Mostrar mensagens com a etiqueta doces de colher e de fatia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta doces de colher e de fatia. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Tarte de abóbora


Um dia destes uma amiga apareceu-me á porta com uma abóbora monstruosa, a sério, era tão grande que não fui capaz de a cortar sozinha.
Parte dessa abóbora foi para esta tarte, outra parte vai sendo usada em sopas e mais de metade está congelada.
A opinião sobre a tarte não foi consensual, dos dois comilões aqui de casa um gostou e o outro nem por isso, resto eu para desempatar. Como sou um bom garfo e também uma boa colher e faca, eu cá gostei.

Usei:

Creme de abóbora:

50 ml de leite
2 c chá de farinha
175 ml de natas
425g de puré de abóbora
3 Ovos
65g de açúcar mascavado escuro
1 c sopa de açúcar granulado
1 c sopa de canela
¼ c chá de cravinho
¼ c chá de gengibre moído
½ c chá de sal fino
1 Pitada de pimenta preta
1 ½ c chá de brandy


Massa Areada Doce

200g de farinha
1 Pitada de sal
1 c chá de açúcar
100f de manteiga fria
1 Ovo
Umas gotas de extracto de baunilha

Fiz assim:

Massa:
Coloque os ingredientes da massa no processador de alimentos e pulse para combinar.
Quando a massa se aglomerar num dos lados, retire. Molde um disco grosseiro envolva em película e deixe repousar no frigorifico durante 1h.
Pré aqueça o forno a 180º.
Estenda a massa e forre uma forma de tarte. Pique o fundo e os lados com um garfo, cubra com folha de alumínio, coloque uns pesos dentro e leve ao forno durante 30 minutos, retire os pesos e a folha e deixe alourar.
Creme:
Dissolva a farinha no leite e leve ao lume até cobrir as costas de uma colher. Junte as natas e mexa até retomar fervura. Retire do lume e reserve.
Numa tigela bata os ovos com o puré. Reserve.
Misture os açúcares com as especiarias, e junte ao puré e aos ovos, junte também o brandy e as natas, misture bem.
Deite o creme na tarte e leve ao forno durante 45 minutos.
Deixe arrefecer completamente antes de cortar.

Notas:
Para fazer o creme de abóbora, corte a abóbora em fatias, retire as sementes e as fibras e leve ao forno até que amoleça.
Retire a polpa com uma colher e esmague, usando de preferência um esmagador manual ou o passe-vite. Use de imediato ou congele em doses individuais.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tarte cigana

Dediquei umas boas horas, (1 dia e meio para ser mais exacta) a elaborar um índice geral de receitas do Tachos de ensaio, e verifiquei que tenho menos receitas de tartes do que pensava ter, assim decidi partilhar convosco esta tarte da revista “Olive” que embora não me tivesse enchido as medidas, é tão fácil e tem tão poucos ingredientes, que acaba por merecer aqui o seu espaço.
A receita da revista pedia massa areada de compra, mas eu fiz a receita básica de “shorcrust pastry” da Alice Waters.

Usei:

(Massa)
50ml de água muito fria
100g de farinha
1 Pitada de sal
85g de manteiga gelada em cubos

(Recheio)
400g de leite evaporado (1 lata)
300g de açúcar mascavado escuro (do mais escuro)

Fiz assim:

(Massa)
Coloque a farinha e o sal no processador de alimentos, e pulse uma vez para misturar.
Adicione a manteiga e processe até obter a consistência de areia, com o processador em movimento junte a água, (pode não ser precisa toda, depende da capacidade de absorção da farinha), e espere até a massa começar a aglomerar-se numa bola num dos lados do recipiente.
Retire, achate a massa e guarde envolvida em película, no frigorífico durante pelo menos 30 minutos.
Estenda a massa numa superfície enfarinhada, com o rolo também enfarinhado, e forre uma forma de tarte de – ou – 27 cm.
Deixe a massa repousar mais uns minutos no frigorífico, enquanto pré aquece o forno a 180º.
Cubra a massa com papel vegetal ou folha de alumínio, coloque por cima uns pesos, e leve ao forno durante 15 a 20 minutos. Retire os pesos e o papel e deixe dourar.

(Recheio)
Bata o leite evaporado durante 20 minutos adicionando o açúcar por 3 vezes.
Deverá ficar com uma consistência ligeiramente cremosa.
Coloque o recheio na forma e leve ao forno 15 minutos.
Deixe arrefecer completamente para o recheio firmar antes de desenformar e fatiar.

Notas:

Ao levar a massa ao frio depois de forrar a forma, está assim a evitar que a massa encolha com o calor do forno.
Para impermeabilizar a massa, pincele com clara de ovo ligeiramente batida. Desta forma mesmo que a massa crie rachas o recheio não se escapa e a crosta fica estaladiça.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Bolo pudim de citrinos


“Se a vida te dá limões, faz limonada!”
No meu caso é mais: se tenho limões, faço sobremesas e litros de chá.
Esta é mais uma da minha revista preferida, donna hay magazine, o único problema é que como estou no hemisfério contrário, as receitas de Inverno aparecem nas revistas publicadas no nosso Verão. Esta foi publicada em Junho e feita agora, com muita pena de não ter sido antes, pois é fantástica.

