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terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Tarte de abóbora


Um dia destes uma amiga apareceu-me á porta com uma abóbora monstruosa, a sério, era tão grande que não fui capaz de a cortar sozinha.
Parte dessa abóbora foi para esta tarte, outra parte vai sendo usada em sopas e mais de metade está congelada.
A opinião sobre a tarte não foi consensual, dos dois comilões aqui de casa um gostou e o outro nem por isso, resto eu para desempatar. Como sou um bom garfo e também uma boa colher e faca, eu cá gostei.

Usei:

Creme de abóbora:

50 ml de leite
2 c chá de farinha
175 ml de natas
425g de puré de abóbora
3 Ovos
65g de açúcar mascavado escuro
1 c sopa de açúcar granulado
1 c sopa de canela
¼ c chá de cravinho
¼ c chá de gengibre moído
½ c chá de sal fino
1 Pitada de pimenta preta
1 ½ c chá de brandy


Massa Areada Doce

200g de farinha
1 Pitada de sal
1 c chá de açúcar
100f de manteiga fria
1 Ovo
Umas gotas de extracto de baunilha

Fiz assim:

Massa:
Coloque os ingredientes da massa no processador de alimentos e pulse para combinar.
Quando a massa se aglomerar num dos lados, retire. Molde um disco grosseiro envolva em película e deixe repousar no frigorifico durante 1h.
Pré aqueça o forno a 180º.
Estenda a massa e forre uma forma de tarte. Pique o fundo e os lados com um garfo, cubra com folha de alumínio, coloque uns pesos dentro e leve ao forno durante 30 minutos, retire os pesos e a folha e deixe alourar.
Creme:
Dissolva a farinha no leite e leve ao lume até cobrir as costas de uma colher. Junte as natas e mexa até retomar fervura. Retire do lume e reserve.
Numa tigela bata os ovos com o puré. Reserve.
Misture os açúcares com as especiarias, e junte ao puré e aos ovos, junte também o brandy e as natas, misture bem.
Deite o creme na tarte e leve ao forno durante 45 minutos.
Deixe arrefecer completamente antes de cortar.

Notas:
Para fazer o creme de abóbora, corte a abóbora em fatias, retire as sementes e as fibras e leve ao forno até que amoleça.
Retire a polpa com uma colher e esmague, usando de preferência um esmagador manual ou o passe-vite. Use de imediato ou congele em doses individuais.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Tarte cigana

Dediquei umas boas horas, (1 dia e meio para ser mais exacta) a elaborar um índice geral de receitas do Tachos de ensaio, e verifiquei que tenho menos receitas de tartes do que pensava ter, assim decidi partilhar convosco esta tarte da revista “Olive” que embora não me tivesse enchido as medidas, é tão fácil e tem tão poucos ingredientes, que acaba por merecer aqui o seu espaço.
A receita da revista pedia massa areada de compra, mas eu fiz a receita básica de “shorcrust pastry” da Alice Waters.

Usei:

(Massa)
50ml de água muito fria
100g de farinha
1 Pitada de sal
85g de manteiga gelada em cubos

(Recheio)
400g de leite evaporado (1 lata)
300g de açúcar mascavado escuro (do mais escuro)

Fiz assim:

(Massa)
Coloque a farinha e o sal no processador de alimentos, e pulse uma vez para misturar.
Adicione a manteiga e processe até obter a consistência de areia, com o processador em movimento junte a água, (pode não ser precisa toda, depende da capacidade de absorção da farinha), e espere até a massa começar a aglomerar-se numa bola num dos lados do recipiente.
Retire, achate a massa e guarde envolvida em película, no frigorífico durante pelo menos 30 minutos.
Estenda a massa numa superfície enfarinhada, com o rolo também enfarinhado, e forre uma forma de tarte de – ou – 27 cm.
Deixe a massa repousar mais uns minutos no frigorífico, enquanto pré aquece o forno a 180º.
Cubra a massa com papel vegetal ou folha de alumínio, coloque por cima uns pesos, e leve ao forno durante 15 a 20 minutos. Retire os pesos e o papel e deixe dourar.

(Recheio)
Bata o leite evaporado durante 20 minutos adicionando o açúcar por 3 vezes.
Deverá ficar com uma consistência ligeiramente cremosa.
Coloque o recheio na forma e leve ao forno 15 minutos.
Deixe arrefecer completamente para o recheio firmar antes de desenformar e fatiar.

Notas:

Ao levar a massa ao frio depois de forrar a forma, está assim a evitar que a massa encolha com o calor do forno.
Para impermeabilizar a massa, pincele com clara de ovo ligeiramente batida. Desta forma mesmo que a massa crie rachas o recheio não se escapa e a crosta fica estaladiça.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Bolo pudim de citrinos


“Se a vida te dá limões, faz limonada!”
No meu caso é mais: se tenho limões, faço sobremesas e litros de chá.
Esta é mais uma da minha revista preferida, donna hay magazine, o único problema é que como estou no hemisfério contrário, as receitas de Inverno aparecem nas revistas publicadas no nosso Verão. Esta foi publicada em Junho e feita agora, com muita pena de não ter sido antes, pois é fantástica.

