar as duas misturas e adicionar a aveia, misturar sem bater a massa.
Colocar a massa em formas de empada ou em caixinhas de papel frisado até 2 terços da sua altura.
Levar ao forno durante 25 a 30 minutos.
Retire e deixe arrefecer sobre uma grade.

Notas:

Pode substituir o xarope de plátano por outro aromatizante a gosto, por exemplo baunilha ou canela, (ajuste quantidades).
Antes de levar os bolinhos ao forno pode decorar o topo com uma rodela de banana ou 1 c chá de flocos de aveia.

Receita adaptada daqui.

Veja também: Queques de arando e laranja.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Panquecas de courgete e ricotta

Este petisco foi feito para um brunch de Domingo, e foi um êxito tal que logo passado pouco tempo foi repetido.
Originais, completas e deliciosas, estas panquecas são uma opção ás tradicionais omeletas ou tortilhas, e com um acompanhamento de legumes ou leguminosas proporcionam uma refeição.
A ricotta faz com que fiquem bastante macias, uma agradável experiência sem dúvida.



Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.

Usei:

1 Chávena de farinha
2 Ovos
1 c sopa de manteiga derretida
1/3 Chávena de natas
Sal & pimenta
½ Chávena de ricotta
1 c sopa de orégãos
1 Courgete pequena ralada
Óleo vegetal para untar a chapa

Fiz assim:

Peneire a farinha para uma tigela, junte os ovos, a manteiga, as natas, o sal e a pimenta.
Misture muito bem com vara de arames ou batedeira para não ficar com grumos.
Adicione o ricotta, os orégãos e a courgete ralada.
Pincele uma chapa ou frigideira anti aderente com óleo e aqueça. Depois de quente passe para lume médio e deite uma concha de massa, cozinhe até aparecerem bolhas, vire com uma espátula e deixe alourar do outro lado.
Retire e sirva morno com uma salada de legumes cruz ou cozidos.

Notas:

Depois desta vez já voltei a fazer estas panquecas usando cenoura ralada e ligeiramente cozida no vapor. Ficou igualmente delicioso.

Ligeiramente adaptado do livro: Cozinha para quem não tem tempo” de Mafalda Pinto Leite.

Veja também:
mini frittatas de salmão fumado.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Tostas francesas

E que tal começar o novo ano como se começa um novo dia?!
Esta receita de pequeno-almoço é fácil e rápida, mas mesmo assim é mais usual aparecer na mesa de Domingo.
Ao publicar a maneira de confeccionar as tostas francesas estou a ter uma atitude egoista, pois pode ser que assim o pessoal cá de casa me comece a surpreender com um delicioso pequeno-almoço em vez de ser ao contrário, pois agora não há a desculpa: “mas eu não sei como se faz…”


Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

6 Fatias de pão de forma sem côdea
3 Ovos
2 c sopa de açúcar amarelo (mascavado claro)
1 c chá de extracto de baunilha
1 c chá de canela em pó
½ c chá de noz-moscada ralada
½ c chá de sal
½ dl de leite

Fiz assim:

Numa tigela bata os ovos com o leite.
Junte o açúcar, o extracto, as especiarias e o sal, e misture bem.
Aqueça uma chapa ou frigideira anti aderente no fogão.
Molhe as fatias de pão na mistura de ovos, e coloque na chapa bem quente.
Deixe a cobertura de ovos alourar e com uma espátula vire as tostas para alourar do outro lado.
Sirva quente ou morno com mel, açúcar e canela, xarope de bordo ou geleia de canela.

Notas:

Se a chapa ou a frigideira for anti aderente não há necessidade e usar gordura, mas se tiver de usar use óleo vegetal de sabor neutro, como girassol ou colza e use um pincel para que a película de gordura seja muito fina.

Veja também:
crepes e talassas.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

Mini frittatas de salmão fumado

Receber amigos em casa é para mim uma enorme alegria.
No dia que fiz estas frittatas, tinha convidado um casal amigo para uma castanhada assada que serviria de lanche “ajantarado”, a minha amiga que me conhece bem, tinha-me feito um ultimato: “Só vou se me prometeres que não te pões a cozinhar que nem uma doida!” Eu, muito bem mandada cumpri, (eu queria mesmo que ela viesse), por isso fiz estes petisquinhos, que não demoram nada, e nem se deu por isso a não ser na mesa.



Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.



Usei:
(para 12)

2 c sopa de azeite
1 Courgete ralada
3 Ovos
¾ Chávena de creme fraîche
100g de salmão fumado picado
2 c sopa e cebolinho picado
Sal & pimenta

Fiz assim:

Refogue ligeiramente a courgette no azeite e reserve.
Se não usar formas de silicone, unte 12 formas de empada com manteiga, e pré aqueça o forno a 180º.
Com um garfo bata os ovos e o creme fraîche.
Junte a courgette, o salmão e o cebolinho.
Tempere de sal e pimenta.
Divida a mistura pelas formas, e leve ao forno durante 15 minutos, ou até dourar a superfície.
Deixe descansar um pouco antes de desenformar.
Sirva morno.

Notas:

Sugestão de apresentação: Coloque 1 c sopa de creme fraîche batido com sal e pimenta sobre cada frittata e decore com ovas de salmão ou cebolinho picado.
Creme fraîche = Nata azeda.

Fonte: Blue cooking – Novembro 2008
Veja também: Tosta de salmão e feta.

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Mini crepes com coração gelado de Nutella

A “mestra” dos crepes aqui em casa é a “piolha”, por força das circunstâncias foi praticando e hoje é uma “expert”, no passado ano lectivo no dia dedicado ao francês, teve a seu cargo uma banca de crepes e fez sucesso, mas teve de levar a tralha toda de casa pois só com a frigideira antiaderente, a concha que tem a medida certa de massa e a espátula para virar os crepes é que o show fica completo.

Não é meu costume fazer publicidade gratuita, mas neste caso tenho de chamar as coisas pelo nome. Estou a referir-me ao Nutella, podem fazer este gelado com outro creme de cacau e avelãs mas na minha opinião Nutella é Nutella.



Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Para os crepes

Ingredientes:

200g de farinha
5 dl de leite
2 Ovos
Uma pitada de sal


Preparação:

Bata os ovos com o leite, junte a farinha peneirada e o sal, e misture muito bem de maneira a não deixar grumos.
Tape e deixe repousar no frigorífico 30 minutos.
Pincele uma frigideira anti aderente com um pouco (muito pouco mesmo, use um pincel) de margarina liquida, e deixe aquecer.
Deite uma concha de massa na frigideira, espere até começar a formar bolhas e vire, espere mais um pouco e retire.
Mantenha os crepes quentes em prato aquecido.

Para o gelado de Nutella

Ingredientes:

380 ml de leite evaporado frio (mantenha no frigorifico até usar)
350g de Nutella (à temperatura ambiente)

Preparação:

Coloque o leite evaporado na taça da batedeira, e bata em velocidade alta até obter um liquido mais espesso e espumoso.
Junte o creme de chocolate e avelãs e bata até ficar homogéneo.
Transfira para formas de bombons e leve ao congelador de um dia para o outro.
Retire do congelador 15 minutos antes de servir.
Se usar uma outra forma, use uma de bolo inglês forre com pelicula, e no momento de servir desenforme e corte em fatias.
Este gelado mesmo na sorveteira ou batido enquanto congela, não se molda com a tipica colher de gelados, no entanto fica cremoso.

Aqui, a “piolha” em acção.
Conseguem ver onde está o crepe?