Usei:

90g de manteiga derretida e morna
1 + ½ Chávena de açúcar branco fino (caster)
1 + ½ Chávena de leite
3 Ovos
½ Chávena de sumo de limão
½ Chávena de farinha
1 c chá de fermento
1 c sopa de casca de laranja ralada muito fina
Açúcar em pó para servir

Fiz assim:

Unte 8 ramequins, e pré aqueça o forno a 180º.
Peneire a farinha com o fermento para uma tigela, junte o açúcar e misture.
Abre uma cova ao meio e deite os ovos, o leite, o sumo de limão, a manteiga e a casca de laranja, com uma vara de arames, desfaça os ovos e comece a envolver tudo numa massa ligeira começando de dentro para fora.
Pode fazer tudo junto directamente no processador de alimentos ou num copo de batidos.
Deite o preparado nos ramequins e leve ao forno durante + ou – 40 a 45 minutos, ou até dourar por cima.
Retire, deixe amornar e polvilhe com açúcar em pó.

Notas:

Pode fazer o bolo pudim num recipiente grande, por exemplo, num pirex.
Nesse caso aumente o tempo de cozedura para 1 hora.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Potes de limão


Directo do monte no Alentejo veio um cesto cheio de limões, e eu dou pulos de alegria quando tenho á minha disposição limões directos da árvore sem cera e sem produtos que os colocam bonitos mas que estragam o que para mim o limão tem de melhor: a casca.
Aproveitando essa dádiva e logo a seguir a um chazinho de limão com canela, corri para a “donna hay magazine” e procurei por esta receita previamente marcada desde Jun/2009, e assim surgiu uma das sobremesas do ultimo jantar de 2010.

Usei:

500 ml de natas
½ Chávena de açúcar fino (caster)
1 c Sopa de casca ralada de limão (muito fina)
¼ Chávena de sumo de limão
1 c Chá de gelatina em pó
1 c Sopa de água (para hidratar a gelatina)

Fiz assim:

Coloque as natas e o açúcar num tacho sobre lume brando e mexa para dissolver o açúcar. Deixe sobre o lume até borbulhar durante 3 minutos.
Retire do lume e adicione a raspa de limão e o sumo. Mexa para combinar.
Entretanto hidrate a gelatina e leve-a ao microondas durante uns segundos, adicione ao preparado de natas e mexa bem.
Coloque em copos pequenos ou taças, deixe arrefecer e coloque no frigorífico durante umas horas para estabilizar.

Notas:

A quantidade de gelatina pode parecer pouca, no entanto é o suficiente pois o sumo de limão por si faz talhar as natas.
Pode servir com natas batidas e migalhas de bolacha por cima.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Bolo de chocolate branco e amêndoa

A minha opinião sobre o chocolate branco continua inabalável, é bom mas não é chocolate.
Este bolo, foi feito sem grandes expectativas e no entanto agradou-me (e aos outros gulosos) bastante. Muito se deve á consistência da amêndoa na massa mas o sabor é bastante delicado sem ser enjoativo, pois é sabido que o chocolate branco é extra doce.
Com votos de ano novo cheio de coisas boas, cá fica a receita.

Usei:

250g de chocolate branco de culinária
½ chávena de manteiga sem sal
½ chávena de açúcar
5 ovos
¾ de chávena de amêndoa moída (aperte bem ao medir)
1 c sopa de sementes de papoila (opcional)

Fiz assim:

Bater as claras em castelo firme e reservar.
Derreter o chocolate picado com a manteiga em banho-maria.
Bater as gemas com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado.
Incorporar o chocolate delicadamente, e finalmente juntar as claras em castelo intercalando com a amêndoa e as sementes se as incluir.
Vai ao forno pré aquecido a 180º em forma de anel com o fundo forrado com folha vegetal e untada, durante mais ou menos 25 30 minutos.
Deixe arrefecer completamente antes de desenformar.

Notas:

Usei sementes de papoila mas a textura granulada da amêndoa dispensa a companhia das sementes.
Ligeiramente adaptado
daqui.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

4 por 6 Jardineira de lulas + Pudins de chocolate

Mais uma refeição dentro do contexto do 4 po6 6 que me surpreendeu pela facilidade, rapidez e sabor.
Esta jardineira de lulas é uma delicia e pelo facto de não lhe ser adicionado água na confecção faz com que fique com um caldo maravilhoso para ser acompanhado por umas fatias de pão saloio.
Para falar da sobremesa sou suspeita, pois como é do conhecimento geral sou “chocodependente” e por isso de mim só sairão elogios a estes pudins.
Está então na mesa o 4 por 6 desta semana!



Usei:

1Kg de lulas
150g de ervilhas
2 Cenouras
½ Chávena de polpa de tomate
100ml de vinho branco
1 Cebola
Sal & pimenta
Picante a gosto
Azeite q.b.

Fiz assim:

Corte o saco das lulas em rodelas e deixe os tentáculos inteiros.
Pique a cebola e amoleça-a no azeite quente.
Junte as cenouras em cubos, as ervilhas e a polpa de tomate, envolva e deixe suar um pouco.
Adicione as lulas, tempere de sal, pimenta e picante, mexa até as lulas ficarem opacas.
Regue com o vinho e deixe fervilhar até as lulas estarem macias.