Usei:

90g de manteiga derretida e morna
1 + ½ Chávena de açúcar branco fino (caster)
1 + ½ Chávena de leite
3 Ovos
½ Chávena de sumo de limão
½ Chávena de farinha
1 c chá de fermento
1 c sopa de casca de laranja ralada muito fina
Açúcar em pó para servir

Fiz assim:

Unte 8 ramequins, e pré aqueça o forno a 180º.
Peneire a farinha com o fermento para uma tigela, junte o açúcar e misture.
Abre uma cova ao meio e deite os ovos, o leite, o sumo de limão, a manteiga e a casca de laranja, com uma vara de arames, desfaça os ovos e comece a envolver tudo numa massa ligeira começando de dentro para fora.
Pode fazer tudo junto directamente no processador de alimentos ou num copo de batidos.
Deite o preparado nos ramequins e leve ao forno durante + ou – 40 a 45 minutos, ou até dourar por cima.
Retire, deixe amornar e polvilhe com açúcar em pó.

Notas:

Pode fazer o bolo pudim num recipiente grande, por exemplo, num pirex.
Nesse caso aumente o tempo de cozedura para 1 hora.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Potes de limão


Directo do monte no Alentejo veio um cesto cheio de limões, e eu dou pulos de alegria quando tenho á minha disposição limões directos da árvore sem cera e sem produtos que os colocam bonitos mas que estragam o que para mim o limão tem de melhor: a casca.
Aproveitando essa dádiva e logo a seguir a um chazinho de limão com canela, corri para a “donna hay magazine” e procurei por esta receita previamente marcada desde Jun/2009, e assim surgiu uma das sobremesas do ultimo jantar de 2010.

Usei:

500 ml de natas
½ Chávena de açúcar fino (caster)
1 c Sopa de casca ralada de limão (muito fina)
¼ Chávena de sumo de limão
1 c Chá de gelatina em pó
1 c Sopa de água (para hidratar a gelatina)

Fiz assim:

Coloque as natas e o açúcar num tacho sobre lume brando e mexa para dissolver o açúcar. Deixe sobre o lume até borbulhar durante 3 minutos.
Retire do lume e adicione a raspa de limão e o sumo. Mexa para combinar.
Entretanto hidrate a gelatina e leve-a ao microondas durante uns segundos, adicione ao preparado de natas e mexa bem.
Coloque em copos pequenos ou taças, deixe arrefecer e coloque no frigorífico durante umas horas para estabilizar.

Notas:

A quantidade de gelatina pode parecer pouca, no entanto é o suficiente pois o sumo de limão por si faz talhar as natas.
Pode servir com natas batidas e migalhas de bolacha por cima.

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Bolo de chocolate branco e amêndoa

A minha opinião sobre o chocolate branco continua inabalável, é bom mas não é chocolate.
Este bolo, foi feito sem grandes expectativas e no entanto agradou-me (e aos outros gulosos) bastante. Muito se deve á consistência da amêndoa na massa mas o sabor é bastante delicado sem ser enjoativo, pois é sabido que o chocolate branco é extra doce.
Com votos de ano novo cheio de coisas boas, cá fica a receita.

Usei:

250g de chocolate branco de culinária
½ chávena de manteiga sem sal
½ chávena de açúcar
5 ovos
¾ de chávena de amêndoa moída (aperte bem ao medir)
1 c sopa de sementes de papoila (opcional)

Fiz assim:

Bater as claras em castelo firme e reservar.
Derreter o chocolate picado com a manteiga em banho-maria.
Bater as gemas com o açúcar até obter um creme fofo e esbranquiçado.
Incorporar o chocolate delicadamente, e finalmente juntar as claras em castelo intercalando com a amêndoa e as sementes se as incluir.
Vai ao forno pré aquecido a 180º em forma de anel com o fundo forrado com folha vegetal e untada, durante mais ou menos 25 30 minutos.
Deixe arrefecer completamente antes de desenformar.

Notas:

Usei sementes de papoila mas a textura granulada da amêndoa dispensa a companhia das sementes.
Ligeiramente adaptado
daqui.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Bolo de ananás á moda antiga

Este bolo teve a sua época de sucesso nos anos 80.
Não havia festa, copo de água ou lanche de aniversário onde o bolo de ananás não marcasse presença.
Alternava entre a forma redonda barrada de caramelo, e a forma rectangular; aqui era posteriormente embebido em calda e acompanhado de natas batidas, às vezes aparecia com cerejas nos buracos das rodelas de ananás.
Não sei se conseguem perceber pelo meu discurso que o bolo de ananás já me enjoava.
Pois é, enjoava mas não pelo sabor, que eu até gosto bastante, enjoava sim pela falta de imaginação, porque no fundo no fundo eu mantinha a esperança de que um dia alguém iria ter a feliz ideia de fazer um bolo de chocolate.
Resgatado do meu caderno de receitas de 198(e qualquer coisa), hoje apeteceu-me bolo de ananás.