Notas:

Leite evaporado ou leite concentrado não açucarado é leite fresco cujos 60% da água foram removidos por evaporação. È depois homogeneizado, refrigerado, fortificado com vitamina D estabilizadores e esterilizado.
A versão inteira tem no mínimo 7,9% de matéria gorda.
O leite evaporado pode ser guardado à temperatura ambiente até ser aberto, depois disso deve ser passado para um recipiente de vidro, tapado e guardado no frigorífico, mas nunca mais de uma semana.
O leite condensado é feito da mesma maneira, mas com a adição de açúcar.
Substituição: Dissolver 7 c sopa de leite em pó numa chávena + 1 colher e meia de sopa de água, ou seja: 54g de leite em pó para 270 ml de água.
Guarde no frigorífico durante 12 horas.
Bata até dobrar de volume.
Fonte

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

Pão de besan

Besan ou farinha de grão-de-bico, é usado na cozinha indiana para o fabrico de pão, bhajias (fritos de legumes num polme) e também para engrossar molhos e estabilizar o iogurte quando este é adicionado a pratos quentes.
Estes pães são uma delícia quentinhos, servem de petisco ou como entrada para uma refeição.
São fáceis e rápidos de fazer, e para além disso são mais uma maneira de consumir esta maravilhosa leguminosa que é o grão-de-bico e da qual eu gosto bastante.



Versão de impressão e arquivo desta receita aqui.


Usei:

2/3 chávena de farinha ata ou trigo integral
½ chávena de besan
½ c chá de sal
1 cebola pequena picada
¼ molho de coentros picados (caules inclusive)
2 malaguetas verdes sem sementes e picadas
2/3 chávena de água
2 c chá de ghee ou manteiga

Fiz assim:

Peneire as farinhas, junte o sal e misture bem.
Junte a cebola, a malagueta, os coentros e a água e misture até obter uma massa macia.
Pode ser necessário ajustar com água ou farinha dependendo do tamanho e humidade dos vegetais.
Cubra a tigela, e deixe repousar durante 15 minutos.
Passado esse tempo amasse durante 5 ou 7 minutos, (pode usar o gancho da batedeira).
Divida a massa em 8 pedaços iguais e com as mãos molde bolas, sobre a bancada enfarinhada e com a ajuda de um rolo, abra a massa em forma de discos, não muito finos.
Aqueça a seco uma frigideira pesada e de preferência anti-aderente e coloque os discos virando-os pelo menos 3 vezes e de cada uma das vezes untando-os com ghee.
Coloque num prato e sirva quente.

Notas:

Pode encontrar besan em mercearias indianas ou nas boas lojas de produtos diatéticos.
Como outra farinha qualquer, convém guardar em local fresco, escuro e em recipiente hermético.
Veja também:
chapatis.

Fonte: "Cozinha indiana"

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Tosta de salmão com ovo mexido

Uma das regras cá por casa é de que Sexta-feira ao jantar a cozinheira está de folga.
Cada um vai para a cozinha e dá largas à imaginação, ou simplesmente prepara uma tosta ou uma sanduíche.
Por vezes os petiscos revelam-se mais trabalhosos do que os jantares do dia a dia, quando a “piolha” me diz: “embora fazer crepes?!” ou: “e se fosse waffles?”
Desta vez, ganhei eu, propus uma tosta de pão rústico, e a “piolha” lambeu o beiço!


Usei:

4 Fatias de pão caseiro ou 2 bolas abertas ao meio
1 Ovo grande
2 c sopa de manteiga
2 dentes de alho
4 pés de salsa
1 tomate

Fiz assim:

Coloquei uma chapa de ferro ao lume, (pode usar uma frigideira de fundo pesado), e tostei as fatias de pão.
Enquanto isso, a “piolha” bateu e mexeu o ovo, numa frigideira anti aderente sem gordura e deixando-o húmido.
Piquei os dentes de alho e a salsa o mais finamente possível e envolvi na manteiga que convêm estar à temperatura ambiente.
A intenção era usar fatias de salmão fumado, mas estavam temporariamente indisponíveis no meu frigorífico, por isso usei salmão ao natural em conserva, que também piquei um pouco.
Barrei a fatia de pão com a manteiga de alho e ervas, de seguida o salmão, em cima uma rodela de tomate e o ovo mexido, decorei com uma folha de salsa.

Nota:

Tenha manteiga de alho, ou de ervas preparada antecipadamente.
Depois de agregados os ingredientes, enrole a manteiga em papel vegetal ou alumínio, mantenha no frigorífico e na hora de usar corte em fatias.