Pudins de chocolate




Usei:

½ Chávena de leite
35g de manteiga derretida
1 Ovo ligeiramente batido
1 c chá de extracto de baunilha
½ Chávena de farinha peneirada
½ c chá de fermento peneirado
2 c sopa de cacau em pó peneirado
¼ Chávena de miolo de amêndoa moído
¾ Chávena de açúcar mascavado
1 ½ c sopa cacau peneirado
1 Chávena de água a ferver

Fiz assim:

Pré aqueça o forno a 180º, e prepare 4 ramequins untando-os ligeiramente.
Coloque o leite, a manteiga, o ovo e a baunilha numa tigela e mexa com uma vara de arames.
Junte a farinha, fermento, 2 c sopa de cacau, as amêndoas e ¼ chávena do açúcar, mexa até obter uma mistura lisa e distribua pelos ramequins.
Misture o restante açúcar com a 1 ½ c sopa de cacau e salpique sobre a massa dos pudins.
Distribua a água a ferver pelos 4 ramequins e leve ao forno durante 20 minutos.
Sirva morno ou frio.


Vamos a contas…


Dica de poupança:

Depois de usar uma vagem de baunilha, lave-a, seque-a e reutilize-a para preparar extracto colocando-a em frasco fechado e cobrindo-a de vodka.
Ou: Coloque-a num pote fechado com açúcar e assim terá sempre à mão açúcar baunilhado.

Sobremesa ligeiramente adaptada de: “Donna hay magazine” nº 45

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Banoffee ou tarte de banana e caramelo

Ou “banamelo”.
Esta foi a tradução a que chegámos aquando da nossa visita a Londres, e o nosso amigo Tom nos preparou a sua banoffee.
Quando preparei esta tarte não pude evitar umas boas gargalhadas ao comparar os métodos usados pelo Tom com os que eu usei.
Eu usei triturador para as bolachas, o Tom usou os punhos.
Eu usei uma tarteira de fundo amovível, o Tom usou um recipiente de silicone.
Eu usei um cilindro para pressionar a massa, o Tom usou uma colher.
Eu usei batedeira para bater as natas, o Tom usou uma vara de arames, (que eu tinha oferecido, senão seria um garfo).
Perguntem-me: a banoffe do Tom estava menos boa?
E eu respondo: NÂO!!! Estava deliciosa.


Usei:

300g de bolachas tipo digestivas
150g de manteiga fria em cubos
2 c chá de cacau
½ c chá de canela
3 Bananas em rodelas
250 ml de doce de leite ou 1 lata de leite condensado cozido
200 ml de natas
1 c sopa de açúcar em pó
Raspas de chocolate amargo para decorar

Fiz assim:

Coloque as bolachas no processador de alimentos e pulse até obter migalhas, junte a manteiga em cubos, o cacau e a canela e volte a pulsar até atingir a consistência de areia húmida.
Deixe repousar um pouco e verta para uma tarteira de fundo amovível, pressione com os dedos ou com as costas de uma colher até cobrir o fundo e reserve no frigorífico durante 30 minutos.
Espalhe o doce de leite sobre a base da tarte, e por cima disponha as rodelas de banana.
Bata as natas com o açúcar até ficarem firmes e volumosas e deite sobre a banana.
Reserve no frigorífico até servir.
Decore com raspas de chocolate.

Notas:

Embora já exista no mercado leite condensado cozido, se pretender faze-lo em casa proceda do seguinte modo: Coloque a lata na panela de pressão, cubra de água e deixe ferver durante 20 minutos.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

4 por 6 - Atum com ovos + Panna cotta de canela

Este prato foi o meu primeiro êxito culinário. Eu tinha uns 7 ou 8 anos quando fiz atum com ovos pela primeira vez e nunca mais deixei de fazer, gosto muito de atum e podia viver só de ovos e leite, diz a minha mãe que sou como as cobras…
Desde há muito tempo que esperava por uma oportunidade de partilhar a receita, não é nenhum prato que mereça destaque pela qualidade, apresentação ou confecção, no entanto pode-nos valer em apertos de tempo ou falta de ingredientes frescos e para além disso é super económico.
Para sobremesa algo mais sofisticado mas muito fácil e rápido, sugiro acompanhar esta panna cotta com compota ou geleia de maçã.
Para acompanhamento do atum pode ser uma salada de alface.
Está então na mesa o 4 por 6 desta semana.



Usei:

1 Lata de 385g de atum em óleo
1 Cebola pequena picada
1 Dente de alho picado
Azeite q.b.
75g de polpa de tomate
4 Ovos
1 Folha de louro
50 ml de vinho branco
500g de batatas
Sal & pimenta

Fiz assim:

Comece por fritar as batatas em cubos. Tempere de sal, escorra sobre papel absorvente e reserve.
Escorra o atum e desfaça-o grosseiramente com um garfo.
Bata os ovos com uma pitada de sal e pimenta.
Aqueça um pouco de azeite e deixe fritar ligeiramente o alho antes de juntar a cebola, deixe amolecer e depois junte o atum e a folha de louro, mexa e deixe absorver os sabores, junte a polpa de tomate e refresque com o vinho, deixe retomar a fervura e mexa ocasionalmente.
Rectifique de sal e pimenta e junte os ovos batidos, mexa até envolver bem mas não deixe os ovos endurecerem demais.
Por fim envolva as batatas fritas e sirva.