Usei:

1 Lata de ananás em calda
5 Ovos
200g de açúcar
200g de manteiga
300g de farinha
1 c chá de fermento
2 c sopa da calda do ananás

Fiz assim:

Retire o ananás da lata e deixe a escorrer. Reserve a calda.
Com 250g de açúcar faça o caramelo
Distribua o caramelo pela forma (lados inclusive) e forre com as rodelas de ananás.
Bata o açúcar com a manteiga amolecida até obter uma mistura cremosa.
Adicione os ovos um a um batendo bem entre cada adição. Junte a calda e finalmente envolva a farinha peneirada com o fermento.
Deite a massa na forma, alise por cima, e leve ao forno pré aquecido a 180º durante mais ou menos 45 minutos.

Notas:

Prove a calda do ananás antes de a adicionar á massa do bolo, algumas marcas têm um sabor muito mau, neste caso é preferível aromatizar o bolo com extracto de baunilha.

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

4 por 6 - Roupa velha de frango + maçã assada



Com a reabertura do Tachos voltaram as sugestões económicas do 4 por 6.
A ementa de hoje é bem ao gosto português, quem não gosta de um guisado lento onde a carne fica bem macia e os sabores intensamente apurados?!
A confecção deste prato é tão fácil que a poupança aqui não é só em € é também em tempo e trabalho.
Para sobremesa, umas maçãs assadas e apenas polvilhadas de açúcar e canela antes de entrarem no forno quando o prato principal termina.

Está então servido o 4 por 6 de hoje




Usei:

1 Frango
6 batatas
sal & pimenta
2 raminhos de tomilho
1 folha de louro
150g de bacon em cubos
1 cebola
1 cenouras
1 cerveja mini

Fiz assim:

Pré aqueça o forno a 180º.
Corte as batatas, as cenouras e a cebola em rodelas.
Disponha as cebolas e metade das batatas no fundo de um recipiente de forno, por cima coloque o frango em pedaços, o bacon e as ervas, tempere de sal e pimenta.
Cubra com as cenouras e finalmente as restantes batatas.
Volte a polvilhar com um porco mais de pimenta e sal e regue com a cerveja.
Cubra com folha de alumínio e deixe no forno até a carne estar tenra.
Destape e deixe as batatas alourarem.

Vamos a contas:







Dicas de poupança:

Compre sempre frango inteiro pois é muito mais barato.
Se não usar os miúdos, use-os para fazer caldo.

Adaptado de : “Guisados e sopas” da Parragon

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Bolo de café com leite


Este foi sempre o bolo presente nos lanches da minha infância.
Não sei onde a minha mãe o aprendeu a fazer, é daquelas receitas que se fazem até se lhe perder a conta.
O motivo para a minha mãe fazer este bolo era sempre o mesmo, só leva um ovo. E quando a minha paixão pela cozinha me começou a consumir, eu sonhava que ainda um dia iria fazer bolos com dúzias de ovos, é claro que nessa atura o colesterol não fazia parte das minhas preocupações.



Usei:

250g de açúcar amarelo
1 Chávena de café com leite (forte e aromático)
1 c chá de canela
250g de farinha
1 c chá de fermento
Raspa de 1 limão
1 Ovo
Miolo de noz a gosto

Fiz assim:

Bate-se o açúcar com o ovo até obter uma mistura cremosa.
Junta-se o café com leite, canela e a raspa de limão. Mistura-se bem.
Incorporam-se as nozes e finalmente adiciona-se a farinha peneirada com o fermento.
Deita-se a massa em forma untada de manteiga e polvilhada de farinha, e vai ao forno previamente aquecido a 180º, durante mais ou menos 40 minutos.
Confirme a cozedura com um palito, e deixe arrefecer sobre uma grade antes de desenformar.

Notas:

Se usar a batedeira para a mistura de açúcar e ovo, o bolo fica mais leve e fofo.
Se pelo contrario preferir o bolo com uma consistência mais “enqueijada”, bata o açúcar e o ovo com colher de pau.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

Bolo de clementinas

Esta é mais uma retirada do programa da Nigella e da qual eu gostei bastante.
Gostei do sabor intenso e da textura húmida ligeiramente granulada conferida pela amêndoa.
A confecção é fácil e depois de fervidas as clementinas tudo acontece muito rapidamente.
Bom fim-de-semana!