Panna cotta de canela



Usei:

2 c chá de brandy
2 c chá de gelatina neutra
2 Chávenas de natas
½ Chávena de açúcar amarelo
1 Pitada de sal
1 Chávena de leite
1 c chá de extracto de baunilha
2 c chá de canela em pó


Fiz assim:

Hidrate a gelatina no brandy. Reserve.
Leve ao lume as natas com o leite, o açúcar, o sal, e a canela.
Mexa até o açúcar dissolver e deixe fervilhar por breves minutos em lume brando.
Retire do lume e junte um pouco do líquido quente à gelatina para dissolver, adicione depois ao preparado principal e junte o extracto de baunilha.
Volte a colocar sobre lume brando mexendo sempre, assim que estiver prestes a retomar a fervura retire do lume e coloque em taças.
Deixe arrefecer e reserve no frigorífico até servir, pelo menos 4 a 6 horas.

Vamos a contas:


Dica de poupança:

Quando fizer omeletas, fritadas ou tortilhas, substitua um dos ovos por um pouco de leite.
Desta maneira para alem de poupar reduz o consumo excessivo de ovos que para certas pessoas pode ser prejudicial.

Sobremesa adaptada daqui.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Bolo pudim de chocolate

Acho que encontrei a receita ideal para quando me dá aquelas vontades incontroláveis de comer uma sobremesa de chocolate e não consigo esperar por doces demorados.
Este bolo pudim é uma delicia, fica com uma calda deliciosa no fundo enquanto quente e que depois de frio se transforma em creme.
È de preparação rápida e sem técnicas de doçaria complicadas e pode ser degustado morno… enfim, é o sonho de qualquer chocodependente!



Usei:

1 Chávena de farinha
1/3 Chávena de cacau
1 c chá de fermento
¼ c chá de sal fino
2 Ovos
1 Chávena de açúcar
¾ Chávena de leite
4 c sopa de manteiga derretida
2 c chá de extracto de baunilha

(calda)

1/3 Chávena de cacau
¾ Chávena de açúcar mascavado
1 + ½ Chávena de água a ferver

Fiz assim:

Unte um recipiente fundo com manteiga.
Pré aqueça o forno a 180º.
Peneire a farinha com o cacau, o fermento e o sal. Reserve.
Bata os ovos com o açúcar até obter uma mistura espumosa, junte o leite, a manteiga e a baunilha e bata mais um pouco.
Junte os ingredientes secos e misture bem.
Deite a massa no recipiente de forno.
Misture o restante cacau com o açúcar mascavado e dilua na água a ferver. Deite este líquido sobre a massa e leve ao forno durante mais ou menos 35 minutos.
Sirva morno ou frio com natas batidas ou uma bola de gelado.

Notas:

Use um cacau de boa qualidade e sem adição de açúcar, a escolha desse ingrediente é fundamental para o sucesso desta sobremesa que não fica muito doce.

Adaptado daqui.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pudim de pão com xarope de bordo

Tenho muita sorte em ter uma tia e uma madrinha no Canadá que sempre que cá vem me trazem o verdadeiro e precioso xarope de ácer, ou xarope de bordo mais conhecido por maple syrup.
Por cá o seu preço é assustador e a autenticidade duvidosa, mas se é um dos que como eu tem sempre ao dispor este delicioso néctar não deixe de fazer esta sobremesa tão fácil como deliciosa, e que para além disso é óptima para usar as sobras dos pães doces das festas, como por exemplo o Panetone ou o bolo rei.


Usei:

4 Ovos
200 ml de natas
200 ml de leite
½ Chávena de xarope de ácer (maple syrup)
1/3 Chávena de açúcar mascavado
Miolo de noz picado grosseiramente, a gosto
200g de pão-de-leite com pepitas de chocolate, ou outro pão doce
Xarope de ácer extra para regar

Fiz assim:

Bata os ovos com o açúcar até obter uma mistura espumosa, junte o xarope de ácer, as natas e o leite e bata mais um pouco até obter uma mistura homogénea.
Deite dentro dessa mistura o pão partido em pedaços e deixe a repousar até estar ensopado.
Deite num recipiente de forno levemente untado com manteiga e por cima espalhe o miolo de noz. Regue com mais um pouco de xarope de ácer e leve ao forno pré aquecido a 180º durante mais ou menos 30 minutos.
Sirva morno ou frio.

Notas:

Tipo de pão que se podem usar: brioche, pão de passas, pão de deus, pão de leite, pan d’épices, bolo rei, bolo inglês, ou simplesmente o pão da sua preferência.
Pode também usar sobras de pão normal, aumente um pouco a quantidade de açúcar e de xarope.

Adaptado daqui.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

White russian panna cotta

Já vos tinha contado que houve uma altura em que eu gostava muito de preparar bebidas, acontece que uma das minhas preferidas eram o black e o white russian, (deixo nas notas finais a maneira de os preparar), logo, assim que descobri esta panna cotta abri um sorriso e fiquei muito curiosa sobre como resultaria esta versão do cocktail em forma de sobremesa.
Fiz, e gostei muito, não posso dizer que foi uma das minhas preferidas mas estas experiências são sempre muito divertidas e fiquei logo a pensar em outros cocktail com potencialidade de serem transformados em algo comentivel.