Usei:

4 Clementinas
250g de amêndoa moída
225g de açúcar
1 c chá de fermento
6 Ovos


Fiz assim:

Coloque as clementinas numa panela com bastante água, leve ao lume e deixe ferver durante 2 horas e até as clementinas ficarem macias. Retire do lume, escorra e deixe arrefecer.
Coloque as clementinas no processador e reduza a puré, junte a amêndoa, o açúcar, o fermento e os ovos inteiros.
Volte a ligar o processador até obter uma mistura homogénea.
Pré aqueça o forno a 190º e forre o fundo de uma forma de anel com papel vegetal.
Deite a massa na forma e leve ao forno durante 45m a 1 hora.
Deixe arrefecer dentro da forma e sobre uma grade, antes de desenformar.

Notas:

Coloque bastante água para ferver as clementinas, pois a fervura prolongada vai fazer reduzir bastante o liquido.

Receita: Nigella Bites

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

4 por 6 Jardineira de lulas + Pudins de chocolate

Mais uma refeição dentro do contexto do 4 po6 6 que me surpreendeu pela facilidade, rapidez e sabor.
Esta jardineira de lulas é uma delicia e pelo facto de não lhe ser adicionado água na confecção faz com que fique com um caldo maravilhoso para ser acompanhado por umas fatias de pão saloio.
Para falar da sobremesa sou suspeita, pois como é do conhecimento geral sou “chocodependente” e por isso de mim só sairão elogios a estes pudins.
Está então na mesa o 4 por 6 desta semana!



Usei:

1Kg de lulas
150g de ervilhas
2 Cenouras
½ Chávena de polpa de tomate
100ml de vinho branco
1 Cebola
Sal & pimenta
Picante a gosto
Azeite q.b.

Fiz assim:

Corte o saco das lulas em rodelas e deixe os tentáculos inteiros.
Pique a cebola e amoleça-a no azeite quente.
Junte as cenouras em cubos, as ervilhas e a polpa de tomate, envolva e deixe suar um pouco.
Adicione as lulas, tempere de sal, pimenta e picante, mexa até as lulas ficarem opacas.
Regue com o vinho e deixe fervilhar até as lulas estarem macias.




Pudins de chocolate




Usei:

½ Chávena de leite
35g de manteiga derretida
1 Ovo ligeiramente batido
1 c chá de extracto de baunilha
½ Chávena de farinha peneirada
½ c chá de fermento peneirado
2 c sopa de cacau em pó peneirado
¼ Chávena de miolo de amêndoa moído
¾ Chávena de açúcar mascavado
1 ½ c sopa cacau peneirado
1 Chávena de água a ferver

Fiz assim:

Pré aqueça o forno a 180º, e prepare 4 ramequins untando-os ligeiramente.
Coloque o leite, a manteiga, o ovo e a baunilha numa tigela e mexa com uma vara de arames.
Junte a farinha, fermento, 2 c sopa de cacau, as amêndoas e ¼ chávena do açúcar, mexa até obter uma mistura lisa e distribua pelos ramequins.
Misture o restante açúcar com a 1 ½ c sopa de cacau e salpique sobre a massa dos pudins.
Distribua a água a ferver pelos 4 ramequins e leve ao forno durante 20 minutos.
Sirva morno ou frio.


Vamos a contas…


Dica de poupança:

Depois de usar uma vagem de baunilha, lave-a, seque-a e reutilize-a para preparar extracto colocando-a em frasco fechado e cobrindo-a de vodka.
Ou: Coloque-a num pote fechado com açúcar e assim terá sempre à mão açúcar baunilhado.

Sobremesa ligeiramente adaptada de: “Donna hay magazine” nº 45

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Banoffee ou tarte de banana e caramelo

Ou “banamelo”.
Esta foi a tradução a que chegámos aquando da nossa visita a Londres, e o nosso amigo Tom nos preparou a sua banoffee.
Quando preparei esta tarte não pude evitar umas boas gargalhadas ao comparar os métodos usados pelo Tom com os que eu usei.
Eu usei triturador para as bolachas, o Tom usou os punhos.
Eu usei uma tarteira de fundo amovível, o Tom usou um recipiente de silicone.
Eu usei um cilindro para pressionar a massa, o Tom usou uma colher.
Eu usei batedeira para bater as natas, o Tom usou uma vara de arames, (que eu tinha oferecido, senão seria um garfo).
Perguntem-me: a banoffe do Tom estava menos boa?
E eu respondo: NÂO!!! Estava deliciosa.


Usei:

300g de bolachas tipo digestivas
150g de manteiga fria em cubos
2 c chá de cacau
½ c chá de canela
3 Bananas em rodelas
250 ml de doce de leite ou 1 lata de leite condensado cozido
200 ml de natas
1 c sopa de açúcar em pó
Raspas de chocolate amargo para decorar

Fiz assim:

Coloque as bolachas no processador de alimentos e pulse até obter migalhas, junte a manteiga em cubos, o cacau e a canela e volte a pulsar até atingir a consistência de areia húmida.
Deixe repousar um pouco e verta para uma tarteira de fundo amovível, pressione com os dedos ou com as costas de uma colher até cobrir o fundo e reserve no frigorífico durante 30 minutos.
Espalhe o doce de leite sobre a base da tarte, e por cima disponha as rodelas de banana.
Bata as natas com o açúcar até ficarem firmes e volumosas e deite sobre a banana.
Reserve no frigorífico até servir.
Decore com raspas de chocolate.

Notas:

Embora já exista no mercado leite condensado cozido, se pretender faze-lo em casa proceda do seguinte modo: Coloque a lata na panela de pressão, cubra de água e deixe ferver durante 20 minutos.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

4 por 6 - Atum com ovos + Panna cotta de canela

Este prato foi o meu primeiro êxito culinário. Eu tinha uns 7 ou 8 anos quando fiz atum com ovos pela primeira vez e nunca mais deixei de fazer, gosto muito de atum e podia viver só de ovos e leite, diz a minha mãe que sou como as cobras…
Desde há muito tempo que esperava por uma oportunidade de partilhar a receita, não é nenhum prato que mereça destaque pela qualidade, apresentação ou confecção, no entanto pode-nos valer em apertos de tempo ou falta de ingredientes frescos e para além disso é super económico.
Para sobremesa algo mais sofisticado mas muito fácil e rápido, sugiro acompanhar esta panna cotta com compota ou geleia de maçã.
Para acompanhamento do atum pode ser uma salada de alface.
Está então na mesa o 4 por 6 desta semana.



Usei:

1 Lata de 385g de atum em óleo
1 Cebola pequena picada
1 Dente de alho picado
Azeite q.b.
75g de polpa de tomate
4 Ovos
1 Folha de louro
50 ml de vinho branco
500g de batatas
Sal & pimenta

Fiz assim:

Comece por fritar as batatas em cubos. Tempere de sal, escorra sobre papel absorvente e reserve.
Escorra o atum e desfaça-o grosseiramente com um garfo.
Bata os ovos com uma pitada de sal e pimenta.
Aqueça um pouco de azeite e deixe fritar ligeiramente o alho antes de juntar a cebola, deixe amolecer e depois junte o atum e a folha de louro, mexa e deixe absorver os sabores, junte a polpa de tomate e refresque com o vinho, deixe retomar a fervura e mexa ocasionalmente.
Rectifique de sal e pimenta e junte os ovos batidos, mexa até envolver bem mas não deixe os ovos endurecerem demais.
Por fim envolva as batatas fritas e sirva.



Panna cotta de canela



Usei:

2 c chá de brandy
2 c chá de gelatina neutra
2 Chávenas de natas
½ Chávena de açúcar amarelo
1 Pitada de sal
1 Chávena de leite
1 c chá de extracto de baunilha
2 c chá de canela em pó


Fiz assim:

Hidrate a gelatina no brandy. Reserve.
Leve ao lume as natas com o leite, o açúcar, o sal, e a canela.
Mexa até o açúcar dissolver e deixe fervilhar por breves minutos em lume brando.
Retire do lume e junte um pouco do líquido quente à gelatina para dissolver, adicione depois ao preparado principal e junte o extracto de baunilha.
Volte a colocar sobre lume brando mexendo sempre, assim que estiver prestes a retomar a fervura retire do lume e coloque em taças.
Deixe arrefecer e reserve no frigorífico até servir, pelo menos 4 a 6 horas.

Vamos a contas:


Dica de poupança:

Quando fizer omeletas, fritadas ou tortilhas, substitua um dos ovos por um pouco de leite.
Desta maneira para alem de poupar reduz o consumo excessivo de ovos que para certas pessoas pode ser prejudicial.

Sobremesa adaptada daqui.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Bolo pudim de chocolate

Acho que encontrei a receita ideal para quando me dá aquelas vontades incontroláveis de comer uma sobremesa de chocolate e não consigo esperar por doces demorados.
Este bolo pudim é uma delicia, fica com uma calda deliciosa no fundo enquanto quente e que depois de frio se transforma em creme.
È de preparação rápida e sem técnicas de doçaria complicadas e pode ser degustado morno… enfim, é o sonho de qualquer chocodependente!



Usei:

1 Chávena de farinha
1/3 Chávena de cacau
1 c chá de fermento
¼ c chá de sal fino
2 Ovos
1 Chávena de açúcar
¾ Chávena de leite
4 c sopa de manteiga derretida
2 c chá de extracto de baunilha

(calda)

1/3 Chávena de cacau
¾ Chávena de açúcar mascavado
1 + ½ Chávena de água a ferver

Fiz assim:

Unte um recipiente fundo com manteiga.
Pré aqueça o forno a 180º.
Peneire a farinha com o cacau, o fermento e o sal. Reserve.
Bata os ovos com o açúcar até obter uma mistura espumosa, junte o leite, a manteiga e a baunilha e bata mais um pouco.
Junte os ingredientes secos e misture bem.
Deite a massa no recipiente de forno.
Misture o restante cacau com o açúcar mascavado e dilua na água a ferver. Deite este líquido sobre a massa e leve ao forno durante mais ou menos 35 minutos.
Sirva morno ou frio com natas batidas ou uma bola de gelado.