Usei:

(panna cotta)

1 c sopa de água
1 c chá de gelatina granulada neutra
¼ Chávena açúcar
1 + 1/2 Chávena de natas
1 c chá de extracto de baunilha

(geleia de café)

2 c sopa de vodka
6 c sopa de licor de café
½ c chá de gelatina neutra granulada

Fiz assim:

Comece por preparar a geleia de café.
Hidrate a gelatina numa c sopa de vodka, reserve durante uns minutos.
Leve um pequeno tacho com água ao lume, e quando a água estiver bem quente mergulhe o fundo do recipiente ande está a gelatina e mexa até dissolver bem.
Se preferir pode fazer esta operação levando a gelatina ao microondas durante uns segundos, mas nesse caso a maior parte do álcool vai evaporar.
Junte a restante vodka e o licor de café e mexa até estar bem incorporado.
Deite a geleia no fundo de compôs de shot e reserve no frigorífico durante umas horas.

Para a panna cotta:
Hidrate a gelatina na água e reserve.
Leve ao lume as natas com o açúcar e mexa até aquecer e o açúcar dissolver.
Leve a gelatina ao microondas durante uns segundos para fundir.
Adicione a gelatina e o extracto de baunilha, mexa bem e retome ao lume brando até querer fervilhar.
Retire do lume e deixe amornar.
Deite a panna cotta nos copos por cima da geleia de café e reserve no frigorifico durante pelo menos 2 horas antes de servir, melhor ainda, de um dia para o outro.


Notas:

Para fazer o cocktail “Black russian” Deite num copo tipo old fashion uma dose de licor de café e ½ de vodka e sirva com mito gelo.
Para o “White russian” junte um pouco de natas.

Adaptado de: Baking obsession

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Bolo ce chocolate, café e cardamomo

Este bolo é uma bomba calórica, mas é também uma perdição. Por este motivo foi mantido em espera para depois servir de base ás 15 velinhas da “piolha”.
São 2 aromas fantásticos que ligam com o chocolate como se assim estivesse desde sempre destinado, não aconselhável a chocodependentes em recuperação este bolo foi, durante as 2 fatias que me calharam, o céu!






Usei:

12 Vagens de cardamomo abertas
180 ml de café forte
200g de chocolate amargo
200g de manteiga sem sal
3 Ovos
80 ml de leite talhado
400g de açúcar amarelo
170g de farinha
1 c chá de bicarbonato
30g de cacau amargo em pó

(cobertura)

400g de chocolate amargo
100g de manteiga sem sal
1 c chá de golden syrup

Fiz assim:

Prepare uma forma de anel com 22 cm de diâmetro, forrando-a com papel vegetal e untando bem.
Pré aqueça o forno a 160º
Coloque o café e as vagens de cardamomo num pequeno tacho e leve a lume brando até reduzir um pouco, mais ou menos 10 minutos.
Derreta o chocolate com a manteiga em banho-maria. Assim que fundir, mexa e junte o café passado por um passador, volte a mexer para homogeneizar.
Bata os ovos com o leite talhado e o açúcar só até misturar. Junte o creme de chocolate e misture.
Incorpore a farinha peneirada com o cacau e o bicarbonato.
Coloque na forma e leve ao forno durante 45 a 50 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer dentro da forma e sobre uma grade antes de desenformar.
Funda todos os ingredientes da cobertura em banho Maria e deixe arrefecer até ter consistência para barrar, ou então, volte a colocar o anel em volta do bolo mas com a mola aberta, e deite a cobertura de maneira a escorrer um pouco pelos lados do bolo.
Deixe solidificar e retire o anel depois de passar com a lâmina de uma faca aquecida.



Notas:

Para o leite talhado: coloque um pouco de sumo de limão num copo e complete com leite.
Se pretender rechear este bolo terá de o deixar cozer durante 1:30H.

Adaptado de: "Olive" Outubro de 2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Rolinhos de pecan, maçã e caramelo

Manhãs frias e preguiçosas pedem pantufas, sofá e bolinhos quentes… Eu gosto tanto de dias assim, dias que parecem passar a correr quando afinal vi dois filmes, fiz uma fornada de bolos, e ainda dei um avanço no actual livro de mesa-de-cabeceira.
Quando me lembrei de fazer estes rolinhos não me conseguia decidir sobre o recheio, ora era maçã canela ou pecans caramelo, por isso saiu esta misturada e ainda bem…



Usei:

(massa)

½ Chávena de leite morno
2 c chá de fermento de padeiro seco
2 c sopa de açúcar amarelo
1 Ovo batido
2 + ½ Chávena de farinha
1 Pitada de sal

(recheio)

2 Maçãs
Açúcar & canela a gosto
1 Chávena de pecans picadas (reserve algumas para a cobertura)

(fundo)

½ Chávena de manteiga
½ Chávena de açúcar

Fiz assim:

Misture os ingredientes secos e abra uma cova ao meio.
Deite a manteiga derretida, o leite e o ovo e amasse bem até ter uma massa macia e elástica. (Pode usar a batedeira com o gancho para massas pesadas).
Faça uma bola e deite numa tigela untada, cubra e deixe a levedar em lugar abrigado durante 40 minutos, ou até dobrar o volume.
Descasque e corte as maçãs em cubos pequenos, polvilhe de açúcar e canela e deixe a repousar.
Derreta a manteiga com o açúcar numa frigideira até alourar e ficar com aspecto de areia. Deixe arrefecer um pouco e depois desfaça até obter torrões pequenos, deite a maior parte desses torrões numa forma e reserve.
Deite a massa na bancada e espalme-a, volte a formar uma bola e depois estenda com o rolo até obter um rectângulo.
Espalhe o recheio de maçã e a maior parte das pecans, enrole como se fosse uma torta mas não muito apertado, e corte fatias com mais ou menos 2 cm.
Disponha as fatias na forma, pincele com um pouco de gema batida com leite, e polvilhe com as restantes pecans e os torrões reservados do fundo.
Tape e deixe repousar durante mais 30 minutos.
Pré aqueça o forno a 180º e coloque os rolinhos a assar durante mais ou menos 30 minutos ou até dourarem.
Retire do forno e sirva morno.

Notas:

Versão maquina do pão: Coloque na cuba da máquina primeiro os líquidos e depois os secos, programe a máquina no programa massa e a partir daí continue com a preparação a partir do estender e rechear.

Adaptado de: “Cozinha para quem quer poupar”

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bolinhos mornos de chocolate


Quando a Suzana nos fez o seu relato de um almoço em Nova Iorque eu fiquei de nariz colado ao monitor, depois e como se isso não bastasse para me picar, ela conta que o provador disse que este era o melhor bolo de chocolate do mundo, ora aí é que eu não me segurei e fui a correr untar forminhas, derreter chocolate e misturar ovos com açúcar.
Acompanhei com gelado de baunilha e fingi estar em Nova Iorque a almoçar com a Suzana.





Usei:



115g de manteiga sem sal
2 c sopa de farinha
120g de chocolate amargo (70% cacau)
2 Ovos inteiros + 2 gemas
¼ Chávena de açúcar



Fiz assim:



Unte com manteiga e polvilhe com cacau 6 formas de queques.
Pré aqueça o forno a 220º.

Derreta o chocolate com a manteiga em banho-maria. Reserve.
Bata os ovos com as gemas e o açúcar, até obter uma mistura fofa e esbranquiçada, junte o chocolate fundido e misture bem. Junte a farinha e misture rapidamente.
Divida a massa pelas formas e coloque no forno durante 6 ou 7 minutos, até a massa estar fixa nas bordas mas o centro húmido.
Retire do forno, inverta cada uma das formas num prato, deixe repousar um minuto e depois desenforme e sirva imediatamente.


Notas:


Ao usar cacau para polvilhar as formas evita que o bolo fique com manchas brancas depois de pronto.
Receita original: Jean-George’s warm chocolat cake

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Bolo de creme de coco


Na minha cozinha o coco é mais usado em pratos salgados do que doces, a minha mãe fazia um molho de caril com coco seco ralado pelo qual eu me perdia, agora que falo nisso… tenho de lhe pedir a receita.

Voltando à receita de hoje, este bolo que também serve para aproveitar claras tem um sabor a coco muito suave e uma textura maravilhosa, eu não gosto de bolos muitos secos por isso reduzi um pouco o tempo de forno, mas acredito que ficaria muito bom regado com uma infusão morna de leite e coco ralado ligeiramente doce.
Como o meu mano R. completa hoje mais um aniversário este bolo é para ele, com mil beijocas da mana.




Usei:


2 + ¼ Chávena de farinha
1 Ovo + 5 claras
1 Chávena de creme de coco
¼ Chávena de água
1 c chá extracto de baunilha
1 + ½ de açúcar
1 c sopa de fermento
1 Pitada de sal fino
180g de manteiga sem sal amolecida



Fiz assim:


Desmanche o ovo e as claras com um garfo, junte a água, o extracto de baunilha, o creme de coco e misture bem. Reserve.
Na tigela da batedeira, coloque a farinha peneirada com o fermento, o açúcar e o sal, ligue a batedeira em velocidade baixa e junte a manteiga aos poucos. Adicione depois um pouco da mistura de ovo, aumente a velocidade e junte o restante.
Deite a massa numa forma muito bem untada e polvilhada, e leve ao forno pré aquecido a 180º durante 20 minutos. Faça o teste do palito antes de retirar do forno.
Deixe arrefecer durante 10 minutos antes de desenformar para uma grade e arrefecer assim por completo.



Notas:


Se tiver dificuldade em encontrar o creme de coco, use 1 iogurte com aroma de coco e junte um pouco de coco ralado.
Se fizer este bolo em forma sem buraco forre o fundo com papel vegetal.
Adaptado de: “Cozinha para quem não tem tempo” de Mafalda Pinto Leite.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Gelado de baunilha



Assim que vi este gelado no Gourmets amadores tive a certeza absoluta que era o gelado de baunilha perfeito.

Fiz, provei, combinei-o com outras coisas boas e a certeza tornou-se absoluta e inabalável.
Obrigada Suzana, nunca mas mesmo nunca mais eu como outro gelado de baunilha a não ser este.
Estou já a renovar o repertório de receitas para aproveitamento das claras que irei armazenar.







Usei:



250ml de leite
1 Pitada de sal
¾ Chávena de açúcar
1 Vagem de baunilha
500ml de natas
5 Gemas



Fiz assim:


Abra a vagem de baunilha ao meio e raspe as sementes com a ponta de uma faca.
Leve ao lume o leite, o sal e o açúcar, junte as sementes e a vagem de baunilha e deixe aquecer até querer ferver. Retire do lume.
Retire a película que reveste as gemas e bata-as à medida que vai adicionando o leite quente a pouco e pouco.
Volte a colocar a mistura na caçarola e retome ao lume mexendo com colher de pau até engrossar um pouco e cobrir as costas da colher.
Retire do lume, deixe arrefecer completamente e reserve no frigorífico durante umas horas, o ideal será de um dia para outro.
Bata as natas até espessarem e junte ao creme de baunilha, retire a vagem e envolva muito bem.
Coloque na sorveteira ou leve ao congelador num tabuleiro de alumínio retirando de 2 em 2 horas e desfazendo os cristais de gelo com um garfo até estar completamente solidificado.


Notas:


Lave e seque a vagem de baunilha e coloque-a dentro de um recipiente com açúcar ou num frasco com vodka, desta forma terá açúcar baunilhado e extracto de baunilha sempre pronto.

Receita original no Gormets Amadores.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Bolo de figos

Todos os anos é assim, chega a época dos figos ao fim e eu sem conseguir fazer nenhuma receita com eles.

Vou comendo um aqui outro ali e quando dou por mim já não há. Felizmente este ano e com as figueiras a dar os últimos aos passarinhos e aos insectos, eu graças a uma amiga que me trouxe uns figos lindos, deliciosos e fresquíssimos consegui em boa hora fazer este bolo.
O quadrado que aparece cortado na foto foi comido na hora e ainda morno, uma delícia.



Usei:


12 Figos cortados ao meio
225g de manteiga sem sal amolecida
3 Chávenas de açúcar
6 Ovos
2 Chávenas de farinha
2 c chá de fermento
1 Chávena de sêmola de milho fina
1 Chávena de amêndoa moída
1 c chá de canela em pó
Raspa de 1 limão

(para finalizar)


1/2 Chávena de doce de figo (usei doce de figos secos)
¼ Chávena de água



Fiz assim:


Unte uma forma, forre com papel vegetal e volte a untar. (Usei uma forma de silicone).
Corte os figos ao meio e disponha no fundo da forma, voltados para baixo.
Pré aqueça o forno a 180º.
Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme, junte os ovos batendo entre cada adição.
Junte a raspa de limão e a canela e envolva na massa as farinhas, (trigo, sêmola e amêndoa) com o fermento.
Coloque na forma, alise com uma espátula e leve ao forno durante 50 minutos.
Leve o doce de figo ao lume com a água até dissolver.
Deixe o bolo arrefecer um pouco e depois de desenformar pincele com a calda de doce de figo.


Notas:


Usei sêmola de milho, o que em conjunto com a amêndoa conferiu textura ao bolo.
Pode se preferir usar farinha de milho integral.
O bolo não fica seco, nem cresce muito. È um bolo robusto mas sem ser pesado.

Adaptado daqui.

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Bavaroise de chocolate com praline de avelãs

Esta é uma receita velhinha, velhinha daquelas que eu prometi a mim mesma passar do meu caderno manuscrito de criança para este arquivo virtual.
Não resisti no entanto a fazer-lhe uma pequena alteração, que foi substituir as amêndoas raladas da receita tal como estava escrita, pelo praliné de avelã, por isso reduzi um pouco o açúcar e ficou uma delicia com os pequenos crocantes do praliné a desfazerem-se na língua.

Usei:

200g de chocolate amargo
5 dl de leite
100g de açúcar branco fino
2 c chá de gelatina neutra granulada
4 Gemas
2 dl de natas
½ Chávena de praliné de avelã moído fino

Fiz assim:

Bater as gemas com o açúcar até obter uma mistura fofa e esbranquiçada, juntar ½ dl de leite e misturar bem.
Leve o restante leite ao lume com o chocolate em pedaços, e mexa até o chocolate fundir, retire do lume antes de ferver.
Deite o leite quente com o chocolate em fio sobre as gemas mexendo sempre, leve este preparado a lume brando e vá mexendo até o creme cobrir as costas da colher. Retire do lume.
Demolhe a gelatina em 2 c sopa de água, e funda-a no microondas durante uns segundos, junte depois ao creme de chocolate e misture bem.
Deixe o creme arrefecer até à temperatura ambiente e depois envolva o praliné e as natas batidas.
Coloque numa forma previamente passada por água fria e guarde no frigorifico pelo menos durante 4 horas antes de desenformar.
Sirva bem frio polvilhado de praliné.

Notas:
Pode substituir o praliné por amêndoas, avelãs ou nozes picadas, neste caso aumente um pouco a quantidade de açúcar.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Trifle de frutos silvestres

A primeira vez que fiz este doce foi para levar para um almoço partilhado com os meus colegas músicos. Tinha sido apanhada de surpresa e eram 19horas do dia anterior quando caí na realidade de que no dia seguinte ás 8,00h eu teria de ter uma sobremesa para um grupo enorme de gente.
No congelador:
claras, e frutos silvestres, alguns do meu jardim, outros oferecidos e outros que foram sobrando daqui e dali. Camada de bolo, frutos, creme e coulis e estava o assunto resolvido! A segunda vez fui mais cuidadosa com a apresentação, desta vez o grupo de comensais seria recebido em minha casa, e eu já não me podia esconder no anonimato que é levar um doce para colocar numa mesa comum onde já estão mais um dúzia deles.
Felizmente para mim entre os convidados haviam bons fotógrafos por isso, e só desta vez as fotos não são minhas mas sim do R. e da S. Obrigada malta, o problema é que acabei de elevar a fasquia da qualidade fotográfica deste blog a um nível que não vou conseguir manter.



Versão de impressão e arquivo


Usei:

1 Bolo de claras, ou outro a gosto
300ml de natas
250g de mascarpone
½ Chávena de açúcar em pó
¼ Chávena de licor de groselhas negras (cassis)
1 Chávena de açúcar branco granulado
1 Chávena de água
+ Ou – 250g de frutos silvestres (groselhas, framboesas, mirtilos, amoras, morangos)
Mais um pouco para o coulis
Açúcar a gosto (usei 1 chávena de fruta e 1/3 chávena mal cheia de açúcar gelificante)


Fiz assim:

Prepare o bolo numa forma de bolo inglês forrada com papel vegetal.
O bolo fica húmido, por isso deixe arrefecer antes de desenformar.
Bata as natas com o açúcar em pó até ficarem fofas, junte o mascarpone e bata mais um pouco. Reserve no frigorífico.
Prepare uma calda com o açúcar branco e a água, levando ao lume até atingir a consistência de xarope. Retire do lume e junte o licor.
Corte o bolo em fatias e pincele com o xarope, volte as fatias e pincele novamente.
Disponha parte das fatias de bolo numa taça, por cima deite um punhado de frutos e depois cubra com parte do creme. Repita a operação até chegar ao topo da taça e terminando com o creme de mascarpone. Reserve no frigorífico.
Com os restantes frutos e o açúcar prepare um coulis: leve a fruta com o açúcar ao lume brando até quase derreter os frutos e os morangos ficarem brancos.
Retire do lume, triture e deixe arrefecer completamente antes de deitar por cima do trifle.
Sirva bem fresco.

Notas:

O creme pode ser apenas de natas batidas com açúcar, o licor pode ser substituído por outro a seu gosto, ou para combinar com outras frutas que se usem. Assim como pode usar um outro bolo como base, claro que convêm que tenha um sabor suave para não interferir com a fruta.
Enfim, esta não é uma receita rigorosa mas sim um guia para se poder usar a gosto de cada um.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Carbonara de courgette + nectarinas caramelizadas

Até agora este foi um dos meus menus preferidos do 4 por 6.
Não me canso de pratos de massa e as especiarias são a minha paixão, por isso deu-me muito prazer fazer e saborear esta refeição.

A courgette é um legume muito versátil e até agora nunca me desiludiu.
Embora esta receita tenha sido adaptada da revista Olive tenho quase a certeza que já vi num dos programas do Jamie Oliver uma carbonara com alho francês.

A sobremesa foi também uma agradável surpresa, eu que não escolho nunca em primeiro lugar sobremesas com fruta fiquei muito agradada com estas nectarinas.
A quantidade de açúcar e manteiga pode ser adaptada ao gosto pessoal, esta é uma daquelas receitas que não são fórmulas rigorosas e que podem ser moldadas ao gosto de cada um.



Usei:

140g de bacon em cubos
800g de courgette
2 Dentes de alho
2 Gemas de ovo
50ml de natas
60g de parmesão ralado
300g de fettucini

Fiz assim:

Rale as courgettes grosseiramente. Reserve.
Dentro de uma tigela funda, bata as gemas com as natas e o parmesão, tempere de pimenta e reserve.
Coza a massa em água com sal, seguindo as instruções da embalagem ou até ficar ao dente.
Escorra rapidamente, reserve alguma água da cozedura, e mantenha quente.
Cozinhe o bacon num wok sem gordura até alourar. Junte a courgette ralada e o alho esmagado e deixe suar mais ou menos 8 minutos, ou até amolecer.
Junte a massa e envolva muito bem, quando estiver bem quente transfira para a tigela do molho, junte um pouco da água da cozedura da massa, (4 ou 6 c sopa), e envolva muito bem.



Nectarinas caramelizadas









Versão de impressão e arquivo



Usei:

600g de nectarinas
1 Pau de canela
1 Estrela de anis
3 Vagens de cardamomo
25g de manteiga
75g de açúcar
Sumo de 1 laranja

Fiz assim:

Aqueça uma frigideira anti-aderente e coloque dentro as especiarias, (abra com uma pancada as vagens de cardamomo), assim que sentir o aroma das especiarias junte o açúcar e a manteiga, mexa e deixe derreter.
Junte as nectarinas cortadas em quartos e deixe alourar de todos os lados, junte o sumo de laranja, envolva bem, retire do lume e deixe arrefecer.
Reserve no frigorífico até servir.




Vamos a contas:



Dica de poupança:


Reutilize panos de algodão para fazer os seus guardanapos personalizados.
O uso de guardanapos de pano é uma das formas de poupar, lavam-se sem ocupar espaço na máquina e em escassos minutos se passam a ferro.



Créditos: Prato principal: revista "Olive", sobremesa: adaptada de "Entre pratos" de Enrique Sá Pessoa.



Nota: Não entraram nas contas a estrela de anis e o cardamomo, costumo comprar as especiarias em lojas da especialidade, e nesta receita poderão ser opcionais, usem as que tiverem disponiveis.