Notas:

Use um cacau de boa qualidade e sem adição de açúcar, a escolha desse ingrediente é fundamental para o sucesso desta sobremesa que não fica muito doce.

Adaptado daqui.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pudim de pão com xarope de bordo

Tenho muita sorte em ter uma tia e uma madrinha no Canadá que sempre que cá vem me trazem o verdadeiro e precioso xarope de ácer, ou xarope de bordo mais conhecido por maple syrup.
Por cá o seu preço é assustador e a autenticidade duvidosa, mas se é um dos que como eu tem sempre ao dispor este delicioso néctar não deixe de fazer esta sobremesa tão fácil como deliciosa, e que para além disso é óptima para usar as sobras dos pães doces das festas, como por exemplo o Panetone ou o bolo rei.


Usei:

4 Ovos
200 ml de natas
200 ml de leite
½ Chávena de xarope de ácer (maple syrup)
1/3 Chávena de açúcar mascavado
Miolo de noz picado grosseiramente, a gosto
200g de pão-de-leite com pepitas de chocolate, ou outro pão doce
Xarope de ácer extra para regar

Fiz assim:

Bata os ovos com o açúcar até obter uma mistura espumosa, junte o xarope de ácer, as natas e o leite e bata mais um pouco até obter uma mistura homogénea.
Deite dentro dessa mistura o pão partido em pedaços e deixe a repousar até estar ensopado.
Deite num recipiente de forno levemente untado com manteiga e por cima espalhe o miolo de noz. Regue com mais um pouco de xarope de ácer e leve ao forno pré aquecido a 180º durante mais ou menos 30 minutos.
Sirva morno ou frio.

Notas:

Tipo de pão que se podem usar: brioche, pão de passas, pão de deus, pão de leite, pan d’épices, bolo rei, bolo inglês, ou simplesmente o pão da sua preferência.
Pode também usar sobras de pão normal, aumente um pouco a quantidade de açúcar e de xarope.

Adaptado daqui.

sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Bolo de manteiga

Dias frios, chuvosos, escuros e de preguiça são convite a uma caneca de chá fumegante e uma fatia de bolo fofo, simples e ao mesmo tempo com muito requinte como este da famosa escola do “Le cordon bleu”.
A cobertura dá-lhe personalidade e afina-lhe a textura.
Mais palavras para quê?! Este bolo é perfeito!


Usei:

100g de manteiga sem sal à temperatura ambiente
100g de açúcar
3 Ovos
Raspa de 1 limão
100g de farinha
1 c chá de fermento
90g de amêndoas moídas

(cobertura)

150g de farinha
100g de manteiga fria em cubos
100g de açúcar

Fiz assim:

Pré aqueça o forno a 180º e forre uma forma de bolo inglês com papel vegetal. (O bolo desenforma facilmente mas o papel é para evitar voltar a forma devido à cobertura).
Bata a manteiga com o açúcar até obter um creme, à parte bata ligeiramente os ovos e vá adicionando gradualmente ao creme de manteiga enquanto continua a bater, de vez em quando raspe os lados da tigela para incorporar bem.
Junte depois a raspa de limão e envolva. Por fim adicione a amêndoa e a farinha peneirada com o fermento e mexa até ligar.
Verta a massa para a forma e alise o topo.

Para preparar a cobertura, peneire a farinha e junte a manteiga. Usando as pontas dos dedos, esfregue a manteiga na farinha até obter aspecto de migalhas, junte 75g açúcar e proceda igual até estar tudo incorporado.
Espalhe a cobertura sobre a superfície da massa e polvilhe com o restante açúcar.
Leve ao forno durante 35 minutos até a cobertura dourar, verifique a cozedura com um palito e se sair seco retire do forno e deixe arrefecer durante 5 minutos até retirar da forma.

Notas:

Para um resultado com mais requinte, misture à cobertura raspa de 1 limão, casca de limão cristalizada cortada em juliana muito fina ou miolo de amêndoa moida.
Fonte: "Le Cordon Bleu"

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

White russian panna cotta

Já vos tinha contado que houve uma altura em que eu gostava muito de preparar bebidas, acontece que uma das minhas preferidas eram o black e o white russian, (deixo nas notas finais a maneira de os preparar), logo, assim que descobri esta panna cotta abri um sorriso e fiquei muito curiosa sobre como resultaria esta versão do cocktail em forma de sobremesa.
Fiz, e gostei muito, não posso dizer que foi uma das minhas preferidas mas estas experiências são sempre muito divertidas e fiquei logo a pensar em outros cocktail com potencialidade de serem transformados em algo comentivel.



Usei:

(panna cotta)

1 c sopa de água
1 c chá de gelatina granulada neutra
¼ Chávena açúcar
1 + 1/2 Chávena de natas
1 c chá de extracto de baunilha

(geleia de café)

2 c sopa de vodka
6 c sopa de licor de café
½ c chá de gelatina neutra granulada

Fiz assim:

Comece por preparar a geleia de café.
Hidrate a gelatina numa c sopa de vodka, reserve durante uns minutos.
Leve um pequeno tacho com água ao lume, e quando a água estiver bem quente mergulhe o fundo do recipiente ande está a gelatina e mexa até dissolver bem.
Se preferir pode fazer esta operação levando a gelatina ao microondas durante uns segundos, mas nesse caso a maior parte do álcool vai evaporar.
Junte a restante vodka e o licor de café e mexa até estar bem incorporado.
Deite a geleia no fundo de compôs de shot e reserve no frigorífico durante umas horas.

Para a panna cotta:
Hidrate a gelatina na água e reserve.
Leve ao lume as natas com o açúcar e mexa até aquecer e o açúcar dissolver.
Leve a gelatina ao microondas durante uns segundos para fundir.
Adicione a gelatina e o extracto de baunilha, mexa bem e retome ao lume brando até querer fervilhar.
Retire do lume e deixe amornar.
Deite a panna cotta nos copos por cima da geleia de café e reserve no frigorifico durante pelo menos 2 horas antes de servir, melhor ainda, de um dia para o outro.


Notas:

Para fazer o cocktail “Black russian” Deite num copo tipo old fashion uma dose de licor de café e ½ de vodka e sirva com mito gelo.
Para o “White russian” junte um pouco de natas.

Adaptado de: Baking obsession

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

4 por 6 Pescada no papilotte e marmelos assados

Tenho tentado muito a sério incluir o peixe nas sugestões do 4 por 6, é mais difícil mas não é impossível. Esta sugestão apesar de simples é muito boa e foi muito apreciada por aqui.
Senti-me na obrigação de colocar o papel vegetal nas contas, pois não pode ser reutilizado e assim sendo decidi incluir o seu valor no custo da refeição.
Pode tentar fazer a receita num recipiente com tampa e assim evitar o uso do papel.
Para enriquecer o prato pode também incluir umas cenouras no papelote.
Para a sobremesa, um fruto da época que colhi da beira da estrada e que me traz muitas boas recordações de infância.
Está então servido o 4 por 6 desta semana. Bom apetite!




Usei:

750g de pescada para cozer (8 postas nº3)
400g de batata
Salsa q.b.
2 Folhas de louro
4 c sopa de polpa de tomate
½ dl de vinho branco
Sal & pimenta
Azeite q.b.

Fiz assim:

Corte 4 quadrados de papel vegetal.
Em cada um dos quadrados coloque 2 postas de peixe, distribua as batatas cortadas em rodelas e meia folha de louro em cada papelote.
Tempere de sal e pimenta e coloque 1 c sopa de polpa de tomate em cada um deles, polvilhe com salsa picada e regue com um pouco de vinho branco e azeite.
Feche o papelote atando as pontas com um fio e coloque no forno quente (180º) durante mais ou menos 35minutos.
Abra com muito cuidado por causa do vapor e sirva no papelote para aproveitar o molho.


Marmelos assados



Corte os marmelos em quartos, retire o caroço e coloque em palelotes com o pau de canela.
Polvilhe com um pouco de açúcar e canela, feche bem e leve ao forno ao mesmo tempo que assa o peixe.


Vamos a contas...


Dica de poupança:

Compre batatas na época e em produtores locais.
Reserve um canto da despensa ou outro local abrigado, espalhe-as sobre jornais.
Faça o mesmo com cebolas e alhos, que também podem ficar penduradas se estiverem entrançadas.

Receita principal adaptada de “ Blue Cooking” Outubro de 2009

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Bolo ce chocolate, café e cardamomo

Este bolo é uma bomba calórica, mas é também uma perdição. Por este motivo foi mantido em espera para depois servir de base ás 15 velinhas da “piolha”.
São 2 aromas fantásticos que ligam com o chocolate como se assim estivesse desde sempre destinado, não aconselhável a chocodependentes em recuperação este bolo foi, durante as 2 fatias que me calharam, o céu!






Usei:

12 Vagens de cardamomo abertas
180 ml de café forte
200g de chocolate amargo
200g de manteiga sem sal
3 Ovos
80 ml de leite talhado
400g de açúcar amarelo
170g de farinha
1 c chá de bicarbonato
30g de cacau amargo em pó

(cobertura)

400g de chocolate amargo
100g de manteiga sem sal
1 c chá de golden syrup

Fiz assim:

Prepare uma forma de anel com 22 cm de diâmetro, forrando-a com papel vegetal e untando bem.
Pré aqueça o forno a 160º
Coloque o café e as vagens de cardamomo num pequeno tacho e leve a lume brando até reduzir um pouco, mais ou menos 10 minutos.
Derreta o chocolate com a manteiga em banho-maria. Assim que fundir, mexa e junte o café passado por um passador, volte a mexer para homogeneizar.
Bata os ovos com o leite talhado e o açúcar só até misturar. Junte o creme de chocolate e misture.
Incorpore a farinha peneirada com o cacau e o bicarbonato.
Coloque na forma e leve ao forno durante 45 a 50 minutos.
Retire do forno e deixe arrefecer dentro da forma e sobre uma grade antes de desenformar.
Funda todos os ingredientes da cobertura em banho Maria e deixe arrefecer até ter consistência para barrar, ou então, volte a colocar o anel em volta do bolo mas com a mola aberta, e deite a cobertura de maneira a escorrer um pouco pelos lados do bolo.
Deixe solidificar e retire o anel depois de passar com a lâmina de uma faca aquecida.



Notas:

Para o leite talhado: coloque um pouco de sumo de limão num copo e complete com leite.
Se pretender rechear este bolo terá de o deixar cozer durante 1:30H.

Adaptado de: "Olive" Outubro de 2009

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Rolinhos de pecan, maçã e caramelo

Manhãs frias e preguiçosas pedem pantufas, sofá e bolinhos quentes… Eu gosto tanto de dias assim, dias que parecem passar a correr quando afinal vi dois filmes, fiz uma fornada de bolos, e ainda dei um avanço no actual livro de mesa-de-cabeceira.
Quando me lembrei de fazer estes rolinhos não me conseguia decidir sobre o recheio, ora era maçã canela ou pecans caramelo, por isso saiu esta misturada e ainda bem…



Usei:

(massa)

½ Chávena de leite morno
2 c chá de fermento de padeiro seco
2 c sopa de açúcar amarelo
1 Ovo batido
2 + ½ Chávena de farinha
1 Pitada de sal

(recheio)

2 Maçãs
Açúcar & canela a gosto
1 Chávena de pecans picadas (reserve algumas para a cobertura)

(fundo)

½ Chávena de manteiga
½ Chávena de açúcar

Fiz assim:

Misture os ingredientes secos e abra uma cova ao meio.
Deite a manteiga derretida, o leite e o ovo e amasse bem até ter uma massa macia e elástica. (Pode usar a batedeira com o gancho para massas pesadas).
Faça uma bola e deite numa tigela untada, cubra e deixe a levedar em lugar abrigado durante 40 minutos, ou até dobrar o volume.
Descasque e corte as maçãs em cubos pequenos, polvilhe de açúcar e canela e deixe a repousar.
Derreta a manteiga com o açúcar numa frigideira até alourar e ficar com aspecto de areia. Deixe arrefecer um pouco e depois desfaça até obter torrões pequenos, deite a maior parte desses torrões numa forma e reserve.
Deite a massa na bancada e espalme-a, volte a formar uma bola e depois estenda com o rolo até obter um rectângulo.
Espalhe o recheio de maçã e a maior parte das pecans, enrole como se fosse uma torta mas não muito apertado, e corte fatias com mais ou menos 2 cm.
Disponha as fatias na forma, pincele com um pouco de gema batida com leite, e polvilhe com as restantes pecans e os torrões reservados do fundo.
Tape e deixe repousar durante mais 30 minutos.
Pré aqueça o forno a 180º e coloque os rolinhos a assar durante mais ou menos 30 minutos ou até dourarem.
Retire do forno e sirva morno.

Notas:

Versão maquina do pão: Coloque na cuba da máquina primeiro os líquidos e depois os secos, programe a máquina no programa massa e a partir daí continue com a preparação a partir do estender e rechear.

Adaptado de: “Cozinha para quem quer poupar”

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Bolinhos mornos de chocolate


Quando a Suzana nos fez o seu relato de um almoço em Nova Iorque eu fiquei de nariz colado ao monitor, depois e como se isso não bastasse para me picar, ela conta que o provador disse que este era o melhor bolo de chocolate do mundo, ora aí é que eu não me segurei e fui a correr untar forminhas, derreter chocolate e misturar ovos com açúcar.
Acompanhei com gelado de baunilha e fingi estar em Nova Iorque a almoçar com a Suzana.





Usei:



115g de manteiga sem sal
2 c sopa de farinha
120g de chocolate amargo (70% cacau)
2 Ovos inteiros + 2 gemas
¼ Chávena de açúcar



Fiz assim:



Unte com manteiga e polvilhe com cacau 6 formas de queques.
Pré aqueça o forno a 220º.

Derreta o chocolate com a manteiga em banho-maria. Reserve.
Bata os ovos com as gemas e o açúcar, até obter uma mistura fofa e esbranquiçada, junte o chocolate fundido e misture bem. Junte a farinha e misture rapidamente.
Divida a massa pelas formas e coloque no forno durante 6 ou 7 minutos, até a massa estar fixa nas bordas mas o centro húmido.
Retire do forno, inverta cada uma das formas num prato, deixe repousar um minuto e depois desenforme e sirva imediatamente.


Notas:


Ao usar cacau para polvilhar as formas evita que o bolo fique com manchas brancas depois de pronto.
Receita original: Jean-George’s warm chocolat